<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>soloadventures</title><description>soloadventures</description><link>https://www.soloadventures.org/inicio</link><item><title>Quando a gratidão se senta à mesa</title><description><![CDATA[O dia 18 de dezembro reuniu cerca de duas dezenas de pessoas à volta de uma mesa quebrando o gelo e criando ligações. O jantar de networking solidário "Gratidão à mesa!" teve alimento para alma e para o estômago, pitadas de inspiração e muita partilha.A Cozinha Popular da Mouraria em Lisboa abriu portas para nos receber num ambiente familiar, com um menu surpresa e onde entre travessas e pratos cada pessoa serviu-se e ajudou a servir o próximo.As primeiras pessoas foram chegando mesmo antes da<img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_37b541e4fce0416e8277c9818b8ee15a%7Emv2_d_5184_3456_s_4_2.jpg/v1/fill/w_696%2Ch_463/0f965e_37b541e4fce0416e8277c9818b8ee15a%7Emv2_d_5184_3456_s_4_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Sonhadora Praticante Joana Feliciano</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/12/21/Quando-a-gratid%C3%A3o-se-senta-%C3%A0-mesa</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/12/21/Quando-a-gratid%C3%A3o-se-senta-%C3%A0-mesa</guid><pubDate>Sat, 21 Dec 2019 13:54:13 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>O dia 18 de dezembro reuniu cerca de duas dezenas de pessoas à volta de uma mesa quebrando o gelo e criando ligações. O jantar de networking solidário &quot;Gratidão à mesa!&quot; teve alimento para alma e para o estômago, pitadas de inspiração e muita partilha.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_37b541e4fce0416e8277c9818b8ee15a~mv2_d_5184_3456_s_4_2.jpg"/><div>A Cozinha Popular da Mouraria em Lisboa abriu portas para nos receber num ambiente familiar, com um menu surpresa e onde entre travessas e pratos cada pessoa serviu-se e ajudou a servir o próximo.</div><div>As primeiras pessoas foram chegando mesmo antes da hora com receio de se perderem pela Mouraria. Os primeiros minutos guardaram algum natural constrangimento por nem todos se conhecerem, mas passados alguns sorrisos, questões curiosas e partilhas individuais de vida tudo se transformou! A conversa, a empatia e a escuta ativa sentaram-se logo à mesa.</div><div>Contámos com a convidada especial e genuína <a href="http://bit.ly/CarlaCostaHistória">Carla Costa</a> que partilhou a sua história de vida com propósito e ao se emocionar conseguiu aquecer o coração dos presentes. </div><div>A Associação Solo Adventures agradece a todas as pessoas presentes porque não tiveram receio de arriscar numa quarta feira à noite chuvosa, para vir conhecer um projeto e pessoas que as &quot;obrigaram&quot; a sair da sua zona conforto e a dar mais de si.</div><div>Bem-vid@s a esta comunidade de Sonhador@s Praticantes.</div><div>Bem-vind@s a casa!</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_dab6964a6b6944a3bccc7bcbf5e40554~mv2_d_5184_3456_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_77f31824e4304dc181e6b2affdc44e8a~mv2_d_5184_3456_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_2e2950f865434ad8b658004faf4cba1e~mv2_d_5184_3456_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_3c1d1caa89b445bebd450c036e272b59~mv2_d_5184_3456_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_61a65bf7b2fe4f82a267fb71f010c106~mv2_d_5184_3456_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_bb641fab556c4b128d77d19c7c0e914d~mv2_d_5184_3456_s_4_2.jpg"/></div><div>Faz parte desta comunidade de Sonhadores Praticantes! 🚀👨🚀👩🏽🚀 👉 Adere à nossa comunidade <a href="http://bit.ly/ComunidadeSoloAdventures">Solo Adventures | Networking para a Mudança</a> 👉 Subscreve a nossa newsletter em <a href="http://www.soloadventures.org">www.soloadventures.org</a> 👉 Faz parte da <a href="http://bit.ly/AEquipa">equipa de voluntariado</a> 👉 Participa nos eventos, formações e campanhas solidárias que vamos divulgando!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Responde a esta 💭Recolha de Sonhos #GivingTuesday</title><description><![CDATA[Queremos fazer o melhor por ti. ☝️"Sonhos" 💭para a Associação Solo Adventures não são aqueles que tens a dormir, são mesmo os que te mantêm acordad@! São aqueles "Ses..." que guardas na tua gaveta, as vezes que dizes "Um dia gostava de....", aquele projeto que deixaste por concretizar, um objetivo mesmo que simples que tens para a tua vida mas que ainda não o conseguiste concretizar, o teu propósito. Os sonhos são o que nos agarram ao futuro, ao dia de amanhã e à pessoa que queremos ser neste<img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_2d7ce07780b843c884340bfcf215f075%7Emv2.png/v1/fill/w_927%2Ch_281/0f965e_2d7ce07780b843c884340bfcf215f075%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Sonhadora Praticante Joana Feliciano</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/12/03/Responde-a-esta-%F0%9F%92%ADRecolha-de-Sonhos-GivingTuesday</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/12/03/Responde-a-esta-%F0%9F%92%ADRecolha-de-Sonhos-GivingTuesday</guid><pubDate>Tue, 03 Dec 2019 07:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Queremos fazer o melhor por ti. ☝️</div><div>&quot;Sonhos&quot; 💭para a Associação Solo Adventures não são aqueles que tens a dormir, são mesmo os que te mantêm acordad@! São aqueles &quot;Ses...&quot; que guardas na tua gaveta, as vezes que dizes &quot;Um dia gostava de....&quot;, aquele projeto que deixaste por concretizar, um objetivo mesmo que simples que tens para a tua vida mas que ainda não o conseguiste concretizar, o teu propósito. Os sonhos são o que nos agarram ao futuro, ao dia de amanhã e à pessoa que queremos ser neste mundo. Bem-vindo a esta casa de Sonhadores Praticantes, queremos trabalhar para e por ti.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_2d7ce07780b843c884340bfcf215f075~mv2.png"/><div> No âmbito do dia #GivingTuesday estamos a fazer uma recolha de sonhos e não te pedimos mais nada a não ser uma pequena parte do teu tempo de hoje. Ajuda-nos respondendo a este curto e importante ❓<a href="http://bit.ly/QuestionarioSoloAdventures">questionário</a>❓.</div><div>Estamos a preparar o plano de atividades 2020 desta Associação sem fins lucrativos e queremos ter a certeza que o nosso caminho cruza-se com as tuas necessidades e objetivos.</div><div>O teu contributo é essencial. Partilha connosco a tua inspiração! </div><div>Muito obrigado a tod@s.</div><iframe src="//static.usrfiles.com/html/f9da05_a6a3b7e1b1eef2626a2404880bb5fde4.html"/><div>Quem somos?</div><div>Solo Adventures, uma associação sem fins lucrativos e a casa de uma comunidade de Sonhadores Praticantes (especialistas das ideias à prática) que se constrói através de eventos, formações, coaching e do digital.</div><div>A missão:</div><div>Pretende ajudar as pessoas a encontrar o seu propósito individual e coletivo, por isso as suas iniciativas pautam por fomentar a consciência cívica e social.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>#GivingTuesday, vamos ampliar a solidariedade e celebrar a doação</title><description><![CDATA[O dia 3 de dezembro quer lembrar-nos de tudo aquilo que o 29 de novembro nos faz esquecer. É como se fosse uma white tuesday (terça feira branca) contra a black friday (sexta feira preta), a solidariedade em detrimento do puro consumismo. Essa terça do último mês do ano pretende ampliar a solidariedade e celebrar a doação para a mudança, é a #GivingTuesday. Não fiques de fora!Celebrado internacionalmente depois do Thanksgiving americano, o movimento #GivingTuesday vai para além de fronteiras e<img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_873ed4927ea14fa38d08f59ac7e278f3%7Emv2.jpg/v1/fill/w_426%2Ch_421/0f965e_873ed4927ea14fa38d08f59ac7e278f3%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana Feliciano</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/11/23/GivingTuesday-vamos-ampliar-a-solidariedade-e-celebrar-a-doacao</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/11/23/GivingTuesday-vamos-ampliar-a-solidariedade-e-celebrar-a-doacao</guid><pubDate>Mon, 02 Dec 2019 07:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>O dia 3 de dezembro quer lembrar-nos de tudo aquilo que o 29 de novembro nos faz esquecer. É como se fosse uma white tuesday (terça feira branca) contra a black friday (sexta feira preta), a solidariedade em detrimento do puro consumismo. Essa terça do último mês do ano pretende ampliar a solidariedade e celebrar a doação para a mudança, é a #GivingTuesday. Não fiques de fora!</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_873ed4927ea14fa38d08f59ac7e278f3~mv2.jpg"/><div>Celebrado internacionalmente depois do Thanksgiving americano, o movimento <a href="https://www.instagram.com/givingtuesdayportugal/">#GivingTuesday</a> vai para além de fronteiras e ideologias para que assim consiga unir as pessoas num só espírito de generosidade e dádiva.</div><div>O movimento pretende incentivar a doação a instituições em todo o mundo, pelo menos um dia por ano. Portugal aderiu pela primeira vez neste ano juntado várias iniciativas de organizações sem fins lucrativos e utilizando as hashtags #DaParaMudar e #GivingTuesdayPT nas redes sociais.</div><div>Como conta a história na plataforma portuguesa <a href="https://www.givingtuesday.pt/quem-somos">GivingTuesday.pt:</a></div><div>&quot;O <a href="https://www.givingtuesday.org/">GivingTuesday</a> começou em 2012, nos Estados Unidos da América. Foi cofundado pelas Nações Unidas e pela <a href="https://www.92y.org/">92StreetY</a>. Hoje, é uma Organização autónoma, com o Leadership Support da <a href="https://www.gatesfoundation.org/">Fundação Bill &amp; Melinda Gates</a>.</div><div>Desde sempre que este é um dia para toda a gente, que em qualquer lugar, pode doar e retribuir.</div><div>Com o passar dos anos, tornou-se no maior movimento mundial de solidariedade , sendo hoje uma comunidade de milhões que luta em conjunto para um mundo mais generoso.</div><div>Actualmente, este movimento está presente oficialmente em mais de 70 países por todo o mundo, incluindo EUA, Canadá, Rússia, Alemanha, Espanha, Singapura, Austrália e Brasil. Há actividades em mais de 150 países.</div><div>Comemorado intencionalmente na primeira 3ªfeira após o Black Friday e alimentado pelo poder das redes sociais e da colaboração, o GivingTuesday inspira milhões de pessoas em todo o mundo a dar a cara e a retribuir às causas e problemas que são importantes para cada um.</div><div>O objetivo é criar uma onda massiva de generosidade que dure para além do dia do GivingTuesday e que atinja todas as pessoas do planeta, sob o mote Dar para Mudar.&quot;</div><div>A Associação Solo Adventures também vai participar. No dia 3 de dezembro ficarás a saber qual a iniciativa que vamos lançar e que poderás apoiar até ao final do ano! Por agora ficam aqui algumas das formas de como podes colaborar connosco durante todos os anos:</div><div>⌚ Doar tempo<a href="http://bit.ly/Equipa">Faz parte da nossa equipa de voluntariado!</a></div><div>🧠Doar conhecimento<a href="https://soloadventures.typeform.com/to/k9gTPE">Gostavas de fazer parte da nossa equipa de formação?</a></div><div>✨Doar talento<a href="mailto:geral@soloadventures.pt?subject=Doar Talento">Diz-nos qual é o teu talento e como gostavas de o colocar em prática. Depois fazemos o match!</a></div><div>Faz parte desta casa de Sonhadores Praticantes!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Cláudia, as lições de quem vive contra o femicídio</title><description><![CDATA[Femicídio, a "morte das mulheres pelo simples facto de serem mulheres". Revoltante? Sim, isto existe. A Cláudia Rosário é uma órfã da violência doméstica. A sua história traz tanto de emoção como de luta.Sinopse sobre como a conheciEm 2009 (sim há 10 anos!) fomos calhar à mesma turma de licenciatura em Relações Internacionais no ISCSP. É verdade que nunca trocámos muitas palavras mas não nos perdemos o rasto. Quem diria que passados estes anos teríamos tanto para partilhar? Fico feliz.Sinopse<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_548a93e2f1554c039097c960d504771b%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurers Joana &amp;amp; Cláudia</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/04/13/Claudia-as-licoes-de-quem-vive-contra-o-femicidio</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/04/13/Claudia-as-licoes-de-quem-vive-contra-o-femicidio</guid><pubDate>Sat, 30 Nov 2019 08:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Femicídio, a &quot;morte das mulheres pelo simples facto de serem mulheres&quot;. Revoltante? Sim, isto existe. A Cláudia Rosário é uma órfã da violência doméstica. A sua história traz tanto de emoção como de luta.</div><div>Sinopse sobre como a conheci</div><div>Em 2009 (sim há 10 anos!) fomos calhar à mesma turma de licenciatura em Relações Internacionais no <a href="https://www.iscsp.ulisboa.pt/pt">ISCSP</a>. É verdade que nunca trocámos muitas palavras mas não nos perdemos o rasto. Quem diria que passados estes anos teríamos tanto para partilhar? Fico feliz.</div><div>Sinopse sobre a Cláudia</div><div>Esta história é tão especial quanto outras que são partilhadas aqui porque trata-se de uma vida, contudo esta por tudo o que carrega faz sentido que seja em grande parte contada pelo digitar das teclas da Cláudia e não tanto das minhas. Já vais perceber porquê.</div><div>&quot;Nos últimos dias pensei muito sobre o que escrever para responder ao teu desafio. A minha história, a minha vida, é marcada por alguns acontecimentos dramáticos que definiram o meu percurso, a minha personalidade e a minha forma de ver o mundo. Por momentos pensei que talvez fosse melhor voltar atrás e dizer-te que não estou à altura de responder ao teu desafio. Todos os exemplos que tens apresentado são tão positivos! Mas depois pensei melhor e...porque não?  Vou então falar-te um bocadinho de mim. 2004. Foi em 2004 que toda a minha vida mudou. Era apenas uma criança de 12 anos como tantas outras numa cidade pequena do interior do país e como tantas outras crianças queria estar com os meus amigos da escola horas a fio, partilhar com eles as aventuras do dia-a-dia, rir, dizer e fazer disparates, falar sobre tudo e falar sobre nada. Até há pouco tempo vivia apenas com a minha mãe, durante anos fomos só nós as duas. Tenho duas irmãs mais velhas que cedo saíram de casa e seguiram as suas vidas.A certa altura, deixámos de ser apenas as duas e o homem que mudou a minha vida passou a fazer parte dos nossos dias. Nunca suspeitei de nada, nunca assisti a discussões ou maus-tratos.13 de abril de 2004, 10h: estávamos no restaurante da minha mãe e fomos surpreendidas por ele. Tinham discutido na noite anterior. Ele tinha “ciúmes”. Segundo ele, a minha mãe “falava demais com os clientes”, “era demasiado simpática”. Ele havia passado o dia anterior escondido no restaurante a “observar”, saiu do esconderijo na hora do fecho, ameaçou-a e ela fugiu. Veio ter comigo a casa da minha melhor amiga. Tinha-lhe pedido para dormir lá e ela acedeu. Quando chegou, a minha mãe estava em lágrimas, assoberbada por um medo terrível. Tentámos demove-la de regressar a casa ou ao restaurante, mas na manhã seguinte preocupada com as dívidas do negócio disse não poder ter o restaurante fechado um único dia. Fui com ela. Pouco depois de chegarmos ao restaurante, ele entrou, discutiram e breves minutos depois a minha mãe estava morta.Fiquei em choque, mas tudo o que aconteceu a partir desse momento foi de tal forma inacreditável que durante muito tempo acreditei que tudo não passava de um pesadelo. Fui levada para o hospital mais próximo para que pudessem tratar da minha perna (não senti, mas ao tentar defender a minha mãe levei uma facada). Depois, fui levada para outro hospital a 20km dali para que um psicólogo me pudesse dizer aquilo que eu já sabia: a minha mãe morreu. Nesse mesmo dia, fui levada para a casa da minha irmã mais velha.Passaram-se meses de angústia e dor. À dor sentida juntou-se o peso de ser a única testemunha. Não fui tratada como uma criança, muito menos como uma criança que perdeu a mãe. Fui tratada como mais uma testemunha! Fui levada a tribunal e repeti o que vi vezes sem conta. Fi-lo na presença do homem que mudou a minha vida. Fi-lo numa sala de portas abertas onde a presença de dezenas de pessoas me fez sentir ainda mais pequenina. Fi-lo sem qualquer tipo de apoio psicológico. Todo o processo me fez acreditar que podia ter feito alguma coisa para evitar a morte da minha mãe. Juro que acreditei. E se...? E se...? Tantos ses!  Os dias passaram e tudo parecia regressar a uma certa normalidade até ao momento em que oiço o meu cunhado ameaçar a minha irmã. “Vê lá se queres acabar como a tua mãe”. Não foi a primeira vez e muitas mais se seguiram. Não havia dia em que estivesse tudo bem. Violência física, violência psicológica, jogos emocionais, chantagem. Tudo parecia valer. Pensei mais uma vez que tudo não passava de um pesadelo. Não era possível. Aquilo não estava a acontecer. Nesse momento tive medo, muito medo. Não queria ficar sem a minha irmã. Não queria que as minhas duas sobrinhas ficassem sem a mãe. Não podia acontecer. A história não podia repetir-se. Decidi que tinha de fazer alguma coisa, mas não sabia o quê.<div>Passaram-se 4 anos até conseguir perceber o que fazer. Vi um poster da <a href="https://apav.pt/apav_v3/index.php/pt/">APAV</a> e liguei.</div> Esse foi o primeiro passo para sairmos dali. Em 2008 fugimos. Eu, a minha irmã e as minhas duas sobrinhas. Com a roupa do corpo. Fomos recebidas numa <a href="https://www.apav.pt/10anos10historias/index.php/claudia">Casa de Abrigo de Alcipe</a>. Muito aconteceu desde então.</div><div>Hoje sei que pouco ou nada uma criança pode fazer numa situação como esta.Se aprendi a lidar com a morte? Talvez. Se aprendi a lidar com sentimento de abandono? Não. Abandono por parte de quem? De um inexistente Estado Social. O mesmo Estado que se orgulha de ter uma das Leis Constitucionais mais progressistas do mundo e que afirma assegurar &quot;especial proteção às crianças órfãs, abandonadas ou por qualquer forma privadas de um ambiente familiar normal&quot; (<a href="https://dre.pt/web/guest/legislacao-consolidada/-/lc/337/201803261725/128033/element/diploma">Artigo 69.º</a> da Constituição da República Portuguesa). Daquilo que está escrito à realidade vai uma grande diferença. Não basta entregar a criança a quem está mais à mão: familiares diretos ou não, instituições, não importa. O que acontece depois ninguém sabe. O Estado não tem capacidade de dar apoio nem de monitorizar o crescimento destas crianças. Ou talvez não queira ter essa capacidade.Estas crianças, como eu, têm o direito de ser vistas como vítimas. Vítimas que necessitam de uma intervenção social integrada. Não podem simplesmente ser encaradas como um “complemento” da mãe, mas como um sujeito com necessidades específicas, num contexto relacional impregnado pela violência. Os efeitos que o trauma da exposição à violência doméstica pode ter no desenvolvimento psicológico, emocional e cognitivo das crianças são complexos. A criança de 12 anos cresceu à força e é hoje é uma mulher atenta a este assunto. Hoje, eu e a minha irmã estamos em segurança. As minhas sobrinhas estão em segurança. Quebrámos o ciclo de violência apesar de todas as dificuldades. Podia dizer que tudo está bem quando acaba bem.Mas, para mim, esta guerra ainda agora começou. Enquanto órfã da violência doméstica, considero que é crucial dar voz, dar cara às centenas de crianças vítimas invisíveis da violência doméstica.Não chega dizer basta. É preciso agir. Cerca de 700 crianças ficaram órfãs na última década. Precisamos de medidas rápidas e eficazes para mudar esta realidade. E porque a cidadania ativa é um instrumento poderoso, no inicio de dezembro de 2018 nasceu oficialmente a Contra o Femicídio | Associação de Familiares e Amigas/os de Vítimas de Femicídio – ACF. A Contra o Femicídio é uma associação não-governamental criada em dezembro de 2018, no contexto da violência contra as mulheres com base no género e violência doméstica.</div><div> Apesar de sediada em Lisboa, é uma associação de âmbito nacional e que irá orientar-se pelos princípios fundamentais que decorrem de referenciais internacionais na área dos Direitos Humanos, nomeadamente a Convenção do Conselho da Europa para a Prevenção e o Combate à Violência contra as Mulheres e a Violência Doméstica, adotada em Istambul, a 11 de maio de 2011. O surgimento desta associação, que pretende ser ativa na prevenção e no combate ao femicídio, resulta do reconhecimento de que a violência com base no género constitui uma grave violação de Direitos Humanos e que causa, muitas vezes, mortes de mulheres, crianças, amigas/os e profissionais. É neste contexto, que adotamos como objeto/missão o apoio às famílias envolvidas em situações de violência contra as mulheres baseada no género, que resultam em homicídio das mesmas ou morte posterior resultante de agressões e/ou homicídio de vítimas colaterais, de forma a ultrapassarem o processo do luto e a retomarem o controlo das suas vidas.</div><div>...</div><div>E...é isto! Entretanto fui fazendo outras coisas. Trabalhei e estudei sempre ao mesmo tempo. Primeiro no ISCSP (Relações Internacionais), depois na <a href="https://www.fcsh.unl.pt/">FCSH</a> (Ciências da Comunicação). Trabalho há cerca de 4 anos e meio no British Council. E no meio desta loucura toda que é a minha vida considero que sou uma rapariga com sorte porque o universo me muniu de muita energia, positivismo e boa disposição. Tenho conhecido pessoas incríveis. Tenho amigas e amigos espetaculares. Tenho um namorado maravilhoso com quem vou casar a 13 de abril de 2019 (15 anos depois! do dia que mudou a minha vida) e tenho tido a oportunidade de viajar um bocadinho pelo mundo. Fascina-me a diferença que existe em cada um de nós e sou uma apaixonada pela vida&quot;.</div><div>Entretanto a Cláudia já se casou e mais episódios teria para contar. Fica o convite para explorares o seu testemunho e o trabalho que faz em prol dos Direitos Humanos que está espelhado no mundo online: <a href="https://www.rtp.pt/play/p5337/e390762/pros-contras">Pros &amp; Contras</a> em Fevereiro 2019 sobre o tema &quot;<a href="https://www.rtp.pt/play/p5337/e390762/pros-contras">A tragédia da violência doméstica</a>&quot; aos 17 minutos; os artigos na <a href="https://capitalmag.pt/2019/03/14/2314/">Capital Mag</a><a href="https://capitalmag.pt/2019/03/14/2314/">, no</a><a href="https://www.dn.pt/lusa/interior/associacao-contra-o-femicidio-alerta-para-criancas-orfas-vitimas-de-violencia-domestica-10538752.html">Diário de Notícias</a><a href="https://www.dn.pt/lusa/interior/associacao-contra-o-femicidio-alerta-para-criancas-orfas-vitimas-de-violencia-domestica-10538752.html">, no</a><a href="https://observador.pt/2019/02/05/associacao-contra-o-femicidio-alerta-para-criancas-orfas-vitimas-de-violencia-domestica/">Observador</a><a href="https://www.dn.pt/lusa/interior/associacao-contra-o-femicidio-alerta-para-criancas-orfas-vitimas-de-violencia-domestica-10538752.html">,</a><a href="https://tvi.iol.pt/atardeesua/videos/claudia-tinha-doze-anos-quando-viu-o-padrasto-matar-a-mae/5c23ac440cf24b98d357f936">na</a><a href="https://tvi.iol.pt/atardeesua/videos/claudia-tinha-doze-anos-quando-viu-o-padrasto-matar-a-mae/5c23ac440cf24b98d357f936">TVI,</a><a href="https://tvi.iol.pt/atardeesua/videos/claudia-tinha-doze-anos-quando-viu-o-padrasto-matar-a-mae/5c23ac440cf24b98d357f936"></a><a href="https://rr.sapo.pt/2019/04/16/pais/vitimas-silenciosas-testemunhas-silenciadas-as-criancas-sao-completamente-esquecidas-pelo-estado/especial/148197/">na</a><a href="https://rr.sapo.pt/2019/04/16/pais/vitimas-silenciosas-testemunhas-silenciadas-as-criancas-sao-completamente-esquecidas-pelo-estado/especial/148197/">Rádio Renascença</a><a href="https://rr.sapo.pt/2019/04/16/pais/vitimas-silenciosas-testemunhas-silenciadas-as-criancas-sao-completamente-esquecidas-pelo-estado/especial/148197/">,</a><a href="http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2019-05-18-O-dramatico-relato-na-primeira-pessoa-de-uma-sobrevivente-de-violencia-domestica">Visão</a><a href="http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2019-05-18-O-dramatico-relato-na-primeira-pessoa-de-uma-sobrevivente-de-violencia-domestica">,...</a></div><div>Em Julho 2019 a ACF foi uma das entidades que subscreveu o<a href="https://plataformamulheres.org.pt/comunicado-a-imprensa-projeto-de-lei-n-o-1183-xiii-4-a-be-votacao-na-ar-em-19-07-2019/">Projeto de Lei n.º 1183/XIII/4.ª (BE) que &quot;protege as crianças que testemunhem crimes de violência doméstica e torna obrigatória a recolha de declarações para memória futura no decorrer do inquérito (6.ª alteração ao regime jurídico aplicável à prevenção da violência doméstica e à proteção e à assistência das suas vítimas) – Votação no último plenário da AR&quot;.</a></div><div><a href="https://www.dn.pt/pais/interior/503-mulheres-assassinadas-em-14-anos-femicidio-esta-a-aumentar-10591096.html">De 2005 até 2018 foram mortas 503 mulheres.</a> Em 15 anos cerca de 33 mulheres ao ano perderam a vida nas mãos de alguém e deixaram à força as suas famílias.</div><div>Deixamos-te o contacto da associação caso sintas que precisas de conversar e contribuir para esta missão: associacao.contraofemicidio@gmail.com</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_7593491cc9a0491da3885fa5717e2d25~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_548a93e2f1554c039097c960d504771b~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_a9b22095d5084253bfa88e6c88a4f91b~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_72db1bc02d6847b38927b575ac4cb457~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_28e44d6cb6654b238b73694466326f86~mv2.jpg"/></div><div>👉Subscreve a nossa <a href="http://bit.ly/NewsletterSoloAdventures">newsletter</a> e adere à nossa <a href="http://bit.ly/ComunidadeSoloAdventures">comunidade</a> de Sonhador@s Praticantes. </div><div>Não percas uma aventura!</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Solo Adventurers Joana &amp; Cláudia Rosário</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Convite: Jantar Solidário | Gratidão Social à Mesa!</title><description><![CDATA[Está a chegar a altura do ano em que existe a maior concentração de jantares de grupo por semana...e o Solo Adventures traz-te uma solução, onde só tens de aparecer com os teus amig@s! Este ano sê solidári@ e tem zero dores de cabeça em preparar a logística. Trata-se de um Jantar solidário de networking no qual a Gratidão Social é servida à mesa! Os fundos revertem para o projeto social Cozinha Popular da Mouraria e para a Associação Solo Adventures. Será um momento de partilha, com convidados<img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_896c525ccfc34a4588998228b22d3eee%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/11/27/Jantar-Solidario-Gratidao-Social-a-Mesa</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/11/27/Jantar-Solidario-Gratidao-Social-a-Mesa</guid><pubDate>Wed, 27 Nov 2019 13:24:48 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Está a chegar a altura do ano em que existe a maior concentração de jantares de grupo por semana...e o Solo Adventures traz-te uma solução, onde só tens de aparecer com os teus amig@s! Este ano sê solidári@ e tem zero dores de cabeça em preparar a logística. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_896c525ccfc34a4588998228b22d3eee~mv2.png"/><div>Trata-se de um Jantar solidário de networking no qual a Gratidão Social é servida à mesa! Os fundos revertem para o projeto social <a href="https://www.facebook.com/CozinhaPopularDaMouraria/">Cozinha Popular da Mouraria</a> e para a Associação Solo Adventures. Será um momento de partilha, com convidados especiais, networking humano e muitas surpresas!</div><div>Os lugares são limitados por isso faz a tua inscrição (gratuita) e dos teus amig@s <a href="http://bit.ly/jantarSA">aqui</a>.</div><div>18 dezembro </div><div>19h30</div><div><a href="https://goo.gl/maps/RfgB8fiChRzpKUBp6">Cozinha Popular da Mouraria em Lisboa</a></div><div> 🍽️ Menu 2 entradas + 1 prato + 1 sobremesa + bebidas incluídas</div><div>(em breve vamos desvendar as iguarias para te deixar com ainda mais apetite!) 🚀 𝐂𝐨𝐧𝐯𝐢𝐝𝐚𝐝𝐚 𝐄𝐬𝐩𝐞𝐜𝐢𝐚𝐥 👩🚀 <a href="https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/08/05/Carla-Costa-viver-com-marca-pessoal">Carla Costa</a> Especialista em criação de marcas autênticas</div><div>👩🚀 <a href="https://www.publico.pt/2018/07/07/fugas/noticia/a-faztudo-a-quem-so-falta-uma-coisa-transformar-lisboa-numa-cidade-comestivel-1836964">Adriana Freire</a></div><div>Fundadora da Cozinha Popular da Mouraria</div><div> 💥 𝐌𝐚𝐢𝐬 𝐬𝐮𝐫𝐩𝐫𝐞𝐬𝐚𝐬 𝐯ão 𝐬𝐞𝐫 𝐚𝐧𝐮𝐧𝐜𝐢𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐞𝐦 𝐛𝐫𝐞𝐯𝐞!💥 🎟️ 𝐕𝐚𝐥𝐨𝐫 𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐥: 𝐏ú𝐛𝐥𝐢𝐜𝐨 𝐠𝐞𝐫𝐚𝐥 12,50€ a pagar no evento 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐒𝐨𝐥𝐨 𝐀𝐝𝐯𝐞𝐧𝐭𝐮𝐫𝐞𝐬 10,00€ 𝐈𝐧𝐬𝐜𝐫𝐢çã𝐨 𝐠𝐫𝐚𝐭𝐮𝐢𝐭𝐚 𝐞𝐦: http://bit.ly/jantarSA 🍴 Jantar 10€ pagos no evento à Cozinha Popular da Mouraria 🍴 Donativo 2,50 pagos no evento à Associação Solo Adventures que serão aplicados nas iniciativas do planeamento 2020 a custo zero para os seus beneficiários.</div><div>Quem é quem?</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_8f2e26f77d9a4ef0b48478aecb887dbf~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_063b36daa3fc4f668adacd242c9a146c~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_07b2da7bc9cd4e0c92eeeefe552e395e~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_b84470951ab74124afc11f82b4ee5314~mv2.png"/></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Mami Pereira, entre muitas coisas arquelojista e uma mulherzinha d(O) Caraças</title><description><![CDATA[O primeiro impacto que muit@s poderão ter é o visual, estanque ele na beleza da Mami ou nas palavras inteligentes com toque de humor e pitadas perspicazes que partilha nas suas redes online. Mas uma mulher é mais do que enxergam os olhos, e esta é uma tempestade em dia de sol com poesia e cabeça fresca. O que significa tudo isto? Vem daí ler.Sinopse de como nos conhecemosFoi no evento que já te falámos aqui pelo Solo Adventures, o das Garotas pelo mundo, que conheci a Mami pessoalmente. Com um<img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_3d95581ddc9344ca90226e0dfa662aa6%7Emv2_d_2322_4128_s_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana &amp;amp; Mami</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/11/16/Mami-Pereira-entre-muitas-coisas-arquelojista-e-uma-mulherzinha-dO-Cara%C3%A7as</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/11/16/Mami-Pereira-entre-muitas-coisas-arquelojista-e-uma-mulherzinha-dO-Cara%C3%A7as</guid><pubDate>Sat, 16 Nov 2019 08:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>O primeiro impacto que muit@s poderão ter é o visual, estanque ele na beleza da Mami ou nas palavras inteligentes com toque de humor e pitadas perspicazes que partilha nas suas redes online. Mas uma mulher é mais do que enxergam os olhos, e esta é uma tempestade em dia de sol com poesia e cabeça fresca. O que significa tudo isto? Vem daí ler.</div><div>Sinopse de como nos conhecemos</div><div>Foi no evento que já te falámos aqui pelo Solo Adventures, o das <a href="http://bit.ly/GarotasPeloMundoEvento">Garotas pelo mundo</a>, que conheci a Mami pessoalmente. Com um sorriso no rosto, mil histórias mirabolantes para partilhar e muitos projetos - um deles em<a href="https://mamipereira.wixsite.com/home/livro"></a><a href="https://mamipereira.wixsite.com/home/livro">formato de livro</a>. </div><div>Sinopse sobre a Mami</div><div>Comecemos por quem a conhece melhor, ela própria Maria Miguel – ou mais amplamente conhecida Mami – Pereira. Na sua &quot;autopsicografia&quot; diz ser &quot;lisboeta do planeta. Viajante constante. Aventureira de lareira. Epicurista optimista. Cronista crónica. Arqueolojista bairrista. Escritora ex-editora. Feminista activista. Esteta pouco atleta. Poeta sempre incorrecta. Acolchoada a feijoada e temperada a mariscada. Amante de fotografia, nostalgia e ironia. E queijo, obviamente!&quot;</div><div>O próximo momento poderá parecer um spot publicitário às habilidades desta mulher, mas na verdade são apenas pequenas parcelas bonitas e inspiradoras que a compõem.</div><div><a href="http://arqueolojista.pt/achados/xavier-moreira-o-sapateiro-piloto"></a><a href="http://arqueolojista.pt/achados/xavier-moreira-o-sapateiro-piloto"></a><div>Numa espécie de roleta aqui vão alguns factos:  licenciada em Comunicação Cultural </div>e História de Arte, foi editora do Guia Le Cool, é viajante há mais de 11 anos e autora de inúmeras crónicas que enchem as páginas de publicações digitais como o Jornal <a href="https://eco.sapo.pt/perfil/mami-pereira/">ECO,</a><a href="https://www.dinheirovivo.pt/autor/mami-pereira/">Dinheiro Vivo</a><a href="https://www.dinheirovivo.pt/autor/mami-pereira/">,</a><div><a href="https://www.dinheirovivo.pt/autor/mami-pereira/"></a><a href="http://lisboa.convida.pt/">Guias Convida</a><a href="https://www.dinheirovivo.pt/autor/mami-pereira/">,</a><a href="https://parqmag.com/wp/">Parq.</a> Conhecida como <a href="https://www.instagram.com/mamigeographic/">Mami Geogra</a></div><div><a href="https://www.instagram.com/mamigeographic/">phic</a> diz-se feminista e é a curadora da página &quot;<a href="https://www.instagram.com/mulherzinhas_dc/">Mulherzinhas (d)O Caraças</a>&quot;.</div> Tem o sonho de pisar um palco mas diz que até que chegue esse momento tem o Mundo.</div><div><a href="https://gangdopepreto.com/mami-pereira/">Numa das entrevistas</a>que deu deixou calcada a pegada que deseja deixar no mundo: &quot;Inspiração. O meu contributo é imaterial. Lá fora sou uma embaixadora de Portugal, cá dentro sou uma inspiradora de audácias. Não estou preocupada com tarecos e heranças. A minha obra sou eu&quot;.</div><div><div>A Mami Pereira é tudo que diz ser e tudo aquilo que mostra. O seu projeto inspirador Arqueolojista abre a porta à descoberta pelo que é tradicional e genuíno do nosso património. Fragmentos de histórias reais como a do </div><a href="http://arqueolojista.pt/node/66">Sr. Acácio - escultor da bica,</a> do <a href="http://arqueolojista.pt/achados/xavier-moreira-o-sapateiro-piloto">Xavier Moreira - o sapateiro piloto</a> e da <a href="http://arqueolojista.pt/achados/tia-lila-vendedora-maravilha">Tia Lila - a vendedora maravilha</a><div>, fazem-nos sentir a textura das esculturas, o cheiro da cola das solas e ver o fumo que sai das castanhas assadas. Enquanto fotógrafa e escritora este seu projeto de grande sucesso chegou além fronteiras, tendo tido direito em 2013 a uma <a href="https://vimeo.com/61204370">exposição em Curitiba</a> no Brasil.</div></div><div><div>Podes ouvi-la pelas bandas da <a href="https://www.youtube.com/watch?v=drM-9mSzaPU&amp;feature=youtu.be">Prova Oral</a><a href="https://www.youtube.com/watch?v=drM-9mSzaPU&amp;feature=youtu.be">e no podcast</a><div><a href="https://sofiadeassuncao.com/podcast-mami-pereira/">Musas</a><a href="https://www.youtube.com/watch?v=drM-9mSzaPU&amp;feature=youtu.be">,</a></div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=drM-9mSzaPU&amp;feature=youtu.be"></a></div><div>lê-la na <a href="https://anossaprima.sapo.pt/tribo/artigos/nao-ha-duas-prima-sem-tres">revista PRIMA</a>,</div><div>no <a href="https://gangdopepreto.com/mami-pereira/">Gang do Pé Preto,</a><a href="https://gangdopepreto.com/mami-pereira/">na</a><a href="http://upmagazine-tap.com/pt_artigos/check-list-de-mami-pereira/">UP Magazine da TAP,</a><a href="http://upmagazine-tap.com/pt_artigos/check-list-de-mami-pereira/">vê-la na &quot;</a><a href="https://tviplayer.iol.pt/">É a vida Alvim</a><a href="http://upmagazine-tap.com/pt_artigos/check-list-de-mami-pereira/">&quot;,</a><a href="https://www.youtube.com/watch?v=9YWo5EHhuLI">Metamorfose Ambulante do Maluco Beleza</a> e n'</div><div><a href="https://vimeo.com/174492433">O</a><a href="https://vimeo.com/174492433">meu blog é o meu negócio</a></div>.</div><div>Nos seus mil cantos online podes encontrar imagens de viagens passadas, presentes e algumas que nos projetam para o futuro. A Mami é um baú nada poeirento que guarda aqueles acontecimentos que marcam a vida e se tornam em boas histórias para se contar seja em novo ou velhinho à volta de uma mesa com amigos e conhecidos. Uma delas poderia começar assim...”e lembram-se daquela vez em que tivemos de vender 60 bilhetes no metro porque só tínhamos uma nota que valia 40€ e a máquina não nos dava troco?” Sim, isso aconteceu e ela contou<a href="https://vimeo.com/41673223">aqui</a>.</div><div>Outra das histórias desse baú traz uma curiosidade: há mais de oito anos que não passa um inverno em Portugal, foge sempre de mala aviada para os trópicos! O passaporte não tem descanso, assim como a sua cabeça criativa.</div><div>Mais destas podíamos-te contar mas por agora fiquemos na reflexão das suas lições de vida para nós.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_ef14a67b61984a298c702626e2f7f43c~mv2_d_3072_4608_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_3d95581ddc9344ca90226e0dfa662aa6~mv2_d_2322_4128_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_d71c67fa88d3457c80746b51b9139811~mv2_d_4608_3072_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_cbf62220ffbb4e7c93efad59d433c177~mv2_d_3072_4608_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_d57bc3b01dbe40f89b6976156bcf8e53~mv2_d_2995_4491_s_4_2.jpg"/></div><div>Lições de vida na primeira pessoa</div><div>-da Mami para nós-</div><div>1. O herói és tu!  Sempre. Do primeiro choro ao teu último &quot;ai&quot;. A estrada é só tua. Dom Quixote e Harry Potter moram em livros diferentes, certo? Não há competição possível. Só tu chegas onde quiseres e convém que seja aonde queres. Não fazes ideia o que queres? Não há problema, a estrada faz o herói!</div><div>2. Tu já és!  Já nascemos com os talentos que vamos precisar para a nossa aventura. Se precisarmos de talentos que não temos é porque estamos na aventura errada. Nós já somos. A gigantesca sequoia mora dentro da mínima semente. O tempo faz o resto. As árvores parecem-te stressadas?</div><div>3. A Viagem é a Vida!  Não há preparação possível. Quanto mais tempo estiveres na estrada mais hipóteses tens que tudo corra bem e que tudo corra mal. E nem precisas de ir a correr! Vais chorar, adoecer e até podes ficar sem nada mas vais sorrir, renascer e ganhar coisas que nunca poderão ser roubadas. A viagem não te mostra o mundo, mostra-te a ti no mundo. E quanto mais para fora fores mais para dentro vais. Tu és a viagem (mega guruzada)!</div><div>4. Tudo acaba bem!  Mesmo quando acaba mal. A vida foi uma aventura do caraças. Uma experiência imersiva total. É ouvir os velhos e aproveitar enquanto os joelhos ainda funcionam. É fazer como o Zorba e usar a alegria, a tristeza, a raiva e o amor para dançar, dançar, dançar. É saber que o tempo cura quase tudo...e comer e dormir curam tudo o resto.</div><div>5...Falta a música! Melhor companheira de viagem. A música é antídoto e veneno. Cria atmosferas. Limpa feridas. Abraça como um cobertor. Enche-nos de coragem. Chora connosco. Embebeda os sentidos. A música é o perfume dos ouvidos. É o verdadeiro Esperanto. Se eu só pudesse oferecer uma coisa a um Herói, seria a Música: Amuleto, armadura e arma. O resto é história!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Partilhar inspiração vale a pena?</title><description><![CDATA[O dia 26 de outubro de 2019 ficará marcado na nossa história. Num café centenário na cidade de Tomar partilhámos inspiração com duas oradoras internacionais e muit@s mais Sonhador@s Praticantes que se juntaram. Foi neste evento que escolhemos comunicar uma novidade muito bonita que vamos agora partilhar contigo se não conseguiste estar presente.Um sábado à tarde que levou mais de 30 pessoas a tomar um café diferente, acompanhado pelo açúcar da partilha de histórias e lições de vida de duas]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/11/01/Partilhar-inspira%C3%A7%C3%A3o-vale-a-pena</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/11/01/Partilhar-inspira%C3%A7%C3%A3o-vale-a-pena</guid><pubDate>Fri, 01 Nov 2019 22:26:11 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>O dia 26 de outubro de 2019 ficará marcado na nossa história. Num café centenário na cidade de Tomar partilhámos inspiração com duas oradoras internacionais e muit@s mais Sonhador@s Praticantes que se juntaram. Foi neste evento que escolhemos comunicar uma novidade muito bonita que vamos agora partilhar contigo se não conseguiste estar presente.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_79635001fd7649d7a5a68c119509170f~mv2_d_4087_2725_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_3b7f119d13284f5eb7b6befca9e3e6f5~mv2_d_4087_2725_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_4f738c04d1534151812cde8bf7addbc7~mv2_d_4087_2725_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_cba47c5b5a3646039af6532e64e1bed9~mv2_d_4087_2725_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_e4556c2ba76e40c1a12fd8d27c1c044b~mv2_d_4087_2725_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_b9364661aa4a485c907f7d6cbd6c42d5~mv2_d_4087_2725_s_4_2.jpg"/></div><div>Um sábado à tarde que levou mais de 30 pessoas a tomar um café diferente, acompanhado pelo açúcar da partilha de histórias e lições de vida de duas pessoas inspiradoras:</div><div><div><a href="https://www.leylaacaroglu.com/">Leyla Acaroglu</a> - <a href="https://www.unenvironment.org/pt-br/noticias-e-reportagens/story/leyla-acaroglu-designer-vanguardista-que-transforma-visoes-de-mundo">Campeã da Terra pelas Nações Unidas</a> e fundadora de vários projetos (<a href="https://www.coproject.co/">CO Project Farm</a>, <a href="https://www.disruptdesign.co/">Disrupt Design,</a><a href="https://www.unschools.co/">UNSchool</a> e <a href="https://www.anatomyofaction.org/">Anatomy of action</a>) </div><div><a href="https://www.keniaar.com/">Kenia de Aguiar Ribeiro</a> - arqueologia, fotografia e design juntam-se numa só pessoa.</div></div><div>Para mais detalhes e conteúdo sobre ambas <a href="http://bit.ly/NetworkingMudançaConvite">lê este artigo</a> que foi publicado há uns tempos por aqui.</div><div>Fotos do evento podes encontrar <a href="https://www.facebook.com/pg/soloadventuresofficial/photos/?tab=album&amp;album_id=658597334667309">aqui</a>.</div><div>Uma das novidades partilhadas pelo Solo Adventures foi a de que... 🥁🥁</div><div>Somos oficialmente uma associação sem fins lucrativos! Em breve vamos publicar um artigo onde explicaremos com mais foco 1) a nossa missão, visão, propósito; 2) os nossos projetos; 3) formas como podes participar pontualmente ou continuadamente.</div><div>Voltando ao que foi este evento de networking humano.</div><div>Algumas das pessoas presentes deixaram o seu testemunho por escrito:</div><div>&quot;Gostei muito de ouvir novas ideias, e novas formas de ajudar o ambiente! Ter uma pegada mais sustentável.&quot;</div><div>&quot;Boas apresentações com conteúdo enriquecedor e incentivador para a definição de novas ideias. Continuação de um bom trabalho!&quot;</div><div>Esperamos que estas palavras te incentivem a não perderes os próximos eventos do Solo Adventures 😉</div><div>Uma outra novidade é que em breve poderás aceder a conteúdos exclusivos na nossa área reservada deste site, um deles é a partilha completa deste evento com conselhos valiosíssimos! Subscreve <a href="http://bit.ly/NewsletterSoloAdventures">a nossa newsletter</a> para receberes o alerta de quando estiver online.</div><div>Por agora fica com algumas citações das nossas oradoras ditas no evento e que são um bom motor para te fazer refletir:</div><div>&quot;...é preciso girar a manivela do universo!&quot; - Kenia</div><div>Por vezes aquilo que queremos está à distância da nossa tomada de decisão. Não podemos ficar à espera que algo aconteça, é necessário fazer por isso. Mesmo que para tal acontecer tenhamos de nos empurrar para o incerto.</div><div>&quot; da filosofia hindu, o dharma e karma. O primeiro significa 'lei', a da evolução. O caminhar em direção aquilo que a sua alma deseja (...) muitas pessoas falam em ter uma missão, ir ao encontro daquilo que nos faz vibrar.(...) Karma é a lei do universo, do retorno. O que acontece quando lançamos uma bola contra a parede? Ela volta para nós. (...) Temos de acreditar que a cruz nunca é maior do que podemos carregar (...)&quot; - Kenia</div><div>Devemos aceitar a lei da evolução e a do retorno com naturalidade. Encontrar aquilo que nos &quot;faz vibrar&quot; contribui para o encontro do nosso sentido de propósito e para a felicidade de viver com o copo meio cheio.</div><div>&quot;Tudo na terra está interligado&quot; - Leyla</div><div>&quot;Cada vez que fazemos algo ou decidimos não fazer, tudo isso tem um impacto no mundo&quot; - Leyla</div><div>99,9% do nosso tempo na Terra esquecemos que todas as nossas ações têm uma consequência. Trata-se da lei de Newton, o princípio da ação- reação. Para te deixar a pensar aproveito para introduzir uma<a href="https://www.pontoverde.pt/5_1_campanhas.php?idTipoCampanha=1&amp;anoCampanha=0">campanha publicitária da Sociedade Ponto Verde</a> que embora focada na reciclagem abrange uma série de ações muito comuns (infelizmente) no nosso quotidiano: &quot;É só desta vez...uma vez são vezes a mais&quot;.</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/DF0kRO_5An4"/><div>&quot;(...) the days you choose to rise above are those that create change (...)&quot; - Leyla</div><div>Não consegui/ quis traduzir esta para não se perder o sentido e poder das palavras, mas lembra-te que são nos dias em que escolhes fazer mais que são esses que vão fazer a diferença para se mudar o status quo, o que precisa de ser mudado para tudo melhorar.</div><div>...e respondendo ao título deste artigo: Sim, vale sempre a pena!</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Joana Feliciano</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Não é isto que quero para a minha vida</title><description><![CDATA[Ouvimos falar muito da geração "X", dos millennials, da "Z", da "à rasca" e afinal em que frasco com rótulo devemos entrar? Será o conceito de tempo igual para qualquer geração?Grandes especialistas categorizam a geração "X" dos que vieram depois do baby boom pós-Segunda Guerra Mundial e a"millennial" dos que nasceram entre janeiro de 1984 até dezembro de 1994. A "Gen Z" veio logo a seguir com o janeiro de 1995 e enfrascam nesta tod@s os que deram o primeiro choro no mundo até dezembro de 1999.<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_16adc1c004d248ddb23216374859a9bb%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/04/13/Nao-e-isto-que-quero-para-a-minha-vida</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/04/13/Nao-e-isto-que-quero-para-a-minha-vida</guid><pubDate>Thu, 31 Oct 2019 08:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Ouvimos falar muito da geração &quot;X&quot;, dos millennials, da &quot;Z&quot;, da &quot;à rasca&quot; e afinal em que frasco com rótulo devemos entrar? Será o conceito de tempo igual para qualquer geração?</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_16adc1c004d248ddb23216374859a9bb~mv2.jpg"/><div>Grandes especialistas categorizam a geração &quot;X&quot; dos que vieram depois do baby boom pós-Segunda Guerra Mundial e a&quot;millennial&quot; dos que nasceram entre janeiro de 1984 até dezembro de 1994. A &quot;Gen Z&quot; veio logo a seguir com o janeiro de 1995 e enfrascam nesta tod@s os que deram o primeiro choro no mundo até dezembro de 1999. Neste momento a geração em crescimento ainda está por rotular mas já é alvo de estudos por observação.</div><div>Eu sou millenial, e o que quer dizer isto? Sou da geração Y que nasceu entre os desenvolvimentos tecnológicos e a prosperidade económica. De acordo com o estudo <a href="https://www2.deloitte.com/content/dam/Deloitte/global/Documents/About-Deloitte/gx-2018-millennial-survey-report.pdf">2018 Deloitte Millennial Survey</a> a minha geração sofre de &quot;prioridades incompatíveis&quot; em termos profissionais. Olhamos para os negócios para além do factor &quot;L&quot; (i.e. lucro) e parece que não somos só nós, a geração Z vem reforçar essa posição. Reconhecemos que o <a href="https://dicionario.priberam.org/pilim">pilim</a> é importante, mas procuramos organizações que primem pelo balanço entre esse objetivo e outros: &quot;ter um positivo impacto na sociedade e no ambiente&quot;,&quot;aposte em ideias, produtos e serviços inovadores&quot;, &quot;criação de emprego, crescimento na carreira e melhoria da vida das pessoas&quot;, &quot;inclusão e diversidade no espaço de trabalho&quot;.</div><div>Tu concordas com estes pilares? E estás tu numa organização que os reconheça, respeite e vá de encontro aos teus valores?</div><div>Por experiência própria confesso que parte da minha automotivação para trabalhar numa determinada função advém do sentimento genuíno de &quot;vestir a camisola&quot; da organização onde esteja. Tenho de sentir orgulho em estar dentro dela e em prescindir do meu tempo de vida neste planeta para algo que é maior do que eu devido ao impacto positivo que tem na vida de outras pessoas e organizações.</div><div>Um amigo meu uma vez disse-me umas palavras muito sensatas e simples que faço sempre por recordar quando não me sinto bem em qualquer situação por ter de fazer algo que não seja evidente à luz dos meus princípios: &quot;o que tens de mais valioso é o tempo. Mais do que darmos dinheiro, tirarmos do nosso tempo para ajudar, participar e/ou trabalhar em algo é o que mais de precioso podemos dar. Por que se pensarmos bem estamos a dar tempo de vida, algo que nunca mais vamos recuperar&quot;.</div><div>Dito isto, sabes o que queres ou não para ti? Onde é mais valioso aplicar o teu tempo (de vida)?</div><div>Por hoje fico-me por aqui. Acho que a reflexão do tempo e do que não queremos para a nossa vida devem ser bem mastigadas e digeridas por cada um de nós. Estarei eu a fazer o que não quero para a minha vida ou estarei a dar do meu tempo às causas certas?</div><div> Outras sugestões:</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/QiYBtUG9jic"/><div>Millennials...you've got us all wrong | Ian Abston | TEDxFargo</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4f16o9Q0XGE"/><div>What do we know about the generation after millennials? | Jason Dorsey | TEDxHouston</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Joana Feliciano</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Quem é a Drop in the Ocean?</title><description><![CDATA[O coordenador de logística do campo de refugiad@s de Skaramagas (Grécia), Jean-Baptiste, explica-te o que faz a Drop in the Ocean em terreno e como tu podes fazer a diferença.📚 CAMPANHA SOLIDÁRIA | LIVROS POR UMA CAUSA 📚Até dia 31 de outubro de 2019 entrega-nos os teus livros em inglês, francês, grego, árabe e/ou farsi para que possamos doar em conjunto mais conhecimento, imaginação e sonhos às prateleiras do campo de refugiad@s em Skaramagas (Grécia).📖 Como? Está tudo aqui.Esta é uma<img src="http://img.youtube.com/vi/zFeqYjUzo-o/mqdefault.jpg"/>]]></description><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/10/20/Quem-a-Drop-in-the-Ocean</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/10/20/Quem-a-Drop-in-the-Ocean</guid><pubDate>Tue, 22 Oct 2019 07:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>O coordenador de logística do campo de refugiad@s de Skaramagas (Grécia), Jean-Baptiste, explica-te o que faz a Drop in the Ocean em terreno e como tu podes fazer a diferença.</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/zFeqYjUzo-o"/><div>📚 CAMPANHA SOLIDÁRIA | LIVROS POR UMA CAUSA 📚</div><div>Até dia 31 de outubro de 2019 entrega-nos os teus livros em inglês, francês, grego, árabe e/ou farsi para que possamos doar em conjunto mais conhecimento, imaginação e sonhos às prateleiras do campo de refugiad@s em Skaramagas (Grécia).</div><div>📖 Como? Está tudo <a href="http://bit.ly/LivrosPorUmaCausa">aqui.</a></div><div>Esta é uma iniciativa em parceria com Boutique da Cultura, Livraria Solidária de Carnide e Dråpen i Havet.</div><div>💧 A Drop in the Ocean (Dråpen i Havet) é quem gere a Biblioteca no campo de refugiad@s e vai receber esta doação.</div><div>Mas afinal quem é esta organização?</div><div>Os objetivos d' A Drop in the Ocean (em português Uma Gota no Oceano) são o de apoiar as pessoas que fogem da guerra e da perseguição, assim como a de divulgarem a situação atual dos refugiad@s e migrantes.</div><div>Fundada em setembro de 2015 , desde então, geriu mais de 6500 voluntári@s de terreno na Grécia, onde a necessidade de ajuda é alta. A organização sem fins lucrativos está presente na ilha de Lesvos, norte da Grécia e na área de Atenas.</div><div>Trabalham diretamente dentro dos campos de refugiad@s, administrados pelas autoridades gregas. As principais tarefas de trabalho são a distribuição de alimentos, roupas e itens não alimentares. Também estam envolvidos no planeamento e organização de diferentes atividades para crianças e adultos nos campos. Além disso, ajudam no ensino de inglês, no fornecimento de apoio material e logístico à educação bilíngue.</div><div>Equipa de coordenação alocada em Atenas:</div><div>Coordenadora de terreno - Manoli</div><div>Coordenador de logística - Jean-Baptiste</div><div>Coordenadora de projeto/ voluntariado - Mari &amp; Gloria</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/n9BqQaGt2_Y"/><div>Como podes contribuir?</div><div>Se és d@s que gostam de ir até o terreno podes explorar as oportunidades de voluntariado que têm <a href="https://www.drapenihavet.no/work-as-volunteer/">aqui</a>.</div><div>A <a href="https://www.linkedin.com/in/joana-feliciano/">Joana Feliciano</a> aqui do Solo Adventures fez a sua missão no campo de Skaramagas e foi dessa oportunidade que nasceu a campanha &quot;Livros por Uma Causa&quot;. Lê mais sobre as razões que a fizeram tomar essa decisão <a href="http://bit.ly/QualMissao">aqui</a>e como foi a preparação para a sua missão <a href="http://bit.ly/essencialinvisivel">aqui</a>.</div><div>Se por outro lado gostas de contribuir à distância tens várias opções:</div><div>1) <a href="https://www.drapenihavet.no/en/support/">Ser um(a) doador(a)</a> regular ou pontual</div><div>2) <a href="https://www.drapenihavet.no/en/onlinestore/">Comprar na loja da Drop um presente</a> que depois é entregue a uma pessoa refugiada</div><div>3) Acompanhando o trabalho desta organização e as partilhas que fazem no seu <a href="https://www.drapenihavet.no/en/blog/">blog</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Convite | Networking para a mudança</title><description><![CDATA[A comunidade online “Solo Adventures | Network para a Mudança” do Facebook ganha vida fora do online! Vem receber e partilhar inspiração! O que é o Networking? Há uns tempos atrás explicámos para que servia o Networking (lê aqui), hoje somos nós que trazemos do online para o offline a comunidade de Sonhadores Praticantes (i.e. especialistas das ideias à prática).Acreditamos no networking humano que vai para lá do profissional. Por isso lançámos este evento para que possas, num ambiente informal,<img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_5f9990664ff74410911d166de16e834f%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/10/13/Convite-Networking-para-a-mudanca</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/10/13/Convite-Networking-para-a-mudanca</guid><pubDate>Sun, 13 Oct 2019 19:20:39 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A comunidade online “<a href="http://bit.ly/ComunidadeSoloAdventures">Solo Adventures | Network para a Mudança</a>” do Facebook ganha vida fora do online! Vem receber e partilhar inspiração! </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_5f9990664ff74410911d166de16e834f~mv2.png"/><div>O que é o Networking? </div><div>Há uns tempos atrás explicámos para que servia o Networking (lê <a href="http://bit.ly/Networkingparaquê">aqui</a>), hoje somos nós que trazemos do online para o offline a comunidade de Sonhadores Praticantes (i.e. especialistas das ideias à prática).</div><div>Acreditamos no networking humano que vai para lá do profissional. Por isso lançámos este evento para que possas, num ambiente informal, praticar a tua escuta ativa e adquirir mais ferramentas para trabalhar na tua melhor versão enquanto descobres qual é o teu papel no mundo.</div><div>Vem conhecer as histórias de Sonhadores Praticantes ao vivo e torna-te também tu num(a) especialista das ideias à prática!</div><div>🚀 𝐒𝐨𝐧𝐡𝐚𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐏𝐫𝐚𝐭𝐢𝐜𝐚𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐯𝐚̃𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐥𝐡𝐚𝐫 𝐚 𝐬𝐮𝐚 𝐡𝐢𝐬𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐚🚀</div><div> 👩🚀 <a href="https://www.leylaacaroglu.com/">𝐋𝐞𝐲𝐥𝐚 𝐀𝐜𝐚𝐫𝐨𝐠𝐥𝐮</a></div><div>Designer australiana que vive em Nova Iorque e tem um projeto na Serra de Tomar, o <a href="https://www.coproject.co/">CO project</a>! Fundadora de duas agências de design - <a href="https://www.disruptdesign.co/">Disrupt Design</a> e <a href="http://www.ecoinnovators.com.au/">Eco Innovators</a>. Vencedora do <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ZEJIzaX8TiM">Champion of the Earth 2016</a>, atribuído pelas Nações Unidas.</div><div>Autora de vários livros e TED talks (espreita abaixo ⬇️)</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XTZGu6fOCLU"/><iframe src="https://www.youtube.com/embed/2L4B-Vpvx1A"/><div> 👩🚀 <a href="https://www.linkedin.com/in/keniaaguiarribeiro/?originalSubdomain=pt">𝐊𝐞𝐧𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐀𝐠𝐮𝐢𝐚𝐫 𝐑𝐢𝐛𝐞𝐢𝐫𝐨</a></div><div>Nos anos 70, uma criança que, de férias na casa da avó, o que mais lhe apetecia era ver as fotografias antigas conservadas numa caixa guardada no fundo do velho guarda-roupas. Aos treze anos, eram os mistérios da humanidade que lhe encantavam e, nos mapas da escola, procurava aprender sobre o Triângulo das Bermudas. Hoje, fotojornalista e arqueóloga, a história da Kenia é uma destas histórias boas de ouvir porque ilustra uma caminhada de síntese e de inspiração para abertura da nossa caixinha de sonhos.</div><div>Mais sobre a Kenia?</div><div>Espreita <a href="https://www.keniaar.com/">aqui</a> e vem a este evento descobrir mais!</div><div>TENS QUESTÕES PARA AS NOSSAS ORADORAS ? </div><div>Envia-nos um email com a tua questão que será</div><div>respondida durante o evento!</div><div><a href="mailto:soloadventuresofficial@gmail.com?subject=Questão Oradora">soloadventuresofficial@gmail.com</a></div><div>🎟️ Inscrição: A entrada é gratuita mas sujeita a inscrição prévia. A participação será limitada ao espaço disponível no local do evento. </div><div>Inscreve-te <a href="http://bit.ly/NetworkingTomar">aqui</a> antes que esgote! </div><div>⏱️ Já só temos 13 lugares! ⏱️</div><div>Nota: Quem quiser contribuir para a Campanha 📚 &quot;<a href="http://bit.ly/LivrosPorUmaCausa">Livros por UMA CAUSA</a>&quot; a decorrer até 31/10/2019 pode levar consigo a sua doação. </div><div>⛰️ <div>Quem é o Solo Adventures?</div></div><div>Nasceu em 2018 como um movimento de empreendedorismo social para empoderar o indivíduo e a mudança positiva através de histórias e lições de vida. Evoluiu e hoje constrói uma comunidade de Sonhadores Praticantes (i.e. especialistas das ideias à prática) através de eventos, formações, coaching e do digital. Pretende ajudar as pessoas a encontrar o seu propósito individual e colectivo, por isso as suas iniciativas pautam por fomentar a consciência cívica e social.</div><div>Faz networking pela mudança e aprende a partilhar a tua inspiração com o Solo Adventures! </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Fernando Branquinho, o retratista</title><description><![CDATA[Este artista passou do saxofone para a máquina fotográfica sempre em modo autodidata.Tem um olho para o retrato que transporta pessoas para ambientes que contam histórias. Tem feito da Margem Sul o lado certo da vida e de lá tem chegado ao mundo.Sinopse de como nos conhecemosConheci o trabalho do Fernando através do Cláudio Fonseca (lembras-te da sua história de vida?) quando entre conversas e podcasts me recomendou conhecê-lo. Como sou muito bem "mandada" lá fui eu falar com a pessoa que te<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_c5e4944588e5421d82a86253eda3e8cb%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurers Joana &amp;amp; Fernando</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/08/05/Fernando-Branquinho-o-retratista</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/08/05/Fernando-Branquinho-o-retratista</guid><pubDate>Wed, 09 Oct 2019 07:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Este artista passou do saxofone para a máquina fotográfica sempre em modo autodidata.Tem um olho para o retrato que transporta pessoas para ambientes que contam histórias. Tem feito da Margem Sul o lado certo da vida e de lá tem chegado ao mundo.</div><div>Sinopse de como nos conhecemos</div><div>Conheci o trabalho do <a href="https://www.instagram.com/fernando.branquinho/">Fernando</a> através do <a href="http://bit.ly/Cláudio-o-podcaster-político-de-língua-afiada">Cláudio Fonseca</a><a href="http://bit.ly/Cláudio-o-podcaster-político-de-língua-afiada">(lembras-te da sua história de vida?) quando entre conversas e podcasts me recomendou conhecê-lo. Como sou muito bem &quot;mandada&quot; lá fui eu falar com a pessoa que te trago aqui hoje. Não me arrependo, já vais perceber as razões.</a></div><div>Sinopse sobre o Fernando</div><div>Nascido em Moçambique mas crescido por Setúbal onde frequentou a Escola Secundária da Amora. É do lado dessa margem do Tejo que tem mantido a sua vida e por onde desde 2013 tem o seu estúdio/ galeria na Cruz de Pau, Amora (Seixal) e desde 2018 a <a href="http://oficinadaimagem.com/">Escola Oficina da Imagem</a> onde é Diretor. Pelo meio foi desde 1996 durante quase três décadas saxofonista na Orquestra Ligeira do Exército em Paço de Arcos.</div><div>O Fernando era saxofonista autodidata e de uma arte passou para uma outra, a fotografia. Como o fez? Estudando muito e na base da tentativa erro. Segundo o que ele acredita &quot; já se cresce com sensibilidades que depois se tornam nestes talentos&quot;. Hoje em dia carrega duas vezes o título de campeão mundial de fotografia pela seleção portuguesa no <a href="http://www.worldphotographiccup.org/">World Photographic Cup</a><a href="http://www.worldphotographiccup.org/">(2016 no Texas, Estados Unidos da América e 2017 em Yokohama no Japão), um prémio de mérito na categoria de Ilustração na competição de Fotógrafo Europeu do Ano, pela</a><a href="https://www.europeanphotographers.eu/">Federation of European Professional Photographer</a><a href="http://www.worldphotographiccup.org/">(</a><a href="https://www.europeanphotographers.eu/">FEP</a><a href="http://www.worldphotographiccup.org/">) e pela mesma federação duas qualificações de Fotógrafo Qualificado Europeu (QEP), na categoria de Ilustração em Derby, Reino Unido (2015) e na categoria de Retrato em Granada, Espanha (2015). A prateleira dos troféus já vai pesada, em 2017 ficou entre os finalistas da categoria de Moda para</a><a href="http://caras.sapo.pt/lifestyle/acarassugere/2016-03-03-Premio-Fotografo-Europeu-do-Ano">Fotógrafo Europeu do Ano</a><a href="http://www.worldphotographiccup.org/">.</a></div><div>No <a href="http://www.seixalin.com/2019/06/02/fernando-branquinho-o-retratista/">Seixal In</a> conta um pouco do seu percurso profissional:&quot;Eu toquei na banda filarmónica de Amora e estudava música. O meu professor na altura estava ligado às bandas militares e levou-me para o Exército onde fui saxofonista durante 26 anos, na Orquestra Ligeira do Exército. Mas o interesse pela fotografia e pela música apareceu ao mesmo tempo, por volta dos 13, 14 anos e ia fazendo as duas coisas em simultâneo. Havia um estudo maior na música, mas a fotografia foi sempre uma pedra no sapato, uma coisa que ficou para trás e que eu adorava; era uma paixão enorme.</div><div>Estive três anos na banda do Exército da Madeira, e lá comecei o meu processo de laboratório, praticamente sempre autodidata. Há uma determinada altura da minha vida em que deixei mesmo a fotografia. Nem câmaras tinha em casa, vendi tudo. Só fazia música. Estava ligado também à área de jazz e do ensino. Dei aulas durante muitos anos na <a href="https://www.facebook.com/escolajazz.barreiro/">Escola de Jazz do Barreiro</a> e fundei a <a href="https://www.facebook.com/pages/category/School/Escola-de-Jazz-e-Musica-Moderna-de-AlmadaSeixal-wwwejazzalmadaseixalcom-283388131781592/">Escola Moderna de Jazz</a> no Seixal.</div><div>Depois veio a saturação, os anos a fazer sempre a mesma coisa. Eu sentia que tinha esta coisa para exprimir. É uma coisa que tu não explicas; tu sentes que tens. Tive uma oportunidade de sair mais cedo do Exército, arrisquei e dediquei-me só a isto. Comecei a fotografar primeiro numa garagem pequena, com um teto muito baixo, toda branca. Foi uma grande escola para mim, porque é quando não se tem condições e equipamentos que se começa a tentar resolver os percalços e assim surgem as aprendizagens. Muitas das coisas que eu uso são construídas por mim, e essa aprendizagem vem daí.</div><div>Há uma determinada fase [da vida] em que me separei da pessoa com quem estava e foi também na altura em que sai da banda militar e comecei tudo do zero. A minha opção foi a fotografia, ou alugava um estúdio ou alugava um apartamento e eu optei por alugar um estúdio; caso contrário, não conseguiria fotografar. Na fotografia, apesar de ter feito outras coisas, tive sempre a paixão pelo retrato. As coisas foram-se desenvolvendo, felizmente houve algum tipo de reconhecimento&quot;.</div><div><div>A fotografia também o levou a editar um livro muito especial o &quot;<a href="https://issuu.com/retratista_estudio/docs/20131023_theliquidcollection_05">Profession Artiste Arte do Transformismo em Portugal</a>&quot;</div>, editado pela Editora Mindaffair (2013), &quot;desenvolvido durante dois anos em sucessivas sessões fotográficas onde desfilaram trinta performers de transformismo de norte a sul do país&quot;. De acordo com a <a href="https://ilga-portugal.pt/noticias/agenda.php?codigo=280">Associação ILGA Portugal - Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual, Trans e Intersexo</a> esta obra&quot;pretende ajudar a desmistificar e aproximar o público menos conhecedor destes entertainers. Trata-se de um testemunho atual para memória futura, com os textos da jornalista Lia Pereira contextualizando as imagens nas mais diversas sociedades e culturas mundiais tendo em conta a sua importância e impacto social, em forma de resenha histórica até aos nossos dias&quot;.</div><div>Na descrição do curso de fotografia em estúdio que o Fernando leciona parei ao ler a primeira frase: &quot;fotografamos essencialmente com dois componentes, a nossa mente e a luz “disponível” no momento&quot;. Sei que por detrás dela deve estar um rol de ensinamentos e técnicas da área, mas a minha cabeça levou-me para longe. De facto eu antes de tirar uma fotografia tenho a tendência de construir primeiro na minha mente o cenário ideal aos meus olhos antes de pegar no que tiver mais à mão para carregar e fazer &quot;click&quot;. Como não domino as questões da luz, fico-me apenas pela primeira parte e é por isso (e talvez por muito mais) que me separo entre quem realmente é fotograf@ de quem tira umas fotografias.</div><div>O Fernando é mais do que um fotógrafo, ele é um <a href="https://www.retratista.pt/">especialista em retrato conceptual e fotografia ilustrativa</a>, &quot;revejo-me na pintura, no retrato (…) não tenho interesse em criar fotografias reais&quot;. Um retrato significa muito mais para ele pois considera que &quot; retratar é interpretar, construir e reinventar-me em cada fotograma mas é também um ato de generosidade ao conceder uma nova versão ao outro que na maioria das vezes o próprio desconhece, ser retratista é encontrar respostas nas perguntas erradas, é estar mais próximo, é estar mais tempo é estar mais presente nos detalhes, é ir muito mais além do registo, Retratar é libertar os outros e liberdade é AMOR&quot;.</div><div>Quem fala assim com paixão não é gago e é impossível não passar inspiração.</div><div>Se ficaste curios@ ouve <a href="https://rr.sapo.pt/artigo/136274/o-retratista-na-tarde-da-renascenca?fbclid=IwAR0fa5V5YCRlSAoub-NX--FZcuHaefNOYHOqek9z76LJ5yHbSUTT-Ha7iw4">aqui</a>a entrevista que o Fernando deu à Rádio Renascença com a Ana Galvão e espreita <a href="https://www.flickr.com/photos/aki_jazz/with/36154345885/">aqui</a><a href="https://www.flickr.com/photos/aki_jazz/with/36154345885/"></a><a href="https://www.flickr.com/photos/aki_jazz/with/36154345885/">o seu portfólio.</a></div><div>Deixo-te umas últimas curiosidades:</div><div>📸 Foi o responsável pela <a href="https://www.facebook.com/associacaocais/posts/10155586171722939/">capa da revista</a> da<a href="http://www.cais.pt/">associação CAIS</a><a href="http://www.cais.pt/">em maio de 2018</a> onde fez uma narrativa fotográfica e fotografou o <a href="https://www.instagram.com/o_unas/?hl=pt">Rui Unas</a> na perspetiva de que &quot;não há pão para malucos&quot;...talvez um trocadilho com o podcast &quot;<a href="https://www.youtube.com/channel/UCQB5g-ky8eFqFnV8PtKCJcA">Maluco Beleza</a>&quot; do Lord Unas.</div><div>📸 Fotografou para o livro &quot;<a href="https://www.wook.pt/livro/as-receitas-ca-de-casa-manuel-luis-goucha/16728564">As receitas cá de casa</a>&quot; do Manuel Luís Goucha porque ele também &quot;produz imagens para publicidade, catálogo, moda e retrato&quot;.</div><div>Visita-o nos seus espaços:</div><div><a href="https://www.retratista.pt/">https://www.retratista.pt/</a></div><div><a href="http://oficinadaimagem.com/instructor/fernando-branquinho/">http://oficinadaimagem.com/instructor/fernando-branquinho/</a></div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_c5e4944588e5421d82a86253eda3e8cb~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_a61799c8dc964f1dbb6e42af6910e246~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_3e196ce7d6f744f886860bc50adcb426~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_f4a333330b1e46b88630c87ae3ea586b~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_534814d10a314d918d2872acfb0b237f~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_aa452772cb8246e980f6f623698cfe3a~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_1e8bbd96264c4b0288550aad1640279f~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_5dd9f54705234bc6ad8ab7a8290a791d~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_7a54d56b09664691a938704fdba54b57~mv2.jpg"/></div><div>Ouve o podcast &quot;Conversa&quot; onde o <a href="http://bit.ly/Cláudio-o-podcaster-político-de-língua-afiada">Cláudio</a> recebeu o Fernando para falarem sobre fotografia.</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/zzCvV2GYMFs"/><div>👉Subscreve a nossa <a href="http://bit.ly/NewsletterSoloAdventures">newsletter</a> e adere à nossa <a href="http://bit.ly/ComunidadeSoloAdventures">comunidade</a> de Sonhador@s Praticantes. </div><div>Não percas uma aventura!</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Joana Feliciano &amp; Fernando Branquinho</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Livros por uma causa</title><description><![CDATA[Até dia 31 de outubro de 2019 entrega-nos os teus livros em inglês, francês, grego, árabe e/ou farsi para que possamos doar em conjunto mais conhecimento, imaginação e sonhos às prateleiras do campo de refugiados em Skaramagas (Grécia).Como surgiu esta iniciativa?A Joana Feliciano aqui da equipa Solo Adventures esteve em missão no campo de refugiados de Skaramagas na Grécia e, ao conversar com @s residentes e a equipa de voluntariado da ONG norueguesa A Drop in the Ocean, identificou a<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_46c79677794f4a5bac43c6e7cfc9d3c4%7Emv2_d_2339_3307_s_2.jpg/v1/fill/w_927%2Ch_1311/1fb9ef_46c79677794f4a5bac43c6e7cfc9d3c4%7Emv2_d_2339_3307_s_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/10/06/Livros-por-uma-causa</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/10/06/Livros-por-uma-causa</guid><pubDate>Mon, 07 Oct 2019 21:18:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Até dia 31 de outubro de 2019 entrega-nos os teus livros em inglês, francês, grego, árabe e/ou farsi para que possamos doar em conjunto mais conhecimento, imaginação e sonhos às prateleiras do campo de refugiados em Skaramagas (Grécia).</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_46c79677794f4a5bac43c6e7cfc9d3c4~mv2_d_2339_3307_s_2.jpg"/><div>Como surgiu esta iniciativa?</div><div>A <a href="https://www.linkedin.com/in/joana-feliciano/">Joana Feliciano</a> aqui da <a href="http://bit.ly/Equipa">equipa Solo Adventures</a> esteve em <a href="http://bit.ly/QualMissao">missão no campo de refugiados de Skaramagas</a> na Grécia e, ao conversar com @s residentes e a equipa de voluntariado da ONG norueguesa<a href="https://www.drapenihavet.no/en/home/">A Drop in the Ocean</a>, identificou a necessidade de reforçar as estantes da biblioteca do campo. Para muit@s residentes aquele pequeno espaço é o único onde podem, de forma gratuita, aceder a livros que @s ajudam a manter hábitos de leitura, a investir na sua literacia e alfabetização.</div><div>Assim começou esta <a href="http://bit.ly/atuamissao">#HumanOnAMission,</a><a href="http://bit.ly/atuamissao">descobre através dela outras formas de como podes contribuir.</a></div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/C7DWJwvjNlM"/><div>Que organizações estão envolvidas?</div><div>Solo Adventuresquem organiza toda esta campanha solidária</div><div>Vamo-nos apresentar como se não nos conhecesses e não tivesses já nesta nossa casa de Sonhadores Praticantes (i.e. especialistas das ideias à prática):</div><div>Nascemos em 2018 como um movimento de empreendedorismo social para empoderar o indivíduo e a mudança positiva através de histórias e lições de vida. Evoluímos e hoje construímos uma comunidade de Sonhadores Praticantes (i.e. especialistas das ideias à prática) através de eventos, formações, coaching e do digital. Pretendemos ajudar as pessoas a encontrar o seu propósito individual e colectivo, por isso as nossas iniciativas pautam por fomentar a consciência cívica e social.</div><div>Faz networking pela mudança e aprende a partilhar a tua inspiração connosco.</div><div><a href="https://www.drapenihavet.no/en/home/">A Drop in the Ocean (Dråpen i Havet) quem gere a Biblioteca no campo de refugiad@s e vai receber o donativo</a></div><div>Os objetivos d' A Drop in the Ocean (em português Uma Gota no Oceano) são o de apoiar as pessoas que fogem da guerra e da perseguição, assim como a de divulgarem a situação atual dos refugiad@s e migrantes.</div><div>Fundada em setembro de 2015 , desde então, geriu mais de 6500 voluntári@s de terreno na Grécia, onde a necessidade de ajuda é alta. A organização sem fins lucrativos está presente na ilha de Lesvos, norte da Grécia e na área de Atenas. Trabalham diretamente dentro dos campos de refugiad@s, administrados pelas autoridades gregas. As principais tarefas de trabalho são a distribuição de alimentos, roupas e itens não alimentares. Também estam envolvidos no planeamento e organização de diferentes atividades para crianças e adultos nos campos. Além disso, ajudam no ensino de inglês, no fornecimento de apoio material e logístico à educação bilíngue.</div><div>Equipa de coordenação alocada em Atenas:</div><div>Coordenadora de terreno - Manoli</div><div>Coordenador de logística - Jean-Baptiste</div><div>Coordenadora de projeto/ voluntariado - Mari &amp; Gloria</div><div><a href="https://www.boutiquedacultura.org/">Boutique da Cultura</a><a href="https://www.boutiquedacultura.org/">quem apoia esta campanha e é o ponto oficial de entrega dos livros</a></div><div>A Boutique da Cultura é uma Associação Cultural sem fins lucrativos constituída em 2013 com sede na freguesia de Carnide. O que fazem? &quot;Desenvolvemos um trabalho regular de promoção da cultura, da cidadania e do desenvolvimento local. Temos vários projetos em desenvolvimento onde o principal objetivo é a valorização das pessoas e do território&quot;.</div><div><a href="https://www.boutiquedacultura.org/copia-incubadora-de-artes">Livraria Solidária de Carnide</a><a href="https://www.boutiquedacultura.org/copia-incubadora-de-artes">é</a><a href="https://www.boutiquedacultura.org/">o ponto oficial de entrega dos livros</a></div><div>&quot;A Livraria solidária é um projeto da Boutique da Cultura realizado em parceria com a Crescer a Cores e a Azimute Radical. É um projeto que foi apresentado ao programa BIP-ZIP da Câmara Municipal de Lisboa tendo sido um dos mais pontuados e por consequência um dos projetos financiados na edição de 2017. Assim, o projeto teve início oficial no dia 8 de setembro de 2017.</div><div>A Livraria Solidária está hoje instalada no espaço Boutique da Cultura na Av. do Colégio Militar, em frente à Quinta da Luz. Aqui pode adquirir livros novos ou já lidos a preços mais reduzidos: de € 1,00 a € 5,00&quot;.</div><div>Como podes doar?</div><div>Tens duas opções:</div><div>1) Podes deixar a tua doação na <a href="https://www.facebook.com/livrariasolidariadecarnide/?ref=br_rs">Livraria Solidária de Carnide</a>, sita no Espaço Boutique da Cultura, Av. Colégio Militar - Quinta da Luz (Lisboa).</div><div>ou</div><div>2)<a href="mailto:soloadventuresofficial@gmail.com?subject=Doação de livros">Conversa connosco</a> caso estejas noutra localização para que possamos ver em conjunto a entrega da tua doação. Caso nos queiras enviar, sabias que os CTT têm uma tarifa especial mais económica para o envio de livros? Chama-se <a href="https://www.ctt.pt/solucoes-empresariais/solucoes-sectoriais/correio-editorial/correio-editorial.html#panel1-1">tarifa editorial</a>que também se aplica a particulares! <a href="https://www.ctt.pt/solucoes-empresariais/solucoes-sectoriais/correio-editorial/correio-editorial.html#panel1-2">Os valores de envio nacionais variam entre 0,28€ até 2,87€, consoante o peso de 20 gramas até 2kg, respectivamente.</a></div><div>Outras formas de ajudar?</div><div>O Solo Adventures está também encarregue pelo envio dos livros doados para a ONG A Drop in the Ocean em Atenas na Grécia. Tens interesse em apoiar o envio ou conheces alguma entidade/ particular que gostasse de se envolver nesta iniciativa e apoiar estes Livros por uma causa?</div><div>Vamos conversar! <a href="mailto:soloadventuresofficial@gmail.com?subject=Doação de livros">soloadventuresofficial@gmail.com</a></div><div>Podemos contar contigo?</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Esta é a história da banalidade</title><description><![CDATA[O que é ser banal e viver banalidades? Sentes que vives entre trivialidades, futilidades? Se sim então estás num caso sério de banalidade porque tratam-se de sinónimos.Há uns tempos valentes escrevi um texto em tom sarcástico para zombar a banalidade e acordar quem dela se alimenta.Banalidade não tinha sobrenome, vivia preenchendo os dias de quem a recebia de braços abertos.Banalidade não gostava de excentricidade, de intelectualidades, nem de momentos eruditos. Filha de pais mesquinhos nunca<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_77e7d798dd7649db9f6bdb5e045220d5%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/09/11/Esta-%C3%A9-a-hist%C3%B3ria-da-banalidade</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/09/11/Esta-%C3%A9-a-hist%C3%B3ria-da-banalidade</guid><pubDate>Wed, 02 Oct 2019 07:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>O que é ser banal e viver banalidades? Sentes que vives entre trivialidades, futilidades? Se sim então estás num caso sério de banalidade porque tratam-se de sinónimos.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_77e7d798dd7649db9f6bdb5e045220d5~mv2.jpg"/><div>Há uns tempos valentes escrevi um texto em tom sarcástico para zombar a banalidade e acordar quem dela se alimenta.</div><div>Banalidade não tinha sobrenome, vivia preenchendo os dias de quem a recebia de braços abertos.</div><div>Banalidade não gostava de excentricidade, de intelectualidades, nem de momentos eruditos. Filha de pais mesquinhos nunca aprendeu a almejar por grandes planos.</div><div>Banalidade foi desde cedo famosa e por muitos apreciada.</div><div>Amigos de alfinete de peito podia contar com três: a preguiça, o medo e o desinteresse.</div><div>Casou-se ainda nova com um tipo banal qualquer, teve uma filha de nome comum.</div><div>Nasceu, viveu e morreu.</div><div>Banalidade nunca foi esquecida e por muitos continua a ser a melhor vida que alguém pode querer ter.</div><div>Vais querer ser banal? Expande horizontes e testa os limites da banalidade. Como leste poucas vezes esta palavra aqui, só mais uma vez: banalidade!</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Joana Feliciano</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Solo Adventures no Garotas pelo mundo</title><description><![CDATA[Primeiro contei-te a história e lições de vida da Daniela Matinho, fundadora do grupo "Garotas pelo mundo", depois fui ao seu primeiro evento em agosto para a conhecer pessoalmente, explorar este universo feminino e para partilhar a inspiração do Solo Adventures por mais redes.Então e para que serve um grupo virado para o feminino?Para desmanchar novelos de conversa , obter conselhos sem filtros e conhecer pessoas que têm gostos e experiências idênticas à nossa. Na verdade para aumentar o grupo<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_7ec7b0cea8b3494d9b1aa6da64c46569%7Emv2_d_1920_1440_s_2.jpeg/v1/fill/w_927%2Ch_695/1fb9ef_7ec7b0cea8b3494d9b1aa6da64c46569%7Emv2_d_1920_1440_s_2.jpeg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/09/24/Solo-Adventures-no-Garotas-pelo-mundo</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/09/24/Solo-Adventures-no-Garotas-pelo-mundo</guid><pubDate>Sat, 28 Sep 2019 07:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Primeiro contei-te a <a href="http://bit.ly/DanielaMatinho">história e lições de vida da Daniela Matinho</a>, fundadora do grupo &quot;<a href="https://www.facebook.com/groups/garotaspelomundo/">Garotas pelo mundo</a>&quot;, depois fui ao seu primeiro evento em agosto para a conhecer pessoalmente, explorar este universo feminino e para partilhar a inspiração do Solo Adventures por mais redes.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_7ec7b0cea8b3494d9b1aa6da64c46569~mv2_d_1920_1440_s_2.jpeg"/><div>Então e para que serve um grupo virado para o feminino?</div><div>Para desmanchar novelos de conversa , obter conselhos sem filtros e conhecer pessoas que têm gostos e experiências idênticas à nossa. Na verdade para aumentar o grupo de amigas e conhecidas que nos inspiram.</div><div>E que grupo é esse?</div><div>Podes encontrá-lo ao pesquisar no Facebook &quot;Garotas pelo mundo&quot;. A fundadora explica à entrada:</div><div>&quot;Por aqui fala-se de tudo um pouco mas principalmente de VIAGENS. Desde as escapadinhas de fim-de-semana às viagens de mochileira sem casa nem destino. Tudo conta! </div><div>As condições para estar no grupo são simples: </div><div>1. Ser mulher </div><div>2. Gostar de viajar </div><div>3. Querer partilhar ou saber mais sobre viagens</div><div>Eu sou a Daniela, portuguesinha de gema mas cidadã do mundo. Criei este grupo em 2011 quando fazia o meu ERASMUS em Paris. Em 2016 abri o grupo ao mundo para partilhar a minha viagem de mochileira pela América do Sul. E em 2018 senti que pouco ou nada havia sobre jovens amantes de viagens em português e decidi mudar isso... Ou melhor, eu e: a <a href="https://www.linkedin.com/in/jjmjessica/">Jessica</a>, a Sónia e a <a href="https://www.danielamatinho.com/category/garotas-pelo-mundo/">Cíntia</a>&quot;.</div><div><a href="http://bit.ly/DanielaMatinho">Lês mais sobre a Daniela Matinho</a>e se sentes que faz match contigo adere ao grupo <a href="https://www.facebook.com/groups/garotaspelomundo/">aqui</a>.</div><div>Subscreve a nossa <a href="http://bit.ly/NewsletterSoloAdventures">newsletter</a>para receberes todas as aventuras fresquinhas no teu email. </div><div>Junta-te à nossa comunidade de Sonhadores Praticantes <a href="http://bit.ly/ComunidadeSoloAdventures">aqui</a>.</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Joana Feliciano</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Inês Freire Andrade, uma vida de causas</title><description><![CDATA[Se escolhesses um super poder qual seria? Eu costumava dizer o do teletransporte, mas aposto que a Inês diria o da empatia e provavelmente para o distribuir por tod@s! Vais ter de ler esta história e lições de vida para te inspirares a ser mais pessoa entre as pessoas.Sinopse de como nos conhecemosA filosofia ubuntu trouxe-me muitas pessoas e até alguns reencontros. Já te aconteceu conheceres alguém e achares que aquela cara não te é estranha mas não sabes de onde? Foi essa a sensação que ambas<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_24422f05b80040d4be5a04ac9fedcf55%7Emv2_d_3801_1590_s_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurers Joana &amp;amp; Inês</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/03/24/Ines-Freire-Andrade-uma-vida-de-causas</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/03/24/Ines-Freire-Andrade-uma-vida-de-causas</guid><pubDate>Wed, 25 Sep 2019 07:35:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Se escolhesses um super poder qual seria? Eu costumava dizer o do teletransporte, mas aposto que a Inês diria o da empatia e provavelmente para o distribuir por tod@s! Vais ter de ler esta história e lições de vida para te inspirares a ser mais pessoa entre as pessoas.</div><div>Sinopse de como nos conhecemos</div><div>A <a href="http://bit.ly/Ubuntu-eusouporquetués">filosofia ubuntu</a> trouxe-me muitas pessoas e até alguns reencontros. Já te aconteceu conheceres alguém e achares que aquela cara não te é estranha mas não sabes de onde? Foi essa a sensação que ambas tivemos até conseguirmos puxar pela memória e situar o denominador comum: <a href="https://ppl.pt/">PPL</a>, a plataforma de crowdfunding em Portugal. A Inês em 2016 estava como estagiária no PPL e eu a trabalhar na <a href="http://conversa.pt/">Associação Conversa Amiga</a>, ambas estavámos a preparar uma reportagem sobre o projeto<a href="https://ppl.pt/ies-sbs/cacifos-solidarios">Cacifos Solidários</a>.</div><div>Sinopse sobre a Inês</div><div>A <a href="https://www.linkedin.com/in/inesfa/">Inês Freire Andrade</a> é uma mulher de causas e uma &quot;visionary pacifist&quot;. Ela é uma das fundadoras da associação &quot;<a href="https://www.nobully.pt/">No Bully Portugal</a>&quot; que pretende acabar com o bullying em Portugal e representar em território nacional a organização americana &quot;<a href="https://www.nobully.org/">No Bully</a>&quot; fundada em São Francisco no Estados Unidos da América, em 2003, por Nicholas Carlisle.</div><div>Como é que uma pessoa chega a este momento da sua vida? Ela conta-nos tudo.</div><div>&quot;Ao longo do meu crescimento, desempenhei vários papéis. Comecei como a filha querida e responsável, passei para a colega maria-rapaz e agressiva, fui a “croma” excluída da turma, a amiga dedicada, tornei-me a líder de vários movimentos. As relações nem sempre foram fáceis, e o bullying foi um fantasma sempre presente. Hoje, dedico-me à promoção da empatia e da colaboração, como formas de apagar este fantasma tão presente nas escolas.</div><div>Família - Ser sortuda</div><div>A família é a base de tudo, e eu tive uma grande sorte com a minha. Uma Mãe e um Pai dedicados, carinhosos, exemplos de sucesso na vida e no trabalho, deram-me acesso a tudo o que poderia precisar para atingir o meu potencial. Um Irmão amigo mas sempre em competição comigo, fomo-nos desafiando um ao outro para fazer mais e ser mais. Avós carinhosos, uma Madrinha sempre presente, uma grande família unida.</div><div>Fui uma filha “fácil” – bem-comportada, saudável, responsável, boa aluna. Sempre detestei sermões, por isso fazia tudo o que era suposto, para ter a certeza que não me chateavam. Passava tardes a organizar os bonecos da Playmobil, a inventar negócios e sociedades secretas. Queria ser adulta e ter responsabilidades à séria, ser criança parecia não ter grande sentido.</div><div>Infância - Ser &quot;maria-rapaz&quot;</div><div>Há uma lenda que diz que todos temos 2 lobos dentro de nós: um carinhoso e um agressivo. Qual é que ganha? Aquele que alimentamos. Sempre tive muito carinho para dar, detesto conflitos e a ideia de causar dor ou destruição; mas também tenho um lado agressivo, um fascínio pelas artes marciais e uma raiva interior que nem sempre sei lidar. Desde que me lembro que sou “maria-rapaz” – detestava brincadeiras de raparigas, usar roupa de menina, preferia passar as tardes a jogar futebol com os rapazes. Esta duplicidade nem sempre foi fácil, porque parecia que não pertencia a nenhum lado, e que esperavam de mim algo que não era.</div><div>Primária - Ser bully</div><div>Ao longo do meu crescimento, desempenhei vários papéis nos grupos por onde passei. Tudo começou na primária: tinha um colega que era especialmente diferente e mais sensível que os outros. Era muito fácil gozar com ele e fazê-lo sentir-se inferior – tornei-me na sua bully. Apesar de o considerar meu amigo, todas as semanas o fazia chorar por algum comentário mais maldoso ou uma brincadeira mais agressiva. Na altura, não percebia porque estava a fazer algo de errado. Obviamente que hoje sei que não o estava a ajudar. A única coisa que posso esperar é que isso não o tenha afetado demasiado para causar marcas no seu futuro.</div><div>Adolescência - Ser alvo</div><div>Quando mudei de escola para o 5º ano, tudo mudou. Não me adaptei à minha nova turma, passava os intervalos sozinha, a ver filmes na biblioteca (devo ter visto cada filme umas 10 vezes). Foquei-me nas disciplinas, queria ser a melhor aluna – rapidamente me tornei a “croma” da turma. O bullying não era direto, mas sentia-me excluída. Só passados 2 anos é que consegui integrar-me, ao criar amizades que ainda hoje são tão importantes para mim. Encontrei o meu lugar, desenvolvi projetos com o nosso professor favorito, sentia-me bem. Mas isso não impediu um colega mais popular de um dia começar a implicar comigo, só porque lhe fiz frente. Uniu-se aos colegas e espalharam histórias fictícias sobre mim, ligaram e enviaram mensagens a gozar comigo, confrontaram-me várias vezes nas aulas. Ninguém me ajudou e eu não sabia como me livrar daquilo. Só parou passados vários meses de “perseguição”, quando lhes respondi de forma tão indiferente que deixei de ser um alvo divertido.</div><div>Secundário - Ser protetora</div><div>No 10º ano, mudei para o<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_Secund%C3%A1ria_de_Cam%C3%B5es">Liceu Camões</a>, mas desta vez ia acompanhada das minhas melhores amigas e tudo foi mais fácil. No entanto, na minha turma havia de novo pessoas que gostavam de se divertir à custa dos outros. Um colega era impedido pelos outros de falar na aula por ser homossexual, outra levava com cuspidelas e paus enquanto lhe chamavam “rato do esgoto”, outra era gozada sempre que dava a sua opinião, com insultos que a levavam facilmente a chorar.Várias vezes tentei protegê-los e levar os outros a pararem, mas não sabia o que fazer nem a quem recorrer. Os adultos à volta nada faziam. Na verdade, também eles sofriam às mãos sádicas dos meus colegas. No 12º as minhas amigas e eu criámos um Movimento na escola para promover a cultura, a ação social e os talentos dos alunos. Acabámos por integrar muitos jovens que estavam mais à parte, de anos e áreas diferentes, e criámos iniciativas que duraram vários anos. Tornou-se um “porto de abrigo” para os mais inadaptados.</div><div>Licenciatura - Ser &quot;desenrascada&quot;</div><div>Chegou a altura de decidir o curso. Gostava de muita coisa, mas ainda não sabia que papel queria ter na sociedade. Pensei “como posso ser mais útil?” Acabei por escolher Gestão na <a href="https://www.ucp.pt/pt-pt">Católica</a>, com o objetivo de desenvolver projetos na área social. Na verdade, foi um curso frustrante e pouco interessante. A adaptação também não foi fácil, o ambiente era fechado, as aparências contavam muito, de novo não me encaixava. O que me “salvou” foi juntar-me ao <a href="http://www.betventures.org/">BET (bring entrepreneurs together)</a> – uma organização de estudantes que promovem o empreendedorismo e a inovação na universidade. Neste grupo de jovens dinâmicos, ganhei à vontade para meter conversa, confiança para falar em público e aprendi a “desenrascar-me” quando as coisas tinham de ser feitas.</div><div><a href="https://www.re-food.org/pt">Voluntariado - Ser persistente</a></div><div>Fui voluntária do <a href="https://www.re-food.org/pt">Re-food</a> desde os 16 anos, sempre com um sonho: levar o projeto para a minha zona, o Parque das Nações, onde há muitos restaurantes (e desperdício alimentar), ao mesmo tempo que as pessoas nos bairros à volta vivem sem as condições básicas de subsistência.</div><div>Demorámos 2 anos a conseguir abrir o núcleo, um processo moroso e frustrante, no qual muitos abandonaram o barco. Finalmente, conseguimos entrar em funcionamento, e ajudar muitas pessoas com refeições diárias, mas alguns colegas duvidavam da minha capacidade de liderar uma equipa de pessoas mais velhas e experientes. Passado 1 ano, a pressão destas pessoas para eu sair tornou-se demasiada. O meu sonho estava concretizado, era altura de dar o lugar a outros.</div><div>Mestrado - Ser dedicada</div><div>A minha paixão pelo empreendedorismo social manteve-se, e finalmente pude estudar para aquilo que queria ser, na <a href="https://www2.novasbe.unl.pt/pt/">Nova SBE</a>. Lá pude aprender muitas ferramentas novas, pô-las em prática, e conhecer colegas com as mesmas aspirações de alcançar impacto social.</div><div>No fim do mestrado, deram-me a oportunidade de continuar na Nova, no departamento de <a href="https://www2.novasbe.unl.pt/pt/leadership-for-impact/apresentacao">Liderança para o Impacto</a>, com o objetivo de promover a mentalidade do impacto social nos atuais e futuros gestores portugueses. Trabalhei e aprendi com pessoas fantásticas, e contribuí um pouco para esta missão.</div><div><a href="https://www.nobully.pt/">Empreendedorismo Social - Ser empática</a></div><div>Quando trabalhei na empresa de formação da minha mãe, queríamos devolver algo à comunidade, e, por mero acaso, encontrámos a <a href="https://www.nobully.pt/">No Bully</a>, uma organização americana que desde há 15 anos cria escolas livres de bullying. Identificámo-nos imenso com o seu programa de intervenção e decidimos trazê-lo de São Francisco para as escolas portuguesas!</div><div>Ao dedicar-me a este tema nos últimos 3 anos (2016-2019), descobri que, em Portugal, 1 em cada 3 jovens sofre de bullying regularmente, tal como eu sofri e vi sofrer. E por isso decidi dedicar os meus próximos tempos a esta causa, com o objetivo de dar ferramentas a todas as comunidades escolares para parar o bullying.</div><div>Futuro - Ser muito mais</div><div>Como veem, desempenhei muitos papéis nestes 24 anos, e sei que ainda me esperam muitos outros. Em breve, serei mulher do meu atual namorado, se tiver sorte, serei mãe de alguém, serei aluna, serei professora, serei seguidora, serei líder…</div><div>O que sei é que quero ter um impacto positivo à minha volta, dar o melhor de mim aos outros, e, com sorte, ter a possibilidade de concretizar a minha missão de vida: revolucionar a Educação, para um futuro com Empatia para todos&quot;!</div><div>Entre esta partilha e agora a Inês já casou, continua em força nos seus projetos e deu mais uns passos no sentido que aponta para a sua missão de vida. A ti e a mim, só nos cabe dizer: força a todas as &quot;Inêses&quot; que existem por aí, de todos os formatos e cores. Lembremo-nos sempre de ser gentis.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_b612cd05a8f7408fb2e97a27bad2c756~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_8e6ec2cfc93c4fbdbf9867a222356650~mv2_d_2448_3264_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_453b50f4dcb14658b5b921c3cadcd02e~mv2_d_2448_3264_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_0cc7eafe18284d21bfc43dd72e034238~mv2_d_3264_2448_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_69e3d4a5c97b4c47ad9a00c65ac67508~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_eb0fda866dfe493fa8fe40626e90099a~mv2_d_3120_4160_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_24422f05b80040d4be5a04ac9fedcf55~mv2_d_3801_1590_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_850236add44f46e798efc08f712995a2~mv2_d_1207_1376_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_b6ea438ee1ae43e6ab977e1aa4f2b5e5~mv2.png"/></div><div>Lições de vida na primeira pessoa</div><div>-da Inês para nós-</div><div>1- &quot;Todos nós temos luz e escuridão dentro de nós. O que importa é a parte em que escolhemos agir. Isso é quem realmente somos&quot; (Sirius Black - Livros Harry Potter) - costumo falar desta ideia nos workshops que dou sobre bullying a adultos, que tendem a pensar que uns alunos são &quot;santinhos&quot; e outros &quot;mauzões&quot;. Lembro-os de que todos nós já fizemos coisas simpáticas e desagradáveis a outros, todos temos ambas as capacidades, mas que podemos escolher qual queremos que nos defina em cada momento.</div><div>2- “Se quiseres saber como é um homem, vê como ele trata os seus inferiores, não os seus iguais.” (Sirius Black) - quer seja as pessoas mais frágeis, quer seja animais indefesos, acredito que a forma como os tratamos é o que nos define como pessoas, muito mais do que como somos com os nossos pares. Os bullies atacam sempre quem lhes parece mais frágil por alguma razão, e por isso é que o bullying se perpetua, porque eles não se conseguem defender.</div><div>3- &quot;Olho por olho vai criar um mundo de cegos&quot; (Gandhi) - algo que acredito muito, a vingança e retaliação só levam a mais destruição e dor. Tento reger-me por este princípio, e, mesmo quando me prejudicam, não procurar &quot;vingar-me&quot; das pessoas, apenas defender-me e resolver o melhor possível as disputas. Isto depois da irritação me passar, claro! 😉 </div><div>4- &quot;Tudo parece impossível, até que seja feito&quot; (Nelson Mandela) - gosto de acreditar que podemos sonhar alto e transformar os nossos desejos para o mundo realidade, se estivermos dispostos a trabalhar e a lutar para isso!</div><div>5- &quot;Aqueles que são loucos para acharem que conseguem mudar o mundo, são os que o mudam&quot; (Steve Jobs) - é preciso um pouco de loucura para acreditar que se consegue fazer a diferença, mas a verdade é que alguns de nós o fazem!</div><div>👉Subscreve a nossa <a href="http://bit.ly/NewsletterSoloAdventures">newsletter</a> e adere à nossa <a href="http://bit.ly/ComunidadeSoloAdventures">comunidade</a> de Sonhador@s Praticantes. </div><div>Não percas uma aventura!</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Joana Feliciano e Inês Freire Andrade</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Por um mundo sem guardiões</title><description><![CDATA[Há umas semanas li no Expresso que as mulheres sauditas com mais de 21 anos vão deixar de precisar do consentimento de um guardião do sexo masculino para poderem viajar para um país estrangeiro. A implementação destas medidas, em sendo concretizada, não vai ser aplicada apenas a viagens, mas a outras reivindicações, como a possibilidade de serem tutoras legais dos próprios filhos e de passarem a poder registá-los. Estas conquistas são o reflexo dos últimos anos, que têm registado algumas<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_7ad5539febc64ed59ef82a110e094390%7Emv2_d_2736_3648_s_4_2.jpg/v1/fill/w_927%2Ch_1236/1fb9ef_7ad5539febc64ed59ef82a110e094390%7Emv2_d_2736_3648_s_4_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Joana Firmino Ribeiro</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/09/19/Por-um-mundo-sem-guardi%C3%B5es</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/09/19/Por-um-mundo-sem-guardi%C3%B5es</guid><pubDate>Thu, 19 Sep 2019 07:09:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_7ad5539febc64ed59ef82a110e094390~mv2_d_2736_3648_s_4_2.jpg"/><div><div>Há umas semanas li no <a href="https://expresso.pt/internacional/2019-08-02-Arabia-Saudita-vai-permitir-que-mulheres-viajem-sem-aprovacao-de-tutor-masculino">Expresso</a>que as mulheres sauditas com mais de 21 anos vão deixar de precisar do consentimento de um guardião do sexo masculino para poderem viajar para um país estrangeiro.</div> A implementação destas medidas, em sendo concretizada, não vai ser aplicada apenas a viagens, mas a outras reivindicações, como a possibilidade de serem tutoras legais dos próprios filhos e de passarem a poder registá-los. Estas conquistas são o reflexo dos últimos anos, que têm registado algumas mudanças a favor das mulheres no reino da Arábia Saudita, com decretos reais aprovados cujo objetivo é atenuar as desigualdades entre homens e mulheres. Está a ser feita história no país.</div><div>Embora as palavras guardião do sexo masculino não sejam próximas a quem vive no Ocidente, era (e ainda é) uma realidade para as mulheres sauditas, que sempre se viram dobradas por este sistema opressor, que poucos ou nenhuns direitos lhes conferia. Sempre sobre a tutela de um marido ou de um pai, sem estatuto algum, sem oportunidades, sem liberdade. Sabemos que é uma realidade, mas custa-nos a imaginar que isto aconteça em pleno século XXI e custa-nos a acreditar como é que ainda persistem certas condutas e leis. E se falássemos do inverso? Seria igualmente difícil de imaginar? Fica o desafio.</div><div>Foi isso que fez <div><a href="http://www.naomialderman.com/">Naomi Alderman</a> no <a href="https://www.wook.pt/livro/o-poder-naomi-alderman/21813588?a_aid=5b31578a84612">livro “The Power”</a></div>. Criou um mundo de guardiãs do sexo feminino, onde os homens são pouco mais que escravos. Num momento em que a luta por uma maior igualdade de género cresce a cada dia que passa, surge esta visão algo surrealista e polémica de um mundo dominado por mulheres. Não parte de uma revolução, mas sim de uma condição biológica em que as mulheres possuem características semelhantes às enguias elétricas. Esta espécie de segunda corrente sanguínea, elétrica (“skein” na versão em inglês), faz com que as mulheres sejam capazes de aplicar choques elétricos, de todas as intensidades possíveis, ao toque.</div><div>A sua descoberta traz um mundo de possibilidades, onde a podridão se revela no seu expoente máximo. O que começa como a vingança da personagem Allie perante uma figura paternal violenta quando descobre do que é capaz, transforma-se numa viagem pelo sagrado, por uma guerra de sexos literal e por uma violência desmedida. Entendo a vontade de mudança, quando Tunde, um jornalista do sexo masculino (no contexto deste livro, nunca é demais referir o sexo) que vai registando todos os acontecimentos, se encontra em Deli, na Índia.</div><div>“There was a time that a woman could not walk alone here, not if she were under seventy, and not with certainty even then. There had been protests for many years, and placards, and shouted slogans. These things rise up and afterwards it is as if it had never been. Now the women are making what they call “a show of force”, in solidarity with those who were killed under the bridges and starved of water”.</div><div>Não entendo é a mudança feita desta forma, pela violência, pelo extermínio e pelo aproveitamento de um poder que não chega a todos. Mas é isso que caracteriza todas as figuras ditatoriais do nosso mundo, certo? Tirar partido de um poder que alguém ou algo lhes conferiu, neste caso o próprio corpo, e atender apenas às necessidades do indivíduo. Assim o fez Allie, ao autoproclamar-se como Mother Eve, a figura materializada de um Deus do sexo feminino numa viagem de pregação a todas as mulheres, dos Estados Unidos à Bessapara (um pequeno país localizado no que é a Moldávia), um dos palcos principais onde a história se desenrola. </div><div>Um livro curioso, cheio de twists e de complexidade. Uma abordagem algo controversa à temática do género, mas que nos deixa a fervilhar. Como se também tivéssemos uma skein.</div><div>Joana Firmino Ribeiro</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_b52e0d17e3e84e8ebcb2e93e2d764551~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Novas colaborações!</title><description><![CDATA[Nunca ouviste a frase "sozinhos podemos ir mais rápido mas juntos vamos mais longe"? O Solo Adventures tem essa crença na sua génese e como tal procura novas colaborações com pessoas que vivem a sua missão. A nossa equipa aumentou com a chegada da Joana Firmino Ribeiro, a nossa contadora de histórias em versão de crítica literária. Apresentamos-te a nossa devoradora de livros com uma escrita cativante, sarcástica e honesta.Quem é?Nascida lisboeta de bairro, criada junto à imponência do Palácio<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_07a8e6e840404d8b921ae396b0f8245e%7Emv2.jpg/v1/fill/w_927%2Ch_906/1fb9ef_07a8e6e840404d8b921ae396b0f8245e%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/09/15/Novas-colabora%C3%A7%C3%B5es</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/09/15/Novas-colabora%C3%A7%C3%B5es</guid><pubDate>Sun, 15 Sep 2019 18:15:15 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Nunca ouviste a frase &quot;sozinhos podemos ir mais rápido mas juntos vamos mais longe&quot;? O Solo Adventures tem essa crença na sua génese e como tal procura novas colaborações com pessoas que vivem a sua missão. </div><div><a href="http://bit.ly/Equipa">A nossa equipa</a> aumentou com a chegada da <a href="https://www.linkedin.com/in/joanafirminoribeiro/">Joana Firmino Ribeiro</a>, a nossa contadora de histórias em versão de crítica literária. Apresentamos-te a nossa devoradora de livros com uma escrita cativante, sarcástica e honesta.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_07a8e6e840404d8b921ae396b0f8245e~mv2.jpg"/><div>Quem é?</div><div>Nascida lisboeta de bairro, criada junto à imponência do Palácio Nacional de Mafra e de coração entregue às cores da Beira Baixa e do Ribatejo, onde moram os seus avós, a Joana começou a escrever e a contar histórias na altura em que o ser humano mais precisa de ser ouvido, a adolescência. Foi uma descoberta tardia, ao contrário do marketing, área em que começou a trabalhar ainda durante a licenciatura e por onde vai continuando a pôr a sua criatividade em prática. Esta miúda com quase 30 anos passa os seus dias a pensar nas próximas aventuras da Alice e da Glória, personagens que criou para dar a conhecer ao mundo a sua escrita e que a levaram a publicar um conto. Como a vontade de fazer mais e melhor é gigante, decidiu juntar-se à <a href="https://gapyear.pt/">Gap Year Portugal</a>, onde é voluntária e ajuda jovens a verem o mundo com outros olhos.</div><div>Subscreve a nossa <a href="http://bit.ly/NewsletterSoloAdventures">newsletter aqui</a> para receber os alertas de novos artigos, formações e eventos!</div><div>Gostavas da colaborar connosco? Vamos falar: soloadventuresofficial@gmail.com</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Solo Adventurer Joana Feliciano</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Nós e cada um por si só</title><description><![CDATA[Se o Solo Adventures está repleto de histórias e lições de vida será que as estórias vindas da cabeça não serão fragmentos de outras que ouvimos na realidade?Há uns anos no meu antigo blog A Cisma escrevi esta, hoje fui revisitá-la porque senti que podia ilustrar muitas vidas que para aí andam.Naquela noite que passámos ao relento, pedi-te amor porque nunca ninguém me ensinou como pedir perdão. Sempre pensei que amar por si só bastasse, porque quem ama verdadeiramente sabe perdoar, e assim<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_26810b09c2f34c0faff9c564fd57f48c%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2018/05/11/Nos-e-cada-um-por-si-so</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2018/05/11/Nos-e-cada-um-por-si-so</guid><pubDate>Wed, 11 Sep 2019 07:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Se o Solo Adventures está repleto de histórias e lições de vida será que as estórias vindas da cabeça não serão fragmentos de outras que ouvimos na realidade?</div><div>Há uns anos no meu antigo blog A Cisma escrevi esta, hoje fui revisitá-la porque senti que podia ilustrar muitas vidas que para aí andam.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_26810b09c2f34c0faff9c564fd57f48c~mv2.jpg"/><div>Naquela noite que passámos ao relento, pedi-te amor porque nunca ninguém me ensinou como pedir perdão. Sempre pensei que amar por si só bastasse, porque quem ama verdadeiramente sabe perdoar, e assim foi…</div><div>Durante cinco anos vivi no teu amor, que para mim era perdão. Durante mais cinco vivi por ti, e nos últimos dois perdi a noção do que éramos.</div><div>- Matilde, porque dizes que o que somos terminou? – perguntaste com um olhar estarrecido e despedaçado pela dor.</div><div>-Só hoje percebi que amar por amar não basta. Tu és quem eu quis, mas não quem eu quero.</div><div>Pegaste no maço de cigarros que guardavas diariamente dentro de uma caixa de sapatos por cima da prateleira do quarto – parecia que o escondias por vergonha de o ter de consumir. Sentaste-te ao meu lado, e partilhaste o único que tinhas comigo.</div><div>Entre longas inalações e bafos disseste a frase mais perfeita que eu ouvi até hoje:</div><div>- Dei o mundo por ti… e no entanto o meu mundo és tu.</div><div>Parei por uns momentos a respiração na esperança de alcançar o fôlego.</div><div>- Deste o mundo por mim e por eu ser o teu mundo ficaste sem me ter… Oh João, a vida é uma sarcástica tortura e o amor então, é a mais cruel das suas piadas irónicas…</div><div>A partir daquele momento - ao ouvirmos os dois o que eu acabara de pronunciar - percebemos que esse seria o último dos momentos que iríamos partilhar. </div><div>A noite caiu sem pedir licença e a casa partilhada deixou de a ser. Tu seguiste o teu caminho, e eu continuei a percorrer o caminho que me restava.</div><div>Os amores de adolescência passam rápido de mais, porque são tempestuosos e infantis. Os amores maduros estagnam, porque já não sabem que mais formas deveram tomar. Apenas são o que se tornam com o acumular dos anos.</div><div>O nosso amor era um misto entre os dois: inquietamente estagnado.</div><div>Tu tinhas vivido para mim e eu vivia por viver… Os atos do passado marcavam-me o coração e afligiam-me o pensar. Observando mentalmente em retrospectiva: algo que nunca te disse por sentir o peso da perda mesmo antes de a ter, é que eu não nunca te mereci. Sempre me questionei se saberias esta verdade, mas se sabias ignoravas com grande engenho e masoquismo.</div><div>É deveras espantoso como duas pessoas que no início se amavam tanto e ignoravam a verdade que os juntara, conseguem passar tantos anos sem aprofundar o que falha. Eu pensava nisso constantemente, mas ao ver a alegria dos teus atos, tentava recalcar o que sabia ou pensava saber.</div><div>Hoje tive a coragem de enfrentar a falha, de encarar e levantar o braço para a denunciar. E foi graças a esta minha coragem que hoje nos perdemos e passámos a ser cada um por si só.</div><div>Claro que tinha de lançar umas questões para reflexão: </div><div>Sentes-te menos tu e mais nós quando numa relação? Sabes perdoar e viver em compaixão?</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Joana Feliciano</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>As 5 pessoas que precisas para ser feliz</title><description><![CDATA[Será a felicidade a maior falácia de todos os tempos? Andaremos tod@s enganados em busca de algo impossível de obter? Não creio.Abri o dicionário no F, deslizei o dedo e encontrei o que procurava, a felicidade. Alguém a definiu como:fe·li·ci·da·de (latim felicitas, -atis)substantivo feminino1. Concurso de circunstâncias que causam ventura.2. Estado da pessoa feliz.3. Tendência para acontecimentos positivos ou favoráveis. = DITA, SORTE ≠ AZAR4. Ventura, dita.5. Bom êxito.a felicidade eterna • A<img src="http://img.youtube.com/vi/yZRCFK1n-NM/mqdefault.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/08/28/As-5-pessoas-que-precisas-para-ser-feliz</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/08/28/As-5-pessoas-que-precisas-para-ser-feliz</guid><pubDate>Wed, 04 Sep 2019 07:07:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Será a felicidade a maior falácia de todos os tempos? Andaremos tod@s enganados em busca de algo impossível de obter? Não creio.</div><div>Abri o dicionário no F, deslizei o dedo e encontrei o que procurava, a felicidade. Alguém a definiu como:</div><div>fe·li·ci·da·de (latim felicitas, -atis)</div><div>substantivo feminino</div><div>1. Concurso de circunstâncias que causam ventura.</div><div>2. Estado da pessoa feliz.</div><div>3. Tendência para acontecimentos positivos ou favoráveis. = DITA, SORTE ≠ AZAR</div><div>4. Ventura, dita.</div><div>5. Bom êxito.</div><div>a felicidade eterna • A bem-aventurança.</div><div>A empreendedora, oradora e otimista Stacey Flowers tem muito a dizer sobre esta palavra, tanto que criou uma teoria que envolve as 5 pessoas tipo que precisamos na nossa vida para alcançarmos a felicidade.</div><div><div>1. Cheerleader</div>- a pessoa que acredita e torce por ti e te ajuda a desbloquear quando nem tu próprio dás muito crédito às tuas capacidades;</div><div><div>2. Mentor</div>- alguém que te aponte a direção correcta quando te sintas perdido e que esteja dispost@ a partilhar informação/ conhecimento. Convém que seja apenas um pessoa;</div><div><div>3. Coach</div>- leva-te para fora da tua zona de comforto para maximizar o teu potencial;</div><div><div>4. Friend</div>- um(a) amig@ que realmente conheça o teu coração e quem és. Alguém que escuta os teus sonhos e mais profundos desejos.</div><div><div>5. Peer</div>- um(a) colega que te ajude em cenários sociais e que te mantenha focad@ na tarefa que tenhas para cumprir. Talvez alguém na mesma área profissional que tu.</div><div>Escuta a Ted talk da Stacey e tira as tuas próprias conclusões:</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yZRCFK1n-NM"/><div>Boas Aventuras,</div><div>Joana Feliciano</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Carla Costa, viver com marca pessoal</title><description><![CDATA[Qual é a tua marca pessoal? Lanço sempre questões que te tiram o tapete, não é verdade? A Carla certamente saberia responder a esta pergunta e até ajudar-te a encontrar a tua. Sinopse de como nos conhecemosFoi através do networking que conheci a bonita história e pessoa que é a Carla. Aproveitei para lançar o convite ali mesmo nas primeiras palavras que troquei com ela. A razão? O meu instinto.Sinopse sobre a CarlaSe fores procurar entre os testemunhos publicados para a eternidade na internet]]></description><dc:creator>Solo Adventurers Joana &amp;amp; Carla</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/08/05/Carla-Costa-viver-com-marca-pessoal</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/08/05/Carla-Costa-viver-com-marca-pessoal</guid><pubDate>Tue, 03 Sep 2019 07:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Qual é a tua marca pessoal? Lanço sempre questões que te tiram o tapete, não é verdade? A Carla certamente saberia responder a esta pergunta e até ajudar-te a encontrar a tua. </div><div>Sinopse de como nos conhecemos</div><div>Foi <a href="http://bit.ly/Networkingparaquê">através do networking</a> que conheci a bonita história e pessoa que é a Carla. Aproveitei para lançar o convite ali mesmo nas primeiras palavras que troquei com ela. A razão? O meu instinto.</div><div>Sinopse sobre a Carla</div><div>Se fores procurar entre os testemunhos publicados para a eternidade na internet vais encontrar algumas palavras-chave repetidas em frases: &quot;A Carla é especialista em Branding e Marca Pessoal&quot;.</div><div>Mas como é que se tornou na pessoa que hoje é? Ela conta-nos.</div><div>&quot;Fui uma criança tímida e com espírito aventureiro. Sonhava secretamente em ser bailarina, depois psicóloga, mas foi o universo da Comunicação que me conquistou.</div><div>Aos 19 anos mudei-me da Margem Sul do Tejo para a Guarda onde estudei Comunicação e Relações Públicas. Foram 3 anos incríveis que alargaram os meus horizontes. Depois seguiram-se 16 anos de trabalho na área da Comunicação Empresarial ligada ao setor da aviação.</div><div>Tive o privilégio de sempre trabalhar na minha área de formação. Desempenhei funções na área do Marketing, Publicidade, Organização de Eventos, Assessoria de Imprensa e Vendas.</div><div>Viajei muito em trabalho. Tive a oportunidade de trabalhar fora do país. Vivi em Oxford e ao fim de quase dois anos percebi que sou uma pessoa do mundo, mas que o meu coração pertence a Portugal e às minhas pessoas. Regressei para concretizar o sonho de viver no centro da minha cidade de eleição: Lisboa. Fui muito feliz. Regressei para junto dos meus. Continuei a silenciar a voz interior que sussurrava baixinho “Falta qualquer coisa na tua vida. Tu não estás realizada.” Tinha um emprego estável, estava junto da minha família e amigos, continuava a viajar em trabalho e em lazer. Inscrevi-me numa pós-graduação. A vida corria.</div><div>Até ao dia em que a vida me parou. De um dia para o outro o meu pai foi diagnosticado com uma doença terminal. Fui confrontada com a maior dor que vivi até hoje. Nunca estamos preparados para perder alguém que amamos. Fiz luto. Participei num retiro. Entrei num processo de introspeção. Percebi que não era feliz e estava longe de estar realizada a nível pessoal e profissional. Era impossível continuar a ignorar este facto do qual me tornei tão consciente.</div><div>Compreendi, finalmente, que precisava de encontrar o meu propósito. Despedi-me. Regressei à casa da minha mãe. Em janeiro de 2017 lancei a <a href="http://www.carlacostaconsulting.com">Carla Costa Consulting.</a> Aos 38 anos assumi as rédeas da minha vida profissional pela primeira vez e construi um projeto de consultoria de comunicação alinhado com os meus valores, que reflete aquilo que mais gosto de fazer na vida: ajudar pessoas, inspirar e partilhar conhecimento. Desde a consultoria, passando pela mentoria e pela formação, tudo aquilo que faço, hoje em dia, é criado com amor e com a profunda certeza de que esta viagem está apenas a começar.</div><div>No âmbito deste projeto também criei <div>o movimento <a href="https://www.carlacostaconsulting.com/eventos">Share Inspiration @The Table</a></div>. São jantares que juntam pessoas desconhecidas à mesa e que partilham as suas histórias, ideias e emoções de forma orgânica e descontraída. O 13º jantar vai acontecer no dia 18 de setembro de 2019.&quot;</div><div>A história da Carla é escrita todos os dias pois a vida é a viagem mais longa que temos. A sua tem tido muitas curvas e contracurvas, paragens estratégicas e avanços cautelosos. Relembra-te, estamos todos em viagem. </div><div>Acompanhem a Carla no online:</div><div><a href="http://www.carlacostaconsulting.com">www.carlacostaconsulting.com</a></div><div><a href="http://www.instagram.com/carlacostaconsulting_ccc">www.instagram.com/carlacostaconsulting_ccc</a></div><div><a href="http://www.facebook.com/carlacostaconsulting/">www.facebook.com/carlacostaconsulting/</a></div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_9abdb7e4bcc043aeaecff8233ebb9c41~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_2676d61e1f70411b9b7b0e5add6e6384~mv2_d_1875_1250_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_674d45a8c5f34836b9ed9689f250374e~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_13b97a57488f44cfb53ab523990f5299~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_af324a736ec040fbbfe3d8847e91c2ea~mv2_d_1600_1200_s_2.png"/></div><div>Lições na primeira pessoa</div><div>- da Carla para nós-</div><div>1. As crenças limitadoras são os nossos maiores inimigos impedem-nos de viver de forma livre. Quando estamos presos a crenças que não acrescentam valor estamos a limitar o nosso potencial enquanto seres humanos e criativos.</div><div>2. Nada nem ninguém acontece por acaso na nossa vida. Aprendi que todos acontecimentos negativos e pessoas desafiantes trazem consigo uma mensagem que pode ser sempre transformada numa aprendizagem positiva.</div><div>3. Nunca tomo nada como garantido. Num dia tudo pode mudar. Amar a vida e as minhas pessoas é uma prioridade absoluta.</div><div>4. Desde que decidi procurar o meu alinhamento e viver uma vida com significado tudo se transformou. Nunca fui tão feliz.</div><div>5. Acredito no poder do amor e das pessoas de bom coração. Só assim faz sentido para mim.</div><div>👉Subscreve a nossa <a href="http://bit.ly/NewsletterSoloAdventures">newsletter</a> e adere à nossa <a href="http://bit.ly/ComunidadeSoloAdventures">comunidade</a> de Sonhador@s Praticantes. </div><div>Não percas uma aventura!</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Joana Feliciano &amp; Carla Costa</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Espelho meu, que personalidade sou eu?</title><description><![CDATA[Hoje vieste aqui ler sobre o modelo das preferências individuais e o inventário de personalidades "Myers-BriggsType Indicator" (MBTI). Parece pesado? Focar no autoconhecimento requer trabalho e o incómodo de ver para dentro. Acredita que se o fizeres estás a dar um passo mais perto de ti e de quem queres ser.Katharine Cook Briggs (1875–1968) e a sua filha, Isabel Briggs Myers (1897–1980) estudaram e elaboraram um questionário com base nas teorias do psiquiatra suíço Carl G. Jung (1875–1961) na<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_d50a697ae266487694b22cfc72c305dd%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/07/28/Espelho-meu-que-personalidade-sou-eu</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/07/28/Espelho-meu-que-personalidade-sou-eu</guid><pubDate>Sat, 31 Aug 2019 07:02:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje vieste aqui ler sobre o modelo das preferências individuais e o inventário de personalidades &quot;Myers-BriggsType Indicator&quot; (MBTI). Parece pesado? Focar no autoconhecimento requer trabalho e o incómodo de ver para dentro. Acredita que se o fizeres estás a dar um passo mais perto de ti e de quem queres ser.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_d50a697ae266487694b22cfc72c305dd~mv2.jpg"/><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Katharine_Cook_Briggs">Katharine Cook Briggs</a> (1875–1968) e a sua filha, <a href="https://www.myersbriggs.org/my-mbti-personality-type/mbti-basics/isabel-briggs-myers.htm?bhcp=1">Isabel Briggs Myers</a> (1897–1980) estudaram e elaboraram um questionário com base nas teorias do psiquiatra suíço <a href="https://www.wook.pt/livro/tipos-psicologicos-c-g-jung/15115565">Carl G. Jung</a> (1875–1961) na sua obra &quot;<a href="https://www.wook.pt/livro/tipos-psicologicos-c-g-jung/15115565">Tipos psicológicos</a>&quot; de 1921. As principais motivações para avançarem estavam relacionadas com as perdas de potencial humano na Segunda Guerra Mundial. Pretendiam 1) ajudar as mulheres que trabalhavam nas indústrias militares a obter maior eficiência nas suas funções e 2) promover a paz mundial através do poder que o reconhecimento das diferenças individuais poderia ter e de como as pessoas poderiam utilizar essa consciência de forma construtiva.</div><div>Vários testes de personalidade têm surgido com base nos tipos psicológicos do Carl G. Jung e no MBTI - o instrumento criado pelas Myers-Brigs que serve para identificar características e preferências pessoais. As aplicações dos resultados desses testes podem ser transportadas para vários cenários: vida pessoal, meio empresarial, planeamento de carreira, compreensão intercultural, educação, relacionamentos, espiritualidade, entre outras (fonte: inspiraa.org).</div><div>Os testes avaliam com base em 4 dimensões dicotômicas com duas preferências opostas:</div><div>Fonte de energia</div><div>E (extraversão) - I (introversão);</div><div>Percepção do mundo</div><div>S (sensação) - N (intuição);</div><div>Decisão</div><div>T (pensamento) - F (sentimento);</div><div>Percepção do mundo</div><div>J (julgamento) - P (percepção).</div><div>O objetivo é que a pessoa ao responder a uma série de questões consiga perceber claramente a sua inclinação, se é mais E ou I, S ou N, T ou F, J ou P. No final vai obter uma combinação de 4 dimensões: ISTJ, ISFJ, ISTP, ISFP, INTJ, INFJ, INTP, INFP, ESTJ, ESFJ, ESTP, ESFP, ENTJ, ENFJ, ENTP ou ENFP.</div><div>Relacionado com este teste temos o <div>modelo dos 4 temperamentos de <a href="https://www.keirsey.com/">Keirsey</a></div> ( Keirsey Temperament Sorter - KTS) criado com base nas possíveis combinações das preferências acima.</div><div>Artesão (MBTI SP, sensorial, percetiv@)</div><div>Guardião (MBTI SJ, sensorial, julgador@)</div><div>Idealista (MBTI NF, intuitivo, emotiv@)</div><div>Racional (MBTI NT, intuitivo, pensador@)</div><div><div>Lê mais sobre cada perfil <a href="https://www.fititnt.org/metodologias-ageis/tipos-psicologicos-briggs-e-keirsey-e-a-aplicabilidade-de-metologias-ageis-scrum-xp-lean.html">aqui</a> e faz o teu teste <a href="https://www.keirsey.com/">aqui</a>, o meu é o perfil &quot;<a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Idealist_temperament">Idealista</a>&quot; e o teu? </div>Nota que para aceder ao relatório completo dos resultados finais tens que pagar, mas podes consultar uma amostra gratuita.</div><div>Outro dos modelos baseados no MBTI é o modelo dos estilos de interação que nasceu em 1928 dos escritos sobre a base emocional do comportamento humano do <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/William_Moulton_Marston">William Marston</a><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/William_Moulton_Marston">(sim o mesmo que criou a personagem Wonder Woman) e sobre os quais o psicológo</a><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/John_Geier">John Geier</a><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/William_Moulton_Marston">focou e lançou os</a><a href="https://www.disc.com.br/o-disc-original/">sistemas de avaliação DISC.</a></div><div>Sugestão:Faz um ou vários dos testes gratuitos baseados no MBTI disponíveis online, sugiro o das <a href="https://www.16personalities.com/br">16 personalidades</a> em várias línguas e o do <a href="http://inspiira.org/">Inspiira</a>. Faz e reconhece-te!</div><div>Eu confesso-me um ENFJ &quot;Protagonista&quot;, alguém que&quot; tem um grande orgulho e alegria em guiar @s outr@s a trabalhar juntos para melhorarem-se a si e a sua comunidade&quot; sou d@s &quot;crentes convictos nas pessoas&quot;. Hmm, é isto o que me move e este projeto. 😉</div><div>Subreve a nossa newsletter <a href="http://bit.ly/NewsletterSoloAdventures">aqui</a><a href="http://bit.ly/NewsletterSoloAdventures">👈</a></div><div>Boas Aventuras,</div><div>Joana Feliciano</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Krystel Leal, quando se vive em nomadismo digital</title><description><![CDATA[De ascendência tem Portugal apesar de ter nascido em França não foi por isso que negou o que também era seu. No sangue está-lhe a independência e por isso fez dos sonhos a realidade ao transformar a sua vida entre quatro paredes para um escritório onde bate o sol e se ouve o mundo. Descobre o nomadismo digital e as lições de quem o construiu.Sinopse de como nos conhecemosEste é mais de um dos bonitos casos em que fui eu quem a conheci primeiro como sua seguidora, digamos que sou uma stalker<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_398ff60aa1274c25878ec505325bb229%7Emv2_d_4032_3024_s_4_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurers Joana Feliciano &amp;amp; Krystel Leal</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/08/01/Krystel-Leal-quando-se-vive-em-nomadismo-digital</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/08/01/Krystel-Leal-quando-se-vive-em-nomadismo-digital</guid><pubDate>Tue, 27 Aug 2019 07:26:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>De ascendência tem Portugal apesar de ter nascido em França não foi por isso que negou o que também era seu. No sangue está-lhe a independência e por isso fez dos sonhos a realidade ao transformar a sua vida entre quatro paredes para um escritório onde bate o sol e se ouve o mundo. Descobre o nomadismo digital e as lições de quem o construiu.</div><div>Sinopse de como nos conhecemos</div><div>Este é mais de um dos bonitos casos em que fui eu quem a conheci primeiro como sua seguidora, digamos que sou uma stalker saudável do seu conteúdo. Para quem se interessa pelos temas do nomadismo digital, empreendedorismo, freelancer então tem mesmo de seguir a <a href="https://krysteleal.com/">Krystel</a>. Uma pessoa genuína com conteúdo ao mesmo nível.</div><div>Sinopse sobre a Krystel</div><div>Ao entrarmos na sua página descobrimos várias curiosidades: é uma empreendedora, freelancer, marketeer, viciada em café e fã do Wordpress. Tem o gosto aguçado para &quot;projetos desafiantes e inovadores&quot;. Se calhar já a viste nos <a href="https://www.publico.pt/2016/08/05/p3/cronica/o-nomadismo-digital-chegou-e-esta-para-ficar-1826584">meios de comunicação</a>ou ouviste-a na rádio daquela vez em que <a href="https://www.facebook.com/renascenca/videos/em-directo-nas-tardes-da-renascen%C3%A7a-a-ana-galv%C3%A3o-entrevista-krystel-leal-que-vem/10155407465747515/">foi à Renascença</a>. Agora agarra a oportunidade de a conhecer um pouco mais através da sua história e lições de vida.</div><div>&quot;O meu nome é Krystel e, apesar deste nome, sou portuguesa. Mas a origem do nome pode até, agora com a idade é que penso muito nisso, estar ligado ao que acabei por fazer e seguir na minha vida. Nasci em França, nos arredores de Paris, em junho de 1991. Filha de portugueses emigrantes em França, sempre olhei para os meus pais mais como franceses, do que como portugueses. Apesar de terem nascido ambos em Portugal, a minha mãe tinha apenas 4 anos quando foi para França e o meu pai 9. Cresceram e formaram-se enquanto pessoas naquele país que me acolheu também. No entanto, eu só ficara lá até aos meus 4 anos de idade (curioso que saí de França com a idade com que a minha mãe fora para lá!). O meu pai recebeu em 1994-95 uma proposta de trabalho para vir abrir o serviço de catering do Aeroporto de Lisboa. E assim viemos nós, eu, o meu irmão e os meus pais, para Portugal, ancorando a nossa casa e família na margem sul do Tejo, em Corroios.</div><div>Digo muitas vezes que a margem sul é o meu “lado certo da vida”. Foi onde cresci e vivi até aos 19 anos. Durante toda a minha infância e adolescência, tive a sorte de viajar regularmente, muito por conta dos benefícios de empresa do meu pai, e via também muito o meu pai a viajar, muito por conta do trabalho. Acredito que o facto de ter um pai tão viajante e sempre “cá e lá” foi uma das poderosas sementes para eu ter este sentimento de wanderlust (i.e. desejo intrínseco e profundo de viajar) tão presente.</div><div> Aos 19 anos, quando acabei o 12º ano depois de três anos no agrupamento de Humanidades, sabia que queria seguir Comunicação – cresci a sonhar com Jornalismo e com viver da Escrita. Durante uma Futurália, a feira profissional que se realiza em Lisboa e onde muitos finalistas de secundário vão, cruzei-me com o <a href="https://www.bresil.campusfrance.org/">Campus France</a> e a <a href="https://www.alliancefr.pt/">Alliance Française</a> que estavam lá a apresentar os cursos e as faculdades francesas. E aí decidi: queria ir estudar para Paris.</div><div>Candidatei-me a várias faculdades e universidades e acabei por entrar na <a href="http://www.sorbonne-universite.fr/en">Sorbonne</a> em Paris. Agosto de 2010, a minha mãe e eu vamos de carro até à capital francesa. A partir daí, estaria por minha conta (sempre tendo, claro, a rede de segurança familiar, mesmo que distante).</div><div>Comecei a trabalhar para pagar a renda do quarto da residência estudante onde vivia. Durante os anos em que estive em Paris trabalhei em restaurantes de fast-food, em pastelarias, em caixas de supermercado, em distribuição de panfletos na rua, em call centers e é impressionante como todos esses trabalhos me ensinaram qualquer coisa que retenho para sempre. A aprendizagem de que trabalhar é necessário para pagar contas… mas a que custo?</div><div>O facto de estar a viver numa das cidades mais bonitas do mundo e de não ter tempo nem energia e disposição mental para a aproveitar, começou a mexer-me com o sistema nervoso. Trabalhava para poder pagar uma vida numa cidade que escolhera mas na qual não me restava tempo para a aproveitar. Entre estudos e trabalho, sentia o tempo a escapar-me pelas mãos e decidi que não queria iniciar a minha vida ativa já com tanta insatisfação que via em tantas outras pessoas.</div><div>Depois de dois estágios relacionados com a área da Comunicação, percebi que tinha escolhido a área certa… mas que o modelo de trabalho de me exigir presença local não me convinha. Queria ser livre para estar onde quisesse estar, e acreditava que isso não precisava de me prejudicar profissionalmente. Comecei a pesquisar por coisas como “trabalhar a partir de casa” ou “ganhar dinheiro online”. Encontrei muita banha da cobra e fórmulas mágicas, mas também encontrei muitas pessoas, sobretudo nos Estados Unidos da América e no Brasil, que trabalhavam de forma 100% online, com carreiras profissionais de sucesso, e que o faziam a partir de qualquer lugar do mundo.</div><div>Decidi que era isso que queria fazer. Trabalhar na área da Comunicação, mas criar o meu modelo de trabalho. Queria que, finalmente, o trabalho se adaptasse à minha vida e parar de fazer o inverso.</div><div>Passei o ano de 2015 a estudar muito sobre digital (o curso de Comunicação na faculdade era demasiado teórico e pouco digital ou prático), a entender o que gostava de fazer na comunicação online, a perceber como funcionava trabalhar como prestadora de serviços, recibos verdes e afins. Ainda vivia em Paris, ainda trabalhava, mas todo o tempo que tinha livre era dedicado a isso: queria tornar-me freelancer remota e com o diferencial de querer trabalhar em português e para clientes em Portugal.</div><div>Entre sites de trabalho remoto, entre muitos trabalhos feitos gratuitamente para mim para criar portfólio, consegui perceber que o meu grande interesse era o conteúdo e uma grande competência técnica era a criação de sites e estratégia digital. Especializei-me nisso: no marketing de conteúdo e no posicionamento de projetos de conteúdos no digital.</div><div>Em 2016 já estava confiante com o portfólio que tinha e com os clientes que tinha recrutado e decidi que já estava segura o suficiente para fazer isso a full-time. E aqui entramos numa timeline:</div><div><div>Janeiro 2016: decidi que já tinha o necessário para trabalhar de forma full-time como freelancer remota e por conta própria;</div><div>Fevereiro 2016: criei o projeto <a href="http://www.nomadismodigital.pt">Nomadismo Digital Portugal</a>que se iniciou como um blog onde eu partilhava o que tinha feito para me tornar freelancer;</div><div>Abril 2016: entreguei as chaves do meu apartamento de Paris, fiz as malas e comecei a viajar pela Europa.</div></div><div>Nesse ano de 2016, aproveitei o facto de o meu namorado (atual marido) estar a fazer mestrado em Dresden, na Alemanha e fui ter com ele. A partir daí, viajei para cidades como Barcelona, Berlim, Budapeste, Bratislava e vim até Austin, no Texas. Decidimos casar nesse ano e, foi precisamente os Estados Unidos, o país que escolhemos para nos fixarmos. Ele trabalha hoje como Engenheiro Informático em Palo Alto, e eu tenho o privilégio de poder viver na Califórnia, sem me preocupar com vistos de trabalho ou entrevistas profissionais… pois tenho o meu trabalho como freelancer criado para funcionar remotamente e à distância. Essa é, para mim, a maior liberdade de trabalhar remotamente: o nosso trabalho adaptado à nossa vida.</div><div>O que é o <a href="http://www.nomadismodigital.pt">Nomadismo Digital Portugal</a>?</div><div>O <a href="http://www.nomadismodigital.pt">Nomadismo Digital Portugal</a>, projeto que criei em fevereiro de 2016, onde crio conteúdo que ajuda as pessoas a criarem as suas próprias atividades profissionais no online.</div><div>Por ter passado um ano a consumir conteúdos estrangeiros sobre trabalho remoto que nem sempre estão adaptados à nossa realidade, economia e cultura, decidi que quando conseguisse trabalhar de forma full-time como freelancer, que queria criar um projeto que ensinasse aos portugueses o que aprendi e onde pudesse partilhar um pouco da minha experiência.</div><div>O projeto tem tido felizmente muita atenção pela parte de várias entidades e hoje é monetizado através da venda de produtos especializados, como é o caso do eBook Como ser Freelancer ou do Curso Online Descobre a tua Atividade Profissional no Online.</div><div>www.nomadismodigital.pt</div><div>O que é o <a href="http://www.sounomada.com">Sou Nómada</a>?</div><div>Em maio de 2019 decidi lançar um projeto pessoal, chamado Sou Nómada, onde partilho conteúdos sobre a Califórnia e Silicon Valley.</div><div>www.sounomada.com</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_26b7f24fbb104420a32c2dc61a19382a~mv2_d_3264_2448_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_f5307dd40abc42f18a1991c807c9605e~mv2_d_2448_3264_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_a392b76a590b41718a162db88b8db4fa~mv2_d_5730_2792_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_398ff60aa1274c25878ec505325bb229~mv2_d_4032_3024_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_ee0d029ad5c5443b9ca0f1f3e7165019~mv2_d_1936_1288_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_37cd139245c64b6d82893f04fdc3f873~mv2_d_1936_1288_s_2.jpg"/></div><div>Lições de vida na primeira pessoa</div><div>-da Krystel para nós-</div><div>1. Ensinar a pescar é mais importante do que dar o peixe – não há nada mais poderoso do que uma pessoa empoderada e motivada para construir a sua própria felicidade.</div><div>2. Não acredito que o trabalho remoto seja o modelo perfeito ou para toda a gente. É preciso saber pôr na balança os prós e os contras, e analisar os resultados… haverá sempre um lado mais vencedor que o outro.</div><div>3. Não existe não ter experiência – todos temos experiência em algo e isso pode ser útil para alguém, mesmo sem diplomas ou canudos associados.</div><div>4. Quero ajudar a criar mais freelancers e os meus próprios concorrentes – só com uma massa de profissionais de qualidade é que o modelo de trabalho remoto se pode tornar mais viável e saudável para todos.</div><div>5. Os robôs e a automatização não nos vão roubar nada – o que nos proporcionam é reflexão sobre o diferencial do ser humano. Aconselho a que reflitas nisso agora e te adaptes hoje a essas mudanças.</div><div>👉Subscreve a nossa <a href="http://bit.ly/NewsletterSoloAdventures">newsletter</a> e adere à nossa <a href="http://bit.ly/ComunidadeSoloAdventures">comunidade</a> de Sonhador@s Praticantes. </div><div>Não percas uma aventura!</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Joana Feliciano &amp; Krystel Leal</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Sobreviver em missão</title><description><![CDATA[Este artigo não é patrocinado, é mesmo de coração.Hoje venho falar do livro que me vai acompanhar no pré, durante e pós terreno. Não é novo para mim mas talvez para ti seja, “Sobreviver em Missão” da Sónia Fernandes. Trata-se de "uma ferramenta para as pessoas que pretendem integrar missões de cooperação internacional. Apresenta pistas de como fazer uma adequada preparação para todo o ciclo da vida em contexto de missão. A reunião dos textos escritos resulta da experiência da autora como<img src="http://img.youtube.com/vi/AnBBpBy0USY/mqdefault.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/08/22/Sobreviver-em-miss%C3%A3o</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/08/22/Sobreviver-em-miss%C3%A3o</guid><pubDate>Thu, 22 Aug 2019 07:09:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Este artigo não é patrocinado, é mesmo de coração.</div><div>Hoje venho falar do livro que me vai acompanhar no pré, durante e pós terreno. Não é novo para mim mas talvez para ti seja, “<a href="https://www.pista-magica.pt/pt-pt/loja/">Sobreviver em Missão</a>” da <a href="https://www.linkedin.com/in/sonia-fernandes-53784227/">Sónia Fernandes</a><a href="https://www.linkedin.com/in/sonia-fernandes-53784227/">.</a></div><div>Trata-se de &quot;uma ferramenta para as pessoas que pretendem integrar missões de cooperação internacional. Apresenta pistas de como fazer uma adequada preparação para todo o ciclo da vida em contexto de missão. A reunião dos textos escritos resulta da experiência da autora como cooperante em diversas partes do globo com ONGs, Nações Unidas e União Europeia&quot;.</div><div>Escrito sob a égide da <a href="https://www.pista-magica.pt/pt-pt/associacao/">Pista Mágica</a><a href="https://www.pista-magica.pt/pt-pt/associacao/"></a>uma associação sem fins lucrativos em forma de Escola de Voluntariado fundada em 2008 pela autora e empreendedora social <a href="https://www.linkedin.com/in/sonia-fernandes-53784227/">Sónia Fernandes</a>. Por lá podes adquirir o livro e contribuir para a causa da Pista Mágica.</div><div>Conhece mais sobre a boa &quot;culpada&quot; por termos um livro de sobrevivência a este nível:</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/AnBBpBy0USY"/><div>Um outro olhar sobre o voluntariado: Sónia Fernandes at TEDxBoavista (2012)</div><div>&quot;Viver na verdade é a forma de ser feliz na vida...só que a verdade às vezes é muito dura&quot;</div><div>Entretanto, continua a seguir a nossa #HumanOnAMission e partilha connosco a tua missão através de uma das seguintes opções: </div><div>1) ;</div><div>2) </div><iframe src="//static.usrfiles.com/html/73cb66_f31709cbc8502c3513987a04fdcf4bc4.html"/><div>Boas aventuras,</div><div>Joana Feliciano</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Sandra Bernardo, quando é possível Sentir+</title><description><![CDATA[A Sandra usou-se como cobaia para a felicidade e o autoconhecimento. Enquanto psicóloga e pessoa sentiu que só vendo resultados da psicologia positiva e da inteligência emocional que exerce poderia aplicar aos que a rodeiam. Para se testar tem avançado com a vida via projetos e novas paragens. Tem dado a si licença para sentir mais.Sinopse de como nos conhecemosFoi num dos encontros do seu projeto Sentir+, a fazer o que a Sandra faz melhor, que a conheci. Curiosamente ambas fizemos a Academia<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_d1b8ae205682456390b2e2c08a2c2b6a%7Emv2_d_2048_1365_s_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurers Joana &amp;amp; Sandra</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/08/20/Sandra-Bernardo-quando-%C3%A9-poss%C3%ADvel-Sentir</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/08/20/Sandra-Bernardo-quando-%C3%A9-poss%C3%ADvel-Sentir</guid><pubDate>Tue, 20 Aug 2019 07:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A Sandra usou-se como cobaia para a felicidade e o autoconhecimento. Enquanto psicóloga e pessoa sentiu que só vendo resultados da psicologia positiva e da inteligência emocional que exerce poderia aplicar aos que a rodeiam. Para se testar tem avançado com a vida via projetos e novas paragens. Tem dado a si licença para sentir mais.</div><div>Sinopse de como nos conhecemos</div><div>Foi num dos encontros do seu projeto <a href="https://www.sentirmais.pt/">Sentir+</a>, a fazer o que a Sandra faz melhor, que a conheci. Curiosamente ambas fizemos a Academia Ubuntu contudo em anos diferentes mas não foi por isso que o destino nos privou de cruzar caminhos.</div><div>Sinopse sobre a Sandra</div><div>Nasceu em pleno verão, 20 de agosto, na cidade da Figueira da Foz província da Beira Litoral distrito de Coimbra &quot;mesmo à beira da praia&quot;. Ainda em pequena mudou-se para a Margem Sul por onde diz que teve &quot;contacto com diversas realidades e culturas&quot;. Por lá cresceu e estudou na Escola Secundária Alfredo dos Reis Silveira na Torre da Marinha (Setúbal).</div><div>A sua mãe nasceu na Guiné-Bissau e justifica o seu &quot;encanto pelo mundo e outras formas de viver&quot; em parte por essa razão.<div>&quot;Filha única, teimosa que decidiu procurar a sua liberdade e começar a trabalhar aos 16 anos&quot;. Aos 21 entrou em psicologia e dentro de Portugal mudou-se novamente, o destino foi Faro no Algarve. &quot;Mudei-me mesmo, no primeiro ano estudava lá e trabalhava aos fins-de-semana no Seixal mas acabei por procurar outras formas de passar os verões na independência recentemente conquistada e fui procurando trabalhos pontuais para conciliar com as férias de verão&quot;. Voltou a desafiar-se e a mudar de casa quando decidiu ter uma experiência estrangeira na <a href="https://ufsc.br/">Universidade Federal de Santa Catarina</a>,&quot;</div>optei pelo Brasil pela facilidade da língua mas acabei por rapidamente perceber que havia muito mais e sempre tive um fascínio pelo seu povo de sorriso fácil&quot;. Depois do Brasil apostou na sua formação em Portugal nas vertentes de psicologia da educação, forense e positiva.</div><div>Voluntária na <a href="https://www.fazeravancar.org/pt/">Associação Fazer Avançar</a> (AFA) desde 2013 uma associação juvenil criada em Leiria onde se &quot;acredita que os jovens podem ser potenciadores de soluções sustentáveis para problemas sociais&quot;. Um dos projetos mais conhecidos é o <a href="https://www.speak.social/pt/">SPEAK</a><a href="https://www.speak.social/pt/"></a>criado pela AFA e com um primeiro financiamento da <a href="https://www.fundacaoedp.pt/pt">Fundação EDP</a>. </div><div><div>Em modo voluntariado passou também pela Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental - <a href="https://appacdm-lisboa.pt/">APPACDM</a><a href="https://appacdm-lisboa.pt/">e pela</a><a href="https://www.renovaramouraria.pt/">Renovar a Mouraria</a><a href="https://www.renovaramouraria.pt/">dando apoio escolar.</a></div><a href="https://www.renovaramouraria.pt/">Fez a</a><a href="http://bit.ly/Ubuntu-eusouporquetués">Academia de Líderes Ubuntu</a><a href="https://www.renovaramouraria.pt/">do</a><a href="https://www.ipav.pt/">IPAV</a> onde depois rumou até África do Sul para conhecer os caminhos que Nelson Mandela percorreu e foi estagiária da <a href="https://www.facebook.com/ANIP.pt/">Associação Nacional de Intervenção Precoce</a> (<a href="https://www.facebook.com/ANIP.pt/">ANIP</a>).</div><div>Em<div> 2017 fundou o projeto <a href="https://www.sentirmais.pt/">Sentir+</a> &quot;que pretende sensibilizar as pessoas para o otimismo, promover uma melhor gestão de emoções e torná-las + felizes&quot; onde se acredita &quot;que a</div>s competências são desenvolvidas desde cedo&quot; e por isso dedicam-se a &quot;um programa educativo para crianças, assim como outras atividades para a população em geral&quot;.</div><div>Segue a Sandra nos seus canais:</div><div>https://www.facebook.com/sentirmais.org/</div><div>https://www.sentirmais.pt/</div><div>https://www.linkedin.com/in/sandra-bernardo/</div><div>Agora vamos às suas lições para conheceres um pouco mais sobre da história...</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_e3d9e97e85134809af53fbcf215227d4~mv2_d_1440_1437_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_91d8b7ecc83241d09199b779d69dc002~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_56e58d704d4c4a50a8877ca4cc51bff6~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_775381d6314d493dafe518199f9d1051~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_cf240270facc492983f955d202b79fbd~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_d1b8ae205682456390b2e2c08a2c2b6a~mv2_d_2048_1365_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_2684f5b88a87469d8c8bfecc05d31520~mv2_d_2160_1215_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_49bf656d8f804086af6bf7f30ce547b6~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_5dac02edc8f645d1b838139eddbc503a~mv2_d_2000_1488_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_cbd637ed14054f1daaf785042c1224d8~mv2_d_2160_1215_s_2.jpg"/></div><div>Lições de vida na primeira pessoa</div><div>-da Sandra para nós-</div><div>1. A vida pode mudar num minuto e tu tens muito mais força do que julgas: foi numa manhã que com 16 anos a vida mudou. Tive um acidente que me deixou numa cama de hospital e alguns meses em médicos e recuperação. Pouco me lembro de lamentar, tive que ser forte por aqueles que me viam. Mostrar que estava bem obrigou-me a ficar bem. Hoje sei que nada acontece por acaso, percebi que a vida é preciosa e que deve ser vivida por inteiro. Atualmente penso bem onde e com quem gasto o meu tempo. A vida é algo incrível que deve ser valorizada.</div><div>2. Segue o coração e vai onde te guia: desde cedo que tinha uma certeza, se fosse para a universidade teria que ser uma experiência que me fizesse sair da zona de conforto. Tive a sorte de entrar na Universidade do Algarve mas sabia que precisava de mais, assim comecei a procurar programas de intercâmbio numa altura em que não era assim tão comum. O coração dizia Brasil, embora me acha-se incapaz de partir sozinha para o outro lado do mundo. Ao mesmo tempo havia um fascínio nesse país tão familiar e distante. Tratei de todo o processo a dizer a mim mesma “no dia logo decido”. E assim consegui uma bolsa, comprei a viagem, fiz as malas… Recordo-me que na véspera chovia e trovejava e eu pensava se estiver assim amanhã simplesmente não vou. Pois bem o dia amanheceu com um sol radiante e lá fui eu. Larguei o controlo e entreguei-me à experiência, conheci gente incrível, conheci um sistema de ensino diferente mais focado no aluno onde a opinião e pensamento crítico foram valorizados. Tive contacto com mindfulness, yoga e outras práticas que hoje são fundamentais no meu dia-a-dia tanto pessoalmente como profissionalmente. Na mesma altura fiz o mochilão pelo Brasil - Argentina - Bolívia e Chile e deparei-me com tantas realidades, tantas formas de viver a vida.</div><div>3. De volta às raízes que nem sabia que tinha: tive a oportunidade de fazer a Academia de Líderes Ubuntu. Cresci com as raízes africanas da minha mãe, sempre tive um fascínio de ir à terra dela e de viver as histórias que me contava da sua infância. Para mim é importante viver em comunidade, crescer com o outro, e foi encantador conhecer tantas histórias de resiliência, tantas pessoas especiais. Neste projeto tive ainda oportunidade de ir a África do Sul conhecer a prisão onde esteve Mandela e ter mais uma certeza, a maior das prisões está na tua mente…</div><div>4. Aprender a ver o melhor da vida: desde cedo que não me identifico com os modelos rígidos do sistema. Sempre senti uma enorme necessidade de me afastar do que seria normal, esperado e com isso veio uma sensação de ser diferente e de pertencer a lado nenhum e ao mesmo tempo a todo o lado. Com a psicologia foi o mesmo, entrei no único curso que queria, sou apaixonada pelas pessoas e empática mas o modelo tradicional não me fazia sentido. Considero que é importante a pessoa perceber o que acontece mas não é por saber que tem uma perturbação de ansiedade ou depressão que a vai deixar de ter por isso senti sempre necessidade de ir mais longe. Tive o privilégio de conhecer alguém durante o meu estágio da Ordem dos Psicólogos com a mesma visão que eu que me apresentou a psicologia positiva, a inteligência emocional e tantas outras ferramentas que começam agora a serem conhecidas. Decidi aplicar em mim, só vendo os resultados posso aplicar aos meus clientes e descobri uma nova forma de ver a vida. Mais do que a situação é a forma como lidamos com a situação e isso podemos aprender a mudar. Não ocorre de um dia para o outro, aliás desenvolvimento humano é para o longo da vida mas com as ferramentas certas a vida pode ser muito melhor!</div><div>5.Vive na tua essência: vivemos numa sociedade que em muitos momentos nos diz como viver. Parece que o correto é tirar aquele curso, ter aquele relacionamento, aquele emprego das 9h às 17h e, por vezes, lamentar ao domingo pelo início de uma nova semana. Acredito que cada um de nós é único e pode trazer muito a este mundo. Para isso é necessário autoconhecimento, lidar com as emoções e superar desafios. Nem sempre foi fácil este caminho, muitas vezes não o é confesso. Tive que aprender a ter amor por mim, sair da zona de conforto diversas vezes, substituir o “tenho medo” pelo “vamos ver no que vou aprender” mas vale a pena. Hoje sinto-me melhor na minha pele, defino melhor o que quero para mim, lido melhor com os desafios e sou mais feliz. Agora percebo que foi neste ponto que nasceu o Sentir +, acredito que está ao alcance de todos sermos mais felizes. É tempo de olharmos para a saúde mental e para a qualidade de vida e bem-estar como partes fundamentais da nossa vida.</div><div>👉Subscreve a nossa <a href="http://bit.ly/NewsletterSoloAdventures">newsletter</a> e adere à nossa <a href="http://bit.ly/ComunidadeSoloAdventures">comunidade</a> de Sonhador@s Praticantes. </div><div>Não percas uma aventura!</div><div>Boas aventuras,</div><div>Solo Adventurers Joana &amp; Sandra</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Serei emocionalmente inteligente?</title><description><![CDATA[Começo este artigo pela boa notícia: a inteligência emocional (IE) pode ser treinada o que significa que pode ser melhorada. Agora passemos para a questão óbvia, sabes o que afinal significa IE? Gere aí as emoções que estás prestes a descobrir!Não vale a pena inventar significados quando a sua definição já existe, trata-se da tua "capacidade de compreender, gerir e expressar corretamente sentimentos, e ao mesmo tempo da forma como lidas com as emoções das outras pessoas" (Fonte: Universia<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_671b67320d19460eb50a2128e1aeb828%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventures Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/08/07/Serei-emocionalmente-inteligente</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/08/07/Serei-emocionalmente-inteligente</guid><pubDate>Sat, 17 Aug 2019 07:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Começo este artigo pela boa notícia: a inteligência emocional (IE) pode ser treinada o que significa que pode ser melhorada. Agora passemos para a questão óbvia, sabes o que afinal significa IE? Gere aí as emoções que estás prestes a descobrir!</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_671b67320d19460eb50a2128e1aeb828~mv2.jpg"/><div>Não vale a pena inventar significados quando a sua definição já existe, trata-se da tua &quot;capacidade de compreender, gerir e expressar corretamente sentimentos, e ao mesmo tempo da forma como lidas com as emoções das outras pessoas&quot; (Fonte: <a href="https://noticias.universia.pt/destaque/noticia/2017/11/07/1156360/treinar-inteligencia-emocional.html">Universia Portugal</a>).</div><div><a href="https://www.wook.pt/livro/inteligencia-emocional-daniel-goleman/3501417">O psicólogo</a><div><a href="https://www.wook.pt/livro/inteligencia-emocional-daniel-goleman/3501417"></a><a href="https://www.wook.pt/livro/inteligencia-emocional-daniel-goleman/3501417?a_aid=5b31578a84612">Daniel Goleman</a></div> - docente da Harvard University, trabalhou na secção sobre ciências comportamentais e do cérebro do New York Times e autor de best-sellers nesta temática, explica que “a parte cerebral que suporta a inteligência emocional e social é o último circuito do cérebro a tornar-se anatomicamente adulto e, devido à neuroplasticidade, o cérebro acaba por se moldar de acordo com as experiências já vividas”. O que significa isto trocado para o comum mortal? A IE pode ser treinada através de experiências. O primeiro passo é o facto de estares a ler este artigo hoje.</div><div>Salientando o evidente digo-te que consegues facilmente imaginar a importância que a sua gestão tem na vida pessoal e profissional de cada um(a). De acordo com <a href="https://www.forbes.com/sites/travisbradberry/#271f07456928">Travis Bradberry</a> autor do sucesso &quot;<a href="https://www.wook.pt/livro/inteligencia-emocional-2-0-travis-bradberry/19567498?a_aid=5b31578a84612">Inteligência Emocional 2.0</a>&quot;, o IE tem conexão com a performance e está na base de capacidades/ skills críticas - confiança, assertividade, comunicação, empatia, gestão de raiva e de tempo, mudança de tolerância, trabalho de equipa, tomada de decisão, responsabilidade, entre outras.</div><div>Os componentes da inteligência emocional passam por 5 pilares. Passa por cada um deles, reflete de 0 a 5 quão emocionalmente inteligente és e partilha connosco (se quiseres).</div><div>1. Autoconhecimento</div><div>Capacidade de reconhecer e compreender estados de espírito, emoções, sentimentos e perceber qual o efeito destes aspetos em ti e nas outras pessoas.</div><div>Características: autoconfiança; capacidade de autoavaliação; capacidade para rir de si mesmo.</div><div>2. Autocontrolo</div><div>Capacidade de controlar ou redirecionar impulsos e estados de espírito perturbadores. Propensão a pensar antes de agir.</div><div>Características: confiança e integridade; bem-estar na ambiguidade; mostrar abertura a mudanças.</div><div>3. Automotivação</div><div>Paixão pelo trabalho por motivos que não o dinheiro e/ou status. Propensão a perseguir os objetivos com energia e persistência.</div><div>Características: Forte impulso para alcançar objetivos. Otimismo diante do fracasso. Comprometimento com a empresa/ organização.</div><div>4. Empatia</div><div>Capacidade de compreender a constituição emocional d@s outr@s. Habilidade para tratar as pessoas de acordo com as suas reações emocionais. Capacidade para nos colocarmos no &quot;lugar d@ outr@&quot;.</div><div>Características: Facilidade na aproximação e no estar com os outros. Elevação da capacidade de compreensão e de sensibilidade para a consciência da importância do outro.</div><div>5. Sociabilidade</div><div>Competência para gerir relacionamentos e afirmar laços com @s outr@s. Capacidaade de encontrar pontos em comum e cultivar afinidades.</div><div>Características: Eficácia para liderar a mudança. Mostrar persuasão. Experiência em construir equipas de trabalho, geri-las, prepará-as e liderá-las.</div><div>Desafio extra:</div><div>Um exercício para trabalhar a capacidade emocional dado pela <a href="https://wecareon.com/o-que-e-a-inteligencia-emocional/">psicóloga Marcela Alves</a>.</div><div>&quot;Durante uma semana presta atenção a ti mesmo e numa folha papel divide três colunas onde vais tomar nota de tudo aquilo que pensas ou sentes, mas que consideras difícil de conter (de perdoar, de aceitar, de controlar). Escreve ao lado dessa emoção ou pensamento que consequências tem, o que se passa de modo intenso dentro de ti, e o que poderia ter se viesse à tona de modo irrefletido. Na terceira coluna escreva o que dirias, sentirias ou viverias se isso não te mobilizasse tanto&quot;.</div><div>👋 Fica atent@ e subscreve a nossa newsletter <a href="http://bit.ly/NewsletterSoloAdventures">aqui</a>.</div><div>Em breve partilharei algumas dicas de como melhorares a tua IE!</div><div>Fonte: parte desta informação provém dos estudos e curso que fiz em Liderança e Coaching.</div><div>Subscreve a nossa <a href="http://bit.ly/NewsletterSoloAdventures">newsletter</a> e adere à nossa <a href="http://bit.ly/ComunidadeSoloAdventures">comunidade</a>. Não percas uma aventura!</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Joana Feliciano</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Human on a mission, conta-nos a tua</title><description><![CDATA[Ser humano numa missão 👨🚀🚀🌑Temos um novo movimento onde cabem todas as pessoas que fazem parte deste planeta. Não achas possível?Queremos conhecer as missões de cada um(a), sejam as que ficaram no passado, as que ainda estão entre mãos e as que aí vêm e preenchem-te os sonhos.Que tal escreveres um artigo sobre a tua missão ou incentivares aquela pessoa que sabes que faz todo o sentido estar aqui a partilhar a sua? Nós queremos publicar e ajudar a divulgar. Vamos partilhar<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_bc6cfc5a1a7a4965bcfc7d5c833c9665%7Emv2_d_2546_1436_s_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/08/13/Human-on-a-mission-conta-nos-a-tua</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/08/13/Human-on-a-mission-conta-nos-a-tua</guid><pubDate>Tue, 13 Aug 2019 07:08:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Ser humano numa missão 👨🚀🚀🌑</div><div>Temos um novo movimento onde cabem todas as pessoas que fazem parte deste planeta. Não achas possível?</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_bc6cfc5a1a7a4965bcfc7d5c833c9665~mv2_d_2546_1436_s_2.jpg"/><div>Queremos conhecer as missões de cada um(a), sejam as que ficaram no passado, as que ainda estão entre mãos e as que aí vêm e preenchem-te os sonhos.</div><div>Que tal escreveres um artigo sobre a tua missão ou incentivares aquela pessoa que sabes que faz todo o sentido estar aqui a partilhar a sua? Nós queremos publicar e ajudar a divulgar. Vamos partilhar inspiração!</div><div>Conta-nos a tua missão através <a href="https://forms.gle/QYoGqoUkAGyPNRW17">deste formulário</a> ou para </div><iframe src="//static.usrfiles.com/html/73cb66_f31709cbc8502c3513987a04fdcf4bc4.html"/><div>Em quanto pensas nisso segue a minha mais recente missão por .</div><div>Boas aventuras,</div><div>Joana Feliciano</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Flávio, a descoberta da gratidão e do amor incondicional</title><description><![CDATA[Ser homem não significa esconder afetos, fugir da compaixão, evitar o exercício da gratidão e não querer viver em amor. A história e lições de vida do Flávio fazem-nos sentir mais e parecem ter vindo de muitas vidas mas numa só.Sinopse que como nos conhecemosA Academia de Líderes Ubuntu deu-me pessoas muito bonitas interiormente, o Flávio foi uma delas. Se como eu acreditas na filosofia Ubuntu "eu sou porque tu és" então vais gostar de ser um pouco porque ele é.Sinopse sobre o FlávioUma das<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_613c0262baa04bc1a5f7d7ad38a6b6c2%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana &amp;amp; Flávio</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/07/30/Flavio-a-descoberta-da-gratidao-e-do-amor-incondicional</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/07/30/Flavio-a-descoberta-da-gratidao-e-do-amor-incondicional</guid><pubDate>Sat, 10 Aug 2019 07:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Ser homem não significa esconder afetos, fugir da compaixão, evitar o exercício da gratidão e não querer viver em amor. A história e lições de vida do Flávio fazem-nos sentir mais e parecem ter vindo de muitas vidas mas numa só.</div><div>Sinopse que como nos conhecemos</div><div>A <a href="http://bit.ly/Ubuntu-eusouporquetués">Academia de Líderes Ubuntu</a> deu-me pessoas muito bonitas interiormente, o Flávio foi uma delas. Se como eu acreditas na filosofia Ubuntu &quot;eu sou porque tu és&quot; então vais gostar de ser um pouco porque ele é.</div><div>Sinopse sobre o Flávio</div><div>Uma das palavras mais importantes para o Flávio é 'gratidão' e faz uso dela em relação aos seus pais pelos valores e amor incondicional que lhe passaram, às suas duas irmãs e um irmão mais novos pelo apoio, aos seus dois filhos e à sua mulher por lhe ensinarem que a resposta a qualquer pergunta é amor.</div><div>Nasceu no ano de 1981 na cidade daPraia a capital de Cabo Verde e veio para Portugal passados 5 de estar no mundo. O bairro da Icesa em Vialonga tornou-se a sua casa &quot;era um bairro multiétnico, ainda é, viviam lá principalmente africanos de todos os países dos PALOP e também ciganos. Nessa altura o bairro era um sítio onde a polícia raramente entrava e quando o começou a fazer mais vezes foi para fazer rusgas, era um sítio onde não era preciso ser noite para se traficar droga, bastava um assobio junto ao prédio do interessado. Eu morava na banda 14, a pior banda das 16 do bairro e morava no lote C, o pior lote da banda 14&quot;.</div><div>E como foi a vida do Flávio por lá? Ele partilha connosco:</div><div>&quot;Enquanto crescia e estudava ano após ano sem nunca chumbar fui vendo colegas do bairro irem presos, irem para centros de detenção juvenil, perderem as pernas por se terem pendurado nos comboios, a perderem a vida… Literalmente... os seus nomes foi algo que aprendi a esquecer. Eu cresci neste contexto, e foi neste contexto que terminei a escolaridade obrigatória sem nunca ter chumbado nenhum ano.</div><div> Eu acredito como dizia Nelson Mandela que a educação é a melhor arma que podemos usar para mudar o mundo. O meu pai era pedreiro e a minha mãe empregada doméstica e diziam-nos que a nossa única responsabilidade era estudar e que o que eles queriam era que nós pudéssemos crescer e ter oportunidades que ele e a minha mãe não tiveram. O meu pai dizia vocês sabem o que eu gosto e o que eu não gosto por isso a escolha é vossa. Nem sempre fizemos a escolha certa, quando isso acontecia o meu pai ralhava com o cinto, como normalmente os cabo-verdianos fazem.</div><div> Durante a minha adolescência diria que muitas vezes senti-me excluído dentro do próprio bairro, não fumava, nunca coloquei um cigarro na boca e não bebia, continuo sem nunca ter bebido o suficiente para ficar alegre até hoje. Tinha a tendência para fugir de onde sabia que iam haver problemas e o pessoal achava que eu tinha a mania que era melhor do que eles e até gozavam com a minha intenção de querer ser “certinho”. Mas eu estava decidido inconscientemente que era possível fazer diferente que não tens de ser refém das tuas circunstâncias.</div><div>Neste período foi muito importante ter começado a jogar futebol, ter andado na catequese. Em ambos aprendi a acreditar em coisas que não podia ver mas no futebol aprendi a força do esforço, aprendi a ser resiliente, a nunca desistir e como capitão de equipa muitas vezes aprendi a ser um exemplo para os outros. Ainda acredito que se não tivesse partido a perna podia ter seguido o sonho de ter sido profissional!</div><div> Ao chegar à idade adulta e tendo terminado a escola quis ir para a universidade, escolhi sociologia porque sempre gostei de me relacionar com pessoas e tinha curiosidade em perceber porque faziam as coisas, entrei no ISCTE à segunda tentativa com média de 16 depois de alguma insistência do meu primo e da minha mãe. Tive que interromper o curso duas vezes, uma porque fui atropelado à saída da universidade e parti a perna e a segunda porque na minha primeira relação amorosa a sério, depois de 10 meses, a minha namorada na altura ficou grávida.</div><div>Tudo o que eu tinha vivido na minha vida até aqui considerei normal, nunca achei estranho que os ciganos viessem para a rua disparar tiros de caçadeira par o ar ou que miúdos pré adolescentes andassem com ponta e mola. Quando a minha namorada engravidou eu estava preparado para assumir aos 22 anos a responsabilidade de ser pai porque o meu pai ensinou-me a fazer o que era certo. Quando o Ivan nasceu, nada lhe podia faltar, comida, roupa, medicação… tudo o que era necessidade básica eu estava preparado para disponibilizar. Nunca cheguei a viver com a mãe do Ivan e antes de ele fazer os 4 anos inclusive deixámos de namorar, eu entretanto fui viver para Castelo Branco e estava tranquilo porque ele estava com a mãe que eu achava que era assim que devia ser e continuava a cumprir as minhas obrigações.</div><div>Mas aqui houve uma componente que sempre negligenciei e que nunca me consciencializei. A dimensão do afeto, do amor, do doar tempo, para além do obrigatório. Isto começou a mudar quando conheci a Marlene, a minha mulher. Conheci-a em Castelo Branco e viemos depois para Lisboa e quando o Ivan estava connosco ela incentivava-me a brincar com ele e eu não tinha muito jeito para aquilo, eu passava noites com ele no hospital mas eu não sabia brincar com ele. E ela ao longo dos anos sempre foi dando dicas, eu nunca as aceitei totalmente porque tinha vivido quase 5 anos sem o meu pai porque ele estava em Portugal enquanto eu e a minha mãe vivíamos em Cabo Verde e eu tinha conseguido crescer saudável.</div><div> Quando o Ivan fez 11 anos passou a morar connosco. A mãe estava com pouca disponibilidade, ele já tinha mais dois irmãos, já passava muito tempo com os avós, pelo que acordei com a mãe que ele viesse morar connosco.Não foi fácil o início, sentia claramente que ele respeitava-me como pai mas não sentia a ligação de afeto, de amor, tinha contudo consciência do que tinha sido a nossa vida até aqui e comecei a querer mudar isso. Comecei a ler livros de parentalidade consciente, mindfulness, a ir a tertúlias de associações de pais, etc. Isso ajudou-me muito, entreguei-me doei tempo e aos poucos as coisas melhoraram. Hoje a relação que temos é muito melhor, diferente, ele fica tímido quando lhe digo que o amo, assim de forma crua mas sinto-o feliz.</div><div>Nisto houve um momento decisivo, foi o nascimento do meu segundo filho, o Raphael. A Marlene deu-me oportunidade de poder viver de novo o que é ser pai e a oportunidade de criar essa ligação de amor desde o início e de maneira diferente. Ter assistido ao parto, ter estado na maternidade durante os dois dias em que ela esteve internada. Acompanhar o crescimento desde o início com esta consciência de que vão haver sempre dúvidas mas que sempre que isso acontecer a resposta teria de ser o amor tem feito a diferença. Depois de o Raphael nascer também a minha ligação com o Ivan subiu para outros níveis de intensidade. E tem sido uma experiência de enorme gratidão.</div><div>Na verdade a experiência como pai é que tem sido de facto o maior desafio que já tive, ainda existe muito por melhorar e vão haver sempre dúvidas claro...</div><div> Como diz <a href="https://www.wook.pt/livro/think-like-jim-rohn-fernandez-ivan-fernandez/23208229">Jim Rohn</a>, um consultor americano, Para que as coisas melhorem nós temos de melhorar, para que as coisas mudem nós temos de mudar. Não tem a ver com querer ter menos desafios, tem apenas a ver com ter mais competências. Para isso temos de ser inteiros, únicos, assumir toda a nossa identidade, toda a humanidade que temos em nós&quot;</div><div>Para além da sua vida mais pessoal que gentilmente partilhou o Flávio é feito de outras camadas. Na sua vida profissional e no activismo diz &quot;sinto que há tanto por fazer.. Eu trabalhei durante 13 anos na área do Call center, entre 2004 e 2017, trabalhei na TV cabo, na Zon e ainda na Nos, trabalhei na PT e na CP, comecei por ir em part time quando entrei para o ISCTE para fazer o curso de Sociologia mas depois passei para full time e por necessidade e depois comodidade (fiquei efectivo) fui-me mantendo até que comecei a sentir que me estava a prejudicar, por um lado a nível da saúde mental, por outro lado a nível do que sentia que eram as minhas novas aspirações e objetivos que entretanto se tornaram muito mais claros e senti que o trabalho no Call Center estava a limitar as minhas possibilidades.</div><div>Um dia fui trabalhar e depois de duas horas decidi que chegava, falei com os meus chefes, fui embora, mesmo sem ter nada em perspetiva e nunca mais voltei. Despedi-me e a partir daí, decidi que só ia trabalhar em áreas de que gostasse, que me fizessem feliz e em que eu sentisse que estava a contribuir para mudar o mundo para melhor. O <a href="https://www.wook.pt/livro/you-were-born-to-win-will-smith/16399741">Will Smith</a> diz que Deus colocou as melhores coisas da vida para nós do outro lado do medo para termos a oportunidade de mostrarmos o quanto as queremos. Assim foi, em pouco tempo, surgiu o <a href="https://www.ipav.pt/">IPAV</a> quando frequentava a <a href="http://bit.ly/Ubuntu-eusouporquetués">Academia Ubuntu</a>, que foi a melhor experiência profissional que já tive, aprendi tanto em tão pouco tempo, vivi experiências únicas pelas quais me sinto muito grato e conheci e relacionei-me com pessoas incríveis e inspiradoras. E estava a viver uma vida de propósito. O senão era a exigência de tempo que estava implícita e que eu não podia cumprir, a prioridade para mim é a família, com dois filhos e uma mulher que fez 200 km de Proença a Nova para Lisboa para viver comigo, tive de seguir para outro rumo com toda a bagagem de aprendizagem que reuni.</div><div> Recentemente participei na formação de certificação internacional de coach na <a href="http://www.danielsanogueira.com/eventos/trata-a-vida-portugal">We Create</a> e é a área onde me vejo a trabalhar no futuro pela possibilidade de ajudar outras pessoas a crescer, desenvolvendo o potencial que já possuem mas que não sabem como concretizar, pelas possibilidades de liberdade, flexibilidade e estabilidade que acredito que me possa dar para viver aquilo que é mais importante para mim que é a família e ao mesmo tempo pela possibilidade de influenciar positivamente a mudança no mundo, criando mais líderes.</div><div>Na área do associativismo e voluntariado o Flávio começa a dar os seus passos firmes:</div><div>&quot;O que posso dizer é que sou daquelas pessoas que raramente dá dinheiro na rua às pessoas sem-abrigo por exemplo, vou ao supermercado, ou ao café e compro-lhes comida, prefiro fazer isso. Houve uma altura, há alguns anos que eu e amigos e a Marlene juntávamo-nos fazíamos comida, às vezes sopa, às vezes pizzas caseiras e íamos para Lisboa distribuir juntamente com roupa mas nunca envolvidos em alguma associação.</div><div> Por falar em pizzas e pessoas sem abrigo, há um episódio que me lembro e que nos marcou para sempre e que mostra o poder que temos e como funciona a questão da influência, numa paragem, uma pessoa sem-abrigo pede dinheiro ou alguma coisa, eu e Marlene tínhamos vindo do trabalho, íamos para casa e tínhamos pizza que ela tinha feito, eu disse, vamos para casa, vou dar-lhe a minha, ela diz, sim, faz sentido, vou dar-lhe a minha também e assim fizemos: o rapaz (jovem) recebe as fatias, cheira e desfaz-se em lágrimas, entretanto demos-lhe o resto da comida que tínhamos, maçãs, etc.. depois acontece o resto da magia… as pessoas que estavam na fila do autocarro começa todas a tirar coisas da suas malas e a darem-lhe. Foi indiscritível. Até estou arrepiado a lembrar-me disto…</div><div> Outro episódio: Lembras-te do ice bucket challenge? Desafio do banho de gelo? Fui nomeado para tomar o banho de gelo e nomear mais amigos. Eu achava que aquilo era basicamente desperdício de água e como tinha tido uma experiência recente no CAT – Centro de Acolhimento Temporário de Vialonga, falei com a responsável e em vez de banho gelado, iniciei com a Marlene e o Ivan (meu filho mais velho), o banho de material escolar. Levámos material escolar aos miúdos e nomeámos 3 pessoas para fazer o mesmo e assim sucessivamente. Tivemos grande parte de Vialonga a contribuir com material escolar e roupa e acabou-se por ter material para esse ano e o outro a seguir…</div><div><div>Sobre o <a href="https://www.facebook.com/sentirmais.org/?ref=br_rs">Sentir +</a>, é um projeto que se chamava Happiness Club</div> que começou quando eu estava na Academia Ubuntu e tivemos a possibilidade de idealizar um projeto para ter formação na <a href="https://www.everis.com/portugal/pt-pt/home-pt">EVERIS</a>, que era parceira da Academia. Juntei-me à <a href="https://www.linkedin.com/in/sandra-bernardo/">Sandra Bernardo</a> porque era um projeto que promovia a felicidade e o bem estar através da gestão de emoções e havia a possibilidade de trabalhar nas empresas a questão do stress, do burnout, etc... coisas que me diziam muito porque no call center vivi de perto muitas dessas situações com colegas e saí para evitar chegar a esse ponto.</div><div> Agora o <div><a href="https://www.facebook.com/Men-Talks-1872195">Men Talks</a>, tem tudo a ver com a minha experiência como pai, as crenças limitadoras com as quais cresci e que me impediram numa fase inicial da minha relação com o meu filho de ter uma relação afetiva com ele.</div>A ideia de masculinidade e do que era ser homem excluía os afetos e focava-se na disciplina e na questão das necessidades básicas de subsistência. O projeto é muito mais do que isso, pretende ser uma referência na promoção da igualdade entre homens e mulheres e na reconstrução da ideia de masculinidade de forma a permitir que o homem seja mais pleno, mais autêntico e melhor ser humano, ao assumir-se um ser emocional e de afetos, não os reprimindo devido a qualquer tipo de constrangimento social.</div><div> Estes projetos para mim demonstram a importância que as nossas histórias de vida têm e a forma como a resiliência se aplica na prática através da ressignificação.</div><div>Uma parte da história que o Flávio não contou foi o seu envolvimento na organização <a href="https://www.speak.social/pt/">SPEAK</a> onde foi buddy tendo a <a href="https://blog.speak.social/flavio-ser-homem-e-ser-responsavel-e-sentir-que-se-colabora-na-construcao-do-mundo/">oportunidade de dar um curso de português a cinco jovens oriundos do Afeganistão</a>.</div><div>Desde 2012 que o Flávio e a sua mulher, quando foram morar juntos, têm estado numa &quot;jornada de desenvolvimento pessoal/crescimento humano&quot;. À Marlene ele está muito grato porque com e por causa dos &quot;estímulos e desafios&quot; que ela lhe coloca tem &quot;crescido, principalmente como pai mas também como homem, logo Ser Humano. Sou muito grato e privilegiado por ter uma 'ilha' só para mim&quot;.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_613c0262baa04bc1a5f7d7ad38a6b6c2~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_ae22c38c99b44a00aedc1bdd3374c8c0~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_54de0ff74b2045c9ad2a1334ac60fdef~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_71df174a572a41fb87850b9fbecb2a20~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_ad6eaad0d5f64209b4212d8e6d669d41~mv2.jpg"/></div><div>Lições de vida na primeira pessoa</div><div>-do Flávio para nós-</div><div>1- Não importa qual a pergunta, a resposta será sempre o amor. Se me perguntares qual é a coisa mais importante do mundo eu irei responder-te amar e ser amado e se me perguntares o meu maior medo irei responder-te terminar um dia sozinho sem ter ninguém com quem partilhar amor. Eu vejo o amor como o princípio e o fim de tudo. O amor pela família em primeiro lugar, pela minha mulher, os meus filhos, pais e irmãos, o amor pela humanidade, pelas pessoas. Quando tenho dúvidas sobre alguma coisa eu pergunto-me se existe lá amor. Se posso ser inteiro nesse local a dar e a receber amor. Foi quando frequentei a <a href="http://bit.ly/Ubuntu-eusouporquetués">Academia de Líderes Ubuntu</a> que esta frase começou a acompanhar-me frequentemente num período em que enfrentei grandes desafios familiares e em que tinha iniciado ao mesmo tempo uma grande viagem interior que ainda não terminei. No final o amor foi a resposta para todas as perguntas e inquietações que tinha.<a href="https://www.wook.pt/livro/verdadeiramente-humanos-jean-vanier/22366052">Jean Vanier</a> dizia : “Só nos tornamos completamente humanos quando descobrimos quem somos, que a história de todos nós é descobrir que somos frágeis e que o que nos dá consistência como pessoas é sentir que somos amados, independentemente da raça, da religião ou de qualquer deficiência que possamos ter”. (...) amar as pessoas não é fazer as coisas por elas ou para elas mas sim revelar o quanto elas são importantes. (...) quando as pessoas são amadas elas transformam-se...”</div><div>2- &quot;A educação é a melhor arma que podemos usar para mudar o mundo&quot;.<a href="https://www.wook.pt/livro/um-longo-caminho-para-a-liberdade-nelson-mandela/12836272">Nelson Mandela</a> Mandela é antes de mais talvez a minha maior inspiração e recorro a ele e às suas filosofias de vida muitas vezes para me orientar, principalmente no que diz respeito ao amor, à compaixão, e claro Ubuntu. O meu filho mais novo chama-se Raphael Madiba. Dei-lhe esse nome porque é um nome invulgar e sendo o nome do clã a que Mandela pertencia ele terá que saber quem foi Mandela para explicar o seu nome. Esta é uma ideia com a qual fui crescendo e que nos últimos anos, em que me tornei mais activista, tem sido ainda mais sublinhada na minha vida. Os meus pais sempre me incentivaram a estudar, a mim e aos meus irmãos, porque o meu pai é pedreiro e a minha mãe é empregada doméstica e diziam que queriam que tivéssemos uma vida melhor do que a deles. Como eu vejo as coisas, devemos estudar para sermos pessoas melhores. E digo estudar mas não me refiro à escola especificamente, digo, procurar o conhecimento, procurar conhecermo-nos melhor a nós próprios e procurar conhecer e entender o outro. Educarmo-nos é fugir da ignorância, da ignorância de conhecer aquilo de que somos capazes de fazer como seres humanos. É através da educação que os líderes se constroem. Infelizmente o sistema educativo atual não está focado naquilo que para mim são as coisas mais importantes, formar seres humanos e educar para o bem estar. Já temos bons exemplos como o Butão e a Costa Rica, salvaguardando os respectivos contextos culturais, será que replicar os modelos é assim tão complexo?</div><div>3- Tu és suficiente. Recentemente, por causa dos projetos em que tenho estado inserido, quer no <a href="https://www.facebook.com/sentirmais.org/?ref=br_rs">Sentir +</a>, quer no <a href="https://www.facebook.com/Men-Talks-1872195046236350/">Men Talks</a>, ambos muito relacionados com a questão da gestão de emoções, o tema do amor-próprio, ligado à questão da vulnerabilidade, da aceitação e da vergonha, tem estado muito presente. É importante que as pessoas se sintam capacitadas para viver a sua vida em plenitude, serem autênticos e assumirem a sua essência sem receio de serem marginalizadas. Acredito que todos temos em nós as ferramentas necessárias para sermos felizes e “mesmo quando nascemos ou crescemos do lado errado das oportunidades da vida é possível crescer”. Li recentemente a coragem de ser imperfeito de Brené Brown que aconselho a toda a gente porque aborda de forma perfeita estes temas na minha opinião. Ser resiliente é um super poder que todos os seres humanos possuem mesmo os que ainda não o sabem.</div><div>4- Para que o mal triunfe, basta que os homens de bem nada façam.<a href="https://www.wook.pt/livro/edmund-burke-joao-pereira-coutinho/21194375https">Edmund Burke</a> Esta frase ecoa em mim todos os dias. É quase um “wake up cal”, uma chamada para a acção. John Volmink é um grande senhor sul-africano que tive o privilégio de conhecer durante a academia de líderes Ubuntu e num dos seminários sobre Ubuntu ele dizia: “Se somos feridos de alguma forma na nossa dignidade isso vai mexer connosco e vai inquietar-nos mas quando vemos um irmão ser ferido na sua dignidade aí é quando Ubuntu vem ao de cima é quando no nosso intímo somos chamados a agir, é o nosso “wake up cal”… Eu sou o tipo de pessoa que raramente entrava em confusões, mesmo na escola mas se o meu melhor amigo em particular ou em situações de injustiça que via acontecer, dificilmente pensava duas vezes antes de agir. Hoje em dia essa é uma característica que tenho muito vincada. O mais difícil é tentar perceber que talvez haja lutas que eu não posso lutar, mas isso é outra história… Eu sei que sou uma pessoa de bem e é meu dever, a partir do momento que tenho consciência da minha capacidade de influenciar positivamente o mundo, de exercer essa influência para o bem de todos.</div><div>5- Eis o meu segredo: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.<a href="https://www.wook.pt/livro/o-principezinho-antoine-de-saint-exupery/46993">Saint Exupéry in Principezinho</a> O principezinho é o meu livro preferido, para mim o melhor manual de relacionamentos que já li… Simplifica tudo, o relacionar, o cuidar, o ser criança, a imaginação, a empatia, o sonho… tantas coisas… Talvez o que mais goste de fazer nesta vida é relacionar-me com pessoas, de criar conexão, de ver revelar-se a beleza que têm dentro. Há uma frase que gosto muito e que é “são tão maravilhosas as pessoas que não conhecemos bem”… A vida tem-me ensinado a olhar para cada pessoa como um tesouro, como um ser único, como uma oportunidade de libertar todo o amor que tenho em mim e que não cabe só em mim. Eu vivo e existo pelo coração, eu acho que não respiro pelos pulmões, acho que respiro também pelo coração e isso deixa-me orgulhoso e feliz. Acho que não há nada melhor do que ligar corações uns aos outros. Os meus olhos são o meu coração, as minhas palavras são escritas com o coração… é isto…</div><div>Subscreve a nossa <a href="http://bit.ly/NewsletterSoloAdventures">newsletter</a> e adere à nossa <a href="http://bit.ly/ComunidadeSoloAdventures">comunidade</a>. Não percas uma aventura!</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Joana Feliciano &amp; Flávio Ladim Gonçalves</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>O essencial é invisível aos olhos</title><description><![CDATA[Agora que já sabes qual é a minha próxima (mini) missão fica aqui a promessa de ir partilhando à medida do possível o que vai acontecendo para tornar esta #HumanOnAMission (i.e. ser humano numa missão) um bocadinho de tod@s. Antoine de Saint Éxupery escreveu um dia que "o essencial é invisível aos olhos", depois disso foi citado 123 986 2735 9826 vezes incluindo esta. A razão para tanta repetição está na verdade e na necessidade de nos fazermos relembrar disso.Falta menos de uma semana para<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_c7a30d8fc36b4311b0d2042390085d81%7Emv2.jpg/v1/fill/w_927%2Ch_521/1fb9ef_c7a30d8fc36b4311b0d2042390085d81%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/08/06/O-essencial-%C3%A9-invis%C3%ADvel-aos-olhos</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/08/06/O-essencial-%C3%A9-invis%C3%ADvel-aos-olhos</guid><pubDate>Tue, 06 Aug 2019 07:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Agora que <a href="http://bit.ly/QualMissao">já sabes qual é a minha próxima (mini) missão</a> fica aqui a promessa de ir partilhando à medida do possível o que vai acontecendo para tornar esta #HumanOnAMission (i.e. ser humano numa missão) um bocadinho de tod@s.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_c7a30d8fc36b4311b0d2042390085d81~mv2.jpg"/><div>Antoine de Saint Éxupery escreveu um dia que &quot;o essencial é invisível aos olhos&quot;, depois disso foi citado 123 986 2735 9826 vezes incluindo esta. A razão para tanta repetição está na verdade e na necessidade de nos fazermos relembrar disso.</div><div>Falta menos de uma semana para embarcar numa nova missão (<a href="http://bit.ly/2GUND5x">as outras foram em São Tomé há uns tempos</a>) desta vez dentro da Europa. Vou fazer uma escala de várias horas em Paris (só assim se consegue poupar) antes de chegar ao primeiro destino onde vou ficar dois dias e meio até apanhar o ferry para o seguinte. A aventura vai mesmo ser a solo. Não é a primeira vez que viajo sozinha (fiz uns testes na Turquia, Açores e Itália) mas nesta vou estar mais dias seguidos sem ninguém conhecido.Como em tudo estou certa que irei fazer amig@s durante o percurso.</div><div>Com tanto reboliço e kms no pé vou precisar de minimizar a carga física, por isso tento levar apenas o essencial. Afinal, muitas das pessoas refugiadas que vou conhecer não devem ter tido tanta sorte como eu, por isso tempo para fazer a mala não deve ter estado na lista das opções.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_e2d70aef300f4a4ab230b77dc31271fa~mv2.jpg"/><div>Nesta foto faltam umas quantas coisas que já estão na mala (e.g. medicamentos, roupa interior, garrafa reutilizável, documentos, cadeado, carregador, cartão de memória micro SD, powerbank e telemóvel) e outras que vou transportar no corpo (e.g. casaco leve, mala de cintura, etc).</div><div>Para muit@s ter um &quot;happiness journal&quot; (i.e. diário da felicidade), um bloco para pintar em aguarela, auriculares e óculos de sol seria dispensável...admito que posso concordar, contudo como sei o que me ajuda a descomprimir e a ter uma viagem mais agradável não iria deixar em casa havendo oportunidade de os levar, mesmo que no final do dia sejam só tarecos/ quinquilharia. Pintar o que vejo ajuda-me a reter as fotografias mentais que tiro, bem como as lições que guardo de cada local e pessoas por onde passo. Depois mostro-te.</div><div>Levo várias t-shirts e calças confortáveis em detrimento de tops ou saias porque vou estar em contacto com pessoas de várias religiões, culturas e tradições pelo que devo respeitar o modo de estar de cada uma.</div><div>Até ao puxar do fecho da mochila e de a colocar às costas acredito que ainda algumas das coisas que estão na lista vão ficar em terra nacional, afinal o &quot;essencial é invisível aos olhos&quot;.</div><div><div>💡 💡 E tu, já fizeste ou conheces alguém que tenha feito uma missão com pessoas refugiadas ou outr@s beneficiári@s? Se sim ficas convidad@ a partilhar em artigo aqui no Solo Adventures. Conta-nos a tua missão: <a href="mailto:soloadventuresofficial@gmail.com?subject=Missão">soloadventuresofficial@gmail.com</a></div><a href="mailto:soloadventuresofficial@gmail.com?subject=Missão">💡💡</a></div><div>Segue esta minha/nossa #humanonamission subscrevendo a <a href="http://bit.ly/NewsletterSoloAdventures">newsletter</a>do Solo Adventures<a href="http://bit.ly/NewsletterSoloAdventures">aqui</a> e seguindo as páginas no <a href="https://www.instagram.com/soloadventuresofficial/">Instagram</a> e <a href="https://www.facebook.com/soloadventuresofficial/">Facebook</a>.</div><div>Boas aventuras,</div><div>Joana Feliciano</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Daniela Matinho, uma das garotas pelo mundo</title><description><![CDATA[A Daniela Matinho nasceu em Pombal em 1991, mas desde os seus 14 anos começou a mexer-se pelo mundo. Conta com mais de 40 países visitados e 4 vividos: Portugal, França, Austrália e por agora pousa nos Estados Unidos da América. Criou o grupo “Garotas pelo Mundo”, não fosse ela uma das que anda a desbravar caminho por este globo. Sejas homem ou mulher esta história e lições de vida são para ti.Sinopse de como nos conhecemosTemos pelo menos uma pessoa em comum, a querida Jessica Jaishil que entre<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_3ecb1a00dc434243b3f86c4b33fc2acb%7Emv2_d_2998_2248_s_2.jpeg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana &amp;amp; Daniela</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/07/28/Daniela-Matinho-uma-das-garotas-pelo-mundo</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/07/28/Daniela-Matinho-uma-das-garotas-pelo-mundo</guid><pubDate>Tue, 30 Jul 2019 07:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A <a href="http://www.danielamatinho.com/en/the-author/">Daniela Matinho</a> nasceu em Pombal em 1991, mas desde os seus 14 anos começou a mexer-se pelo mundo. Conta com mais de 40 países visitados e 4 vividos: Portugal, França, Austrália e por agora pousa nos Estados Unidos da América. Criou o grupo “<a href="https://www.facebook.com/groups/garotaspelomundo/">Garotas pelo Mundo</a>”, não fosse ela uma das que anda a desbravar caminho por este globo. Sejas homem ou mulher esta história e lições de vida são para ti.</div><div>Sinopse de como nos conhecemos</div><div>Temos pelo menos uma pessoa em comum, a querida <a href="https://www.linkedin.com/in/jjmjessica/">Jessica Jaishil</a> que entre conversas me deu a conhecer o grupo &quot;Garotas pelo Mundo&quot; e a sua fundadora Daniela.</div><div>Sinopse sobre a Daniela</div><div>Aos 15 anos juntou-se a uma escola de teatro, aos 16 participou no seu primeiro programa de intercâmbio que lhe possibilitou uma semana na Grécia. Aos 17 veio para Lisboa estudar Comunicação Social, aos 18 foi aos Estados Unidos da América (EUA) fazer um programa imersivo para melhorar o seu inglês. Em 2011 com os seus 20 anos foi de Erasmus para Paris durante 4 meses que acabaram por se transformar em 5 anos por onde se especializou em Marketing Digital. Sem saber muito de francês e mesmo por vezes sentido-se desamparada tomou as rédeas e não desistiu. Conseguiu formar-se, arranjar um trabalho na área e viver sozinha! Depois disso seguiram-se 8 meses de mochila às costas pela América do Sul, uma vida nova na Austália misturada com alguns episódios de ansiedade, uma outra experiência que lhe mudou as voltas na Indonésia e (por agora) a ida para os EUA.</div><div>Uma das curiosidades sobre a Daniela:<a href="http://www.danielamatinho.com/en/how-i-was-hosted-in-30-places-for-free-in-3-years/">num espaço de 3 anos foi recebida gratuitamente em 30 locais que lhe deram estadia</a>. A razão? Quando se é uma “people person” - uma pessoa dada às pessoas, fazer amig@s é uma consequência natural.</div><div>Melhor mesmo é leres a história contada por quem a viveu e vive:</div><div>&quot;Menina irrequieta desde pequena. Lembro-me da minha mãe quase rezar para eu ficar doente para ela poder ter descanso. Sempre tive muita vida mas nunca imaginei que um dia toda essa energia se converteria em desbravar o mundo sozinha ou mudar de país como quem muda de casa.</div><div>Comecei a viajar com os meus 14 anos: primeiro com a escola, depois com amigos e mais tarde sozinha. Costumo dizer que fui muito afortunada por ter uns pais que sempre me deram carta branca para as minhas loucuras.</div><div>Aos 15 já sabia que um dia viveria nos Estados Unidos e aos 18, já ninguém me calava porque o que eu queria mesmo era estudar e trabalhar fora de Portugal. Um ano depois parti para um semestre de estudos em Paris mas os quatros meses iniciais converteram-se em cinco anos.</div><div>A cultura francesa é daquelas que primeiro se estranha mas depois se entrenha. Estudar em Francês não foi fácil mas quando chegou a hora de procurar trabalho, o mundo pareceu desabar em cima de mim. Procurar o primeiro trabalho por si só não é fácil, mas fazê-lo fora do nosso país é ainda mais complicado. Foram meses de muita angústia, de muitos tostões contados mas também de muita aprendizagem. Em 2013, consegui um trabalho à séria, ou seja: algo que gostava mesmo e completamente relacionado com aquilo que tinha estudado (Sou formada em Comunicação pela Universidade de Lisboa e em Marketing Digital pela Ecole de Management de Paris). A minha vida continuou bem tranquila até que em 2016 decidi que estava na hora de explorar outros continentes.</div><div>Aos 24 anos sentia-me fechada numa vida rotineira e pouco desafiadora. Larguei o que tinha de mais precioso: o meu trabalho, o meu apartamento e os meus amigos e saí com um bilhete de ida até ao Brasil. Há anos que desejava explorar a América Latina.</div><div>Durante quase um ano dediquei-me exclusivamente àquele continente. Hoje quando penso naquela viagem de tantos meses, tantas caminhadas, tantas cidades, tantas pessoas, parece que foi noutra vida. Voltei outra Daniela: mais perdida, com mais questões e com uma ânsia de viajar ainda maior .</div><div>Bastaram-me 2 meses na Europa para voltar querer a fazer as malas e aquele Verão de 2017 rumei à Austrália. Nem nos meus melhores sonhos imaginei que um dia viveria num apartamento à beira mar em Sidney e teria a oportunidade de ver a Casa da Ópera todos os dias. Mas parece que há mesmo - sonhos que se tornam realidade. Em Outubro comecei a trabalhar a tempo inteiro numa universidade em Sidney e durante um ano tive uma vida de princesa: poucas horas de trabalho, ordenado elevado e praia todos os dias. Royal! Mas como tudo o que é bom tem tendência a terminar rápido, numa viagem a Bali, um acidente de mota empurrou-me gentilmente até solo europeu (ATENÇÂO: desaconselho completamente todas as atividades relacionadas com motas nas estradas da Indonésia).</div><div>Regressei a Paris no final de 2018: completamente perdida, sem trabalho, sem planos e com um pé/ perna a funcionar a 60%. Valeram-me os amigos para me reconfortar o coração e a internet para ocupar os meus dias. Foi também neste período que decidi tirar da gaveta um velho sonho que tinha de estudar nos Estados Unidos. Preparei-me para os exames, enviei candidaturas para cinco universidades e em Fevereiro de 2019 mudei-me para Chicago (isto assim parece tão fácil mas na época foram tantas semanas de tanto stress).</div><div>Para os mais curiosos, estou a fazer um mestrado em Data Science na Universidade de Chicago e no meu blog www.danielamatinho.com partilho muito sobre a minha vida atual como estudante nos EUA. Hoje viajo muito menos porque há sempre muito para estudar mas Chicago é uma cidade fantástica, cheia de vida e de oportunidades&quot;.</div><div>Reconheces esta história? Talvez já a tenhas visto <a href="https://www.sic.pt/Programas/juntos-a-tarde/videos/2017-08-23-Uma-Portuguesa-Perdida-no-Mundo">aqui</a>no programa &quot;Juntos à tarde&quot; da SIC.</div><div><div>Gostavas de conhecer mais sobre a Daniela e o seu projeto &quot;<a href="https://www.facebook.com/groups/garotaspelomundo/">Garotas pelo Mund</a>o&quot;? </div><a href="https://www.facebook.com/events/2388861511165478/">Dia 1 de Agosto tens a oportunidade! Junta-te a nós (sim, eu também estarei por lá) no 1ºPicNic no Parque Eduardo VII em Lisboa.</a></div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_58ee9070dbb34d18bc32c1cffe2c1382~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_788f6d103ad9438e9401eea12f10bfd2~mv2_d_3024_4032_s_4_2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_0151469a91504b1885178bb8c24c54cd~mv2_d_3455_2591_s_4_2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_3ecb1a00dc434243b3f86c4b33fc2acb~mv2_d_2998_2248_s_2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_fb9b71477f4f429695ec5f669d15550f~mv2_d_2597_3821_s_4_2.jpeg"/></div><div>Lições de vida na primeira pessoa</div><div>-da Daniela para nós-</div><div>1. Lá no fundo nós sabemos sempre o que queremos.</div><div>2. Se a escola me tivesse ensinado a gostar de mim tanto como me ensinou de matemática ou história, teria poupado uns bons anos vida e uns bons litros de lágrimas.</div><div>3. Saber ouvir-me foi a melhor aprendizagem que tirei das minhas viagens.</div><div>4. Deixar de me comparar com os outros – esta frase repito todos os dias desde que me mudei para os EUA.</div><div>5. Agradecer constantemente à vida foi o mais recente e poderoso hábito que implementei. Desde então a minha percepção da vida mudou complemente.</div><div>Se estas não te chegaram tens<a href="http://www.danielamatinho.com/en/26-lessons-i-have-learned-in-the-past-years/">aqui</a>mais 26 lições. Aproveita!</div><div>Subscreve a nossa <a href="http://bit.ly/NewsletterSoloAdventures">newsletter</a> e adere à nossa <a href="http://bit.ly/ComunidadeSoloAdventures">comunidade</a>. Não percas uma aventura!</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Solo Adventurers Joana &amp; Daniela</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Melanie Vaz Pita, com sonhos e lições de grande</title><description><![CDATA[António Variações em 1982, uns 11 anos antes de existir a Melanie cantava " Vou continuar a procurar a minha forma, o meu lugar porque até aqui eu só: estou bem aonde eu não estou; Porque eu só quero ir aonde eu não vou" essa insatisfação que nasce com muit@s de nós foi em parte o que trilhou esta história e lições de vida. E tu, estás além?Sinopse que como nos conhecemosAs amigas das nossas amigas, nossas amigas são. Sejam de perto ou longe, diferentes ou iguais, devemos ver com olhos empáticos]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana &amp;amp; Melanie</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/07/19/Melanie-Vaz-Pita-com-sonhos-e-licoes-de-grande</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/07/19/Melanie-Vaz-Pita-com-sonhos-e-licoes-de-grande</guid><pubDate>Sat, 27 Jul 2019 08:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>António Variações em 1982, uns 11 anos antes de existir a Melanie cantava &quot; Vou continuar a procurar a minha forma, o meu lugar porque até aqui eu só: estou bem aonde eu não estou; Porque eu só quero ir aonde eu não vou&quot; essa insatisfação que nasce com muit@s de nós foi em parte o que trilhou esta história e lições de vida. E tu, estás além?</div><div>Sinopse que como nos conhecemos</div><div>As amigas das nossas amigas, nossas amigas são. Sejam de perto ou longe, diferentes ou iguais, devemos ver com olhos empáticos e escutar quem fala. A Melanie conheci-a assim, no cruzar de grupos de amizades e deixei-me encantar pela sua visão e forma descartada de viver a vida, ou seja, sem comodismos.</div><div>Sinopse sobre a Melanie</div><div>Comecemos por algumas informações base: nascida na década dos 90s no ano em que a Whitney Houston batia os tops com o &quot;I will always love you&quot;, os UB40 com a sua versão do &quot;(I Can't Help) Falling In Love With You&quot;, e os Meat Loaf (i.e. Rolo de Carne) diziam que &quot;I'd Do Anything For Love (But I won't do that)&quot; - muito amor naquele ano de 1993. Mas nem tudo era love, os Depeche Mode lançaram o álbum &quot;Songs of Faith and Devotion&quot; e os Radiohead deram-nos o &quot;Creep&quot;. Já estás mais situad@ no tempo ou simplesmente assutad@ porque consciencializaste que 26 anos passaram?</div><div>Tudo isto se passou enquanto a Melanie crescia na cidade de Tomar numa família grande e com &quot;a sorte de ter tido um grupo de amigos fantástico&quot;. O tempo foi passando e até aos 18 anos sentiu que esteve um &quot;pouco perdida sem saber bem quem era ou quem não queria ser&quot;. Com a entrada no novo milénio dois marcos na sua vida fizeram com que se quisesse acordar e aproveitar a vida. Em 2010 o seu irmão faleceu e no ano seguinte um dos seus melhores amigos, ambos num acidente de carro.</div><div>A vida recomeçou não uma mas duas vezes.</div><div>Em 2011 foi &quot;a primeira a entrar no curso de Estudos Portugueses e Lusófonos na FLUC em Coimbra&quot;, foi nessa cidade que pela primeira vez abriu asas para voar. Por lá apaixonou-se duplamente: as ruas abriram-lhe o coração e encontrou o seu primeiro amor. Mas nem tudo foi fácil, nunca é. &quot;A maior dificuldade que tive em Coimbra foi enfrentar os meus medos relativamente à minha homossexualidade tanto perante a minha família como aos meus amigos. Perdi bastante mas e ganhei muito mais&quot;.</div><div>Chegado o ano de 2013 decidiu novamente mudar radicalmente a sua vida. &quot;Já não me imaginava muito bem a ensinar em Portugal e estava alguma coisa a faltar na minha vida. Bem... Digamos que uma das minhas melhores amigas me influenciou a juntar me ao projeto onde ela estava. Lá fui eu.... Para Inglaterra e tornei-me Instrutora do Desenvolvimento com o <a href="https://cicd-volunteerinafrica.org/">College for International Co-operation and Development</a>.</div><div>No CICD estive seis meses a trabalhar para pagar as propinas deste curso e depois de mais seis meses de preparação para a aventura seguinte lá fui eu mais seis meses para o continente Africano. <div>Fui para Moçambique para a <a href="https://cicd-volunteerinafrica.org/the-projects/teach-at-one-world-university-in-mozambique">One World University</a> em Changalane onde tive 42 alunos do curso de 3 anos em Desenvolvimento Comunitário.</div> A minha vida deu a volta. Completamente! Apaixonei-me. Pelo país, pelas pessoas, pela cultura e mais do que tudo pelo trabalho. Dei aulas e mais que qualquer outra coisa atividades nas comunidades. Desde construir salas de aula, fogões poupa lenha, latrinas, fazer agricultura e muito mais... <div>estive também um mês na <a href="http://www.adpp-mozambique.org/pt/latest-news/419-cidadela-das-criancas-uma-janela-de-esperanca">Cidadela das Crianças</a>, um projeto que é um orfanato e escola - um dos mais bonitos que alguma vez conheci. </div>Não sei explicar bem como em seis meses tudo aquilo que eu era...melhorou. Não mudei mas... Não sei... Apaixonei me pela vida.</div><div>Voltei perdida em Maio de 2015. Não sabia bem que fazer. Uns meses depois fui convidada a ficar como professora no CICD e claro que aceitei! Desde então vivo no CICD, em comunidade. Sou professora(mais uma guia que uma professora &quot;normal&quot;) o que me preenche como nada antes me preencheu. <div>Tive a oportunidade de viajar com os meus estudantes no período <a href="https://oneworldcenter.org/about-us/learn-to-travel-travel-to-learn/">Learn to Travel and Travel to Learn</a> durante 3 meses em 2016/2017 onde viajei por África do Sul, Namíbia, Botsuana, Zimbábue , Moçambique, Malawi e Zâmbia.</div> Esta viagem foi feita por terra (ok... voámos até África do Sul) de transportes públicos e muitas boleias. No início de 2019 estive quase 3 semanas na Palestina (e... To exist is to resist é a frase marcada na minha alma) e neste momento estou em Botsuana de novo. Estas viagens são viagens de investigação/ação onde os estudantes têm de conhecer a realidade do país fazendo uma investigação e conduzindo ações nas comunidades. O meu trabalho é ter a certeza que as realidades mais difíceis são descobertas e ter a certeza que são assimiladas. Claro que a minha experiência também é uma ajuda&quot;.</div><div><div><a href="https://cicd-volunteerinafrica.org/staff-group/mel">O CICD tornou-se desde 2013 a casa da Melanie</a>.</div> &quot;Viver em comunidade é perfeito para mim, ser uma das sete pessoas a dirigir o Colégio também me deu um sentido de responsabilidade gigante. Vivemos de maneira bem bem humilde mas rodeados do que importa. Começar um centro ambiental no CICD também foi um marco gigante e um projecto a crescer&quot;.</div><div>E quanto ao seu país? &quot;Não sei explicar mas... sim... Tenho saudades de casa em Portugal, dos amigos que deixei, das minhas irmãs e das minhas sobrinhas, do que lá tinha, do que já não tenho é do que vou sempre ter. Mas... Encontrei algo que me preenche e que faz sentido. Também encontrei o amor da minha vida aqui há três anos e isso tem sido toda uma outra linda bolha. Todos os dias sinto que estou a fazer algo pelo amanhã, pelo meu, pelo da minha família e inspiro-me nas minhas sobrinhas para ser honesta. Lutar contra a pobreza e a mudança climática vale a pena, dá-me sentido à vida. Talvez seja só uma gotinha de água neste oceano vasto! Mas a minha gotinha conta porque estou rodeada de outras gotinhas. Fazemos uma grande onda ao final do dia&quot;.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_bf67f12cd50b46d884995d4f42d727f0~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_4085d0ed11b24fed8bf51900153a5000~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_aea563ef2ed3424a8116c2ea711577ae~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_2b75aefcf78b4d3a85819d4a3c47593a~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_2f5abb7b5986484f9701d7471e04f66f~mv2.jpg"/></div><div>Lições de vida na primeira pessoa</div><div>-da Melanie para nós- </div><div>1. O amanhã é feito hoje</div><div>Aprendi isto quando me apercebi que o planeta está em crise e foi aí que decidi que tenho de fazer alguma coisa. Tudo o que fazemos hoje tem impacto amanhã e cada vez que pensamos &quot;aaahhh...não importa! É so desta vez&quot; estamos literalmente a enganar-nos. Bem... isto também conta para tudo o resto nas nossas vidas, não só para o futuro das gerações. Daí ter decidido viver em comunidade e crescer o máximo possivel da minha comida.</div><div>2. Viajar é a melhor fonte de conhecimento</div><div>Sem dúvida! Abrir horizontes, ver outras realidades, tocar essas realidades... partilhar de ti com o outro. Deixar @ outr@ ser visto. A verdadeira informação vem em primeira mão e quando podes tirar a tua conclusão e falar da tua experiência.... aí já cresceste e provavelmente já ajudaste a crescer.</div><div>3. Há pobreza em todo o lado.</div><div>Das minhas viagens entendi que sim... sobreviver com menos de um euro por dia e alimentar a família de nshima (i.e. tipo de comida em África) todos os dias é pobreza. Mas que viver sem sentir é a pobreza mais triste que vi. Viver constantemente com maldade é a coisa mais pobre que alguma vez vi. E isso vi em qualquer parte que vivi/viajei. O que fazer acerca disso é bem simples: sê a melhor versão de ti próprio sempre. Porque da mesma maneira que uma pobre pessoa se vê, também se vê uma rica pessoa.</div><div>4. Aceita-te completamente</div><div>Percebi que aceitar o verdadeiro eu é muito mais importante do que qualquer outra pessoa me aceitar. Por exemplo ser homossexual foi a coisa mais difícil de &quot;ultrapassar&quot;. Aceitar que sou e pronto e que quem me ama verdadeiramente não terá um problema com isso foi um processo bem longo. A verdade é que enquanto eu tive dúvidas e problemas em aceitar quem sou e que Amor é só....Amor! Enquanto não percebi isto não fui feliz e não percebi que quem me apoia, me vê e me ama igualmente. No final de contas eu sou exatamente a mesma pessoa! Quando me apercebi de tudo isto o meu mundo brilhou. Aceitar que a caixa que alguns fazem para ti é pequena ou estreita demais é aceitar(es-te) completamente.</div><div>5. Não vivas numa só bolha</div><div>Calçar os sapatos de outrém tornou-se essencial na minha vida. Quando me apercebi que haviam momentos em que perdia por não entender (ou querer entender outro) a minha &quot;bolha&quot; rebentou. Apercebi-me de que a beleza da vida é exactamente as diferenças. Diferenças em crenças, culturas, linguas, relações, histórias e estórias. Entendi que quando algo não é, pensa ou age como eu há um motivo e esse motivo é tão válido quanto o Eu é válido. Quando deixei de viver numa bolha comecei a ver Nós mais do que eu, eu e eu. E quando isto aconteceu tornei-me livre.</div><div>Subscreve a nossa<a href="http://bit.ly/NewsletterSoloAdventures">newsletter</a>e adere à nossa <a href="http://bit.ly/ComunidadeSoloAdventures">comunidade</a>. Não percas uma aventura!</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Solo Adventurers Joana &amp; Melanie Pita</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Networking para que te quero?</title><description><![CDATA[Trabalhar uma rede (i.e. networking) dá como diz o nome: trabalho. Acredita que quando bem feito as recompensas são evidentes. Nem tod@s temos esta habilidade porque exige sair da zona de conforto para quem meter conversa e saber qual a âncora certa que deve lançar para gerar curiosidade sobre si possa soar a um pesadelo suado. Afinal de contas foi comprovado pelo jornal britânico Sunday Times em 2015 que o" receio de falar em público” é o maior medo (41% das 3000 pessoas entrevistadas no Reino]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/07/22/Networking-para-que-te-quero</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/07/22/Networking-para-que-te-quero</guid><pubDate>Mon, 22 Jul 2019 15:40:54 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Trabalhar uma rede (i.e. networking) dá como diz o nome: trabalho. Acredita que quando bem feito as recompensas são evidentes. Nem tod@s temos esta habilidade porque exige sair da zona de conforto para quem meter conversa e saber qual a âncora certa que deve lançar para gerar curiosidade sobre si possa soar a um pesadelo suado. Afinal de contas foi comprovado pelo jornal britânico Sunday Times em 2015 que o&quot; receio de falar em público” é o maior medo (41% das 3000 pessoas entrevistadas no Reino Unido), mais do que enfrentar problemas financeiros (22%) e a própria morte (19%).</div><div>Vamos começar pelo bê-à-ba da coisa e abrir o dicionário.</div><div>Pode ser considerado como um grupo de pessoas com interesses semelhantes. Requer habilidade de construção, manutenção e crescimento de contactos. É um conjunto de diferentes pessoas que partilham informação e conhecimentos. Resumindo é isto, mas existe muita arte no seu exercício. Quem mexe bem a sua rede consegue trazer até si novos pontos de vista, experiências, colaborações...um nó de boas redes!</div><div>Normalmente o 'networking' está associado ao meio empresarial, mas aqui no Solo Adventures não gostamos de colocar limites. <div>Acreditamos no networking de humanos, por isso é que temos apostado na comunidade online &quot;<a href="http://bit.ly/NetworkingMudança">Network para a mudança</a>&quot; (adere <a href="http://bit.ly/ComunidadeSoloAdventures">aqui</a>) onde se partilha inspiração seja ela com ou sem fins lucrativos, de invíduos, grupos e/ou organizações.</div></div><div>Temos também potenciando momentos de networking nos eventos que fazemos (espreita os <a href="https://www.sonhadorespraticantes.org/">Sonhadores Praticantes Partilhas</a>) e conseguimo-nos expor noutros em que vamos (e.g. <a href="http://bit.ly/SoloAdventuresBNI">BNI Sublime</a>, <div><a href="http://bit.ly/pontodepartidaevento">Ponto de Partida</a><a href="http://bit.ly/voluntariadoArrudadosVinhos">, Arruda dos Vinhos</a></div>). O <a href="https://meetin.pt/">Meet IN</a> Lisboa no <a href="https://www.ideiahub.pt/palacio.html">IDEIAhub - Palácio Sottomayor</a> foi um dos mais recentes e que resultou no cruzamento com pessoas incríveis! Conhecemos o trabalho da querida e inteligente <a href="https://www.carlacostaconsulting.com/">Carla Costa</a><a href="https://www.carlacostaconsulting.com/">a guru de comunicação e marca pessoal; o genuíno e inspirador</a><a href="https://www.linkedin.com/in/sergioventuramiranda/">Sérgio Miranda</a><a href="https://www.carlacostaconsulting.com/">da</a><a href="https://www.pegada-verde.pt/">Pegada Verde</a><a href="https://www.pegada-verde.pt/">e do</a><a href="https://www.coworktorresvedras.pt/">Cowork Torres Vedras</a><a href="https://www.coworktorresvedras.pt/">; a</a><a href="https://www.linkedin.com/in/anaisabelopes/">Ana Lopes</a><a href="https://www.coworktorresvedras.pt/">e o</a><a href="https://www.linkedin.com/in/mgavina/">Manuel Gavina</a><a href="https://www.coworktorresvedras.pt/">responsáveis por trazer o Meet IN Portugal do empreendedor</a><a href="https://www.linkedin.com/in/rui-aspas-4b1aa0147/">Rui Aspas</a><a href="https://www.coworktorresvedras.pt/">para a capital.</a></div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_13b97a57488f44cfb53ab523990f5299~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_f2e660267e6440b0831c10c5b9407937~mv2.jpg"/></div><div>Junta-te à nossa missão de construir uma comunidade de Sonhadores Praticantes (i.e. especialistas das ideias à prática) através da<a href="http://bit.ly/NewsletterSoloAdventures">subscrição da nossa newsletter</a> e aderindo ao grupo &quot;<a href="http://bit.ly/ComunidadeSoloAdventures">Solo Adventures | Networking para a Mudança</a>&quot; no Facebook!</div><div>Já agora, faz networking connosco. Vamos conversar?<a href="mailto:soloadventuresofficial@gmail.com?subject=">Sim.</a><a href="mailto:soloadventuresofficial@gmail.com?subject=">👍 Não. 👎</a></div><div>Boas Aventuras,</div><div>Joana Feliciano</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Ana Teresa André, quando o bicho-carpinteiro tem uma pessoa</title><description><![CDATA["Tens bicho-carpinteiro?"; "Deves ser rica!" Provavelmente estes devem ser alguns dos comentários que a Ana Teresa já escutou ou leu sobre si e sobre outras pessoas semelhantes. A resposta a cada uma deles deve ser: que sim, tem "bicho-carpinteiro" no sentido da ânsia por provar a vida e não, não é rica a não ser na riqueza que está na sua cabeça preenchida de ideias e de novas formas sobre como pode concretizá-las.Sinopse de como nos conhecemosEm abril de 2018 li a notícia num dos meios de<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_c567205cfb8a49438b6a212f53580667%7Emv2_d_4000_6000_s_4_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana &amp;amp; Ana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/07/18/Ana-Teresa-Andr%C3%A9-quando-o-bicho-carpinteiro-tem-uma-pessoa</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/07/18/Ana-Teresa-Andr%C3%A9-quando-o-bicho-carpinteiro-tem-uma-pessoa</guid><pubDate>Thu, 18 Jul 2019 07:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>&quot;Tens bicho-carpinteiro?&quot;; &quot;Deves ser rica!&quot; Provavelmente estes devem ser alguns dos comentários que a Ana Teresa já escutou ou leu sobre si e sobre outras pessoas semelhantes. A resposta a cada uma deles deve ser: que sim, tem &quot;bicho-carpinteiro&quot; no sentido da ânsia por provar a vida e não, não é rica a não ser na riqueza que está na sua cabeça preenchida de ideias e de novas formas sobre como pode concretizá-las.</div><div>Sinopse de como nos conhecemos</div><div>Em abril de 2018 li <a href="http://tomarnarede.blogspot.com/2018/04/jovem-tomarense-viaja-pelo-mundo.html">a notícia</a> num dos meios de comunicação da minha cidade natal &quot;jovem tomarense viaja pelo mundo sozinha com mochilas às costas&quot; de imediato pensei que tinha de a conhecer e melhor ainda de partilhar a sua história e lições de vida. O início da sua história tem alguns pontos em comum com a minha, a Ana Teresa nasceu tímida mas de alguma forma um dia acordou e decidiu que não seria assim para sempre. Arriscou e acreditou que &quot;quando se dá a volta ao mundo, dá-se a volta ao medo&quot;.</div><div>Sinopse sobre a Ana</div><div>A Ana nascida nos anos 90 tem à data desta partilha 25 anos e um sorriso nos olhos que dá vontade de abraçar. Nascida do amor entre Afonso André e Teresa André teve a sua origem em Tomar mas de destino o mundo! Diz ser um &quot;espírito-livre e adepta ferrenha do sai da rotina&quot;. Inspirada no exemplo do seu pai que em jovem se aventurou numa viagem de carro pela Europa, decidiu juntar as suas poupanças - porque não vem de uma família rica, e traçar um plano o mais low-cost possível através de voluntariado, work-exchange e couch-surfing para poder assim concretizar sonhos.</div><div>Mas o que a levou a fazer tudo isto?</div><div>Imagina isto: tudo na sua vida tinha seguido o plano dito &quot;normal&quot; da sociedade. Fez o secundário, foi para a faculdade e mesmo mudando de curso terminados 4 anos estava com o canudo. Para celebrar em 2015 fez um interrail por oito países da Europa em 17 dias e ao voltar procurou trabalhar para começar a encarar as responsabilidades de adulta. Em dois meses tinha emprego e uma pós-graduação a iniciar, mas não tinha a motivação. Faltava-lhe algo mais. Não se acomodou a essa inquietude e percebeu que o que lhe estava em falta eram as experiências que não estava a ter por querer ser adulta no timing que lhe parecia cedo demais.</div><div>Em junho de 2016 candidatou-se ao concurso da Associação <a href="https://gapyear.pt/">Gap Year</a> (AGYP) para obter financiamento para um ano sabático, chegou aos dez finalistas mas a vitória não foi sua, teve de delinear outro plano.</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ZYogSeIykPg"/><div>Não desistiu e em outubro de 2016 rumou durante dois meses para a Croácia ao <a href="https://ec.europa.eu/programmes/erasmus-plus/opportunities/individuals/young-people/european-voluntary-service_pt">Serviço Europeu de Voluntariado</a> (SVE). Terminada essa missão atreveu-se sozinha pela Ásia onde fez voluntariado no Nepal no projeto &quot;<a href="https://www.allhandsandhearts.org/programs/nepal-earthquake-relief/">Nepal Earthquake Recovery</a>&quot; criado para alojar o máximo de pessoas das 23000 que ficaram sem as suas casas depois do sismo de magnitude 7.8 que assolou o território a 25 de abril de 2015. Se estás curios@ sobre <a href="https://nowtrip.pt/2017/01/23/um-dia-em-kalyani/">a sua rotina em Kalyani</a> enquanto na <a href="https://www.allhandsandhearts.org">All Hands Volunteers</a> espreita e surpreende-te porque não era de facilitismos, teve alguns contratempos físicos!</div><div>Não cansada nem derrotista seguiu em frente e fez work-change no Vietname onde ensinou inglês e ainda aproveitou algum tempo para passear na Tailândia. Os óculos pelos quais a Ana Teresa vê a vida são de muitas cores&quot;tento aproveitar a vida de forma a fazer do presente uma memória inesquecível (...) Viajar sozinha é a liberdade e o receio no expoente máximo. Mas é uma sensação do caraças!&quot;. Desde Setembro de 2015 já visitou 23 países (e nesta altura em que estás a ler a probabilidade deste número ter subido é elevadíssima).</div><iframe src="https://player.vimeo.com/video/215989574"/><div>Em Abril de 2017, depois de três meses fora, regressou a Portugal para fazer um balanço e assentar. No mês seguinte começou a trabalhar como Assistente de Marketing numa empresa de hosting e de apostas de futebol online e em setembro abraçou outro desafio, foi trabalhar para uma agência de comunicação digital.<div>Claro que a sua inquietude não a largou e não tardou em querer mexer-se. Novo destino, nova meta: Norte da Europa, 6 meses na Lapónia através de voluntariado.</div></div><div>Para a compreenderem um pouco melhor:</div><div>&quot;Já tentei encaixar na sociedade, já segui a multidão enquanto me convencia que devia manter-me na linha. A linha que traça o caminho de todos os que se conformam com o “tem de ser”, “a vida é mesmo assim”, “tiras um bom curso, arranjas trabalho e tudo corre bem”. Mas chegou uma altura em que decidi questionar se os meus interesses, os genuínos, estariam efectivamente alinhados com o “que deve ser”. Pensava todos os dias que a vida teria de ser muito mais do que isso, que existiam milhares de sítios para descobrir e milhões de pessoas para conhecer. Pensei que tinha de fazer mais por mim e pelos outros. Um dia acordei e saí da rotina. Nesse dia também saí da linha e comecei a inspirar-me no desconhecido e no que ainda posso alcançar.</div><div>Nasci tímida e pedir um copo de água num café era uma tarefa intimidante. Coro com a mesma facilidade que o Cristiano Ronaldo marca golos e nada previa que um dia me ia dar na cabeça a vontade de viajar sozinha. Sou a prova que a personalidade não deve ser um impedimento para ir mais longe. Não tenho uma vida repleta de viagens e até 2015 só tinha ido a Espanha e à Bélgica. Mas tenho um pai que em 1900 e troca-o-passo fez uma viagem de carro pela Europa e que sempre me incentivou a ir ver mundo. Agora não quero outra coisa.</div><div>Saio de casa para ir viajar (sozinha) com a mesma facilidade que saio para ir ao supermercado. Gosto da mudança e de desafios. Prefiro o dia à noite, não gosto de maquilhagem, gosto de descontracção e de pessoas que não se levam demasiado a sério. Gosto da barragem de Castelo de Bode, do campo e de aproveitar o dia. Caminho entusiasmada para um estilo de vida mais minimalista e poupo todo o meu dinheiro para viagens. Gosto da primavera, do amarelo e do sol. Irrita-me a falta de educação, as pessoas que deitam lixo para o chão e as que conduzem sempre na fila do meio nas auto-estradas. Gosto de Budapeste&quot;.</div><div>Se gostaste do que leste e do que te permitiste em conhecer da Ana Teresa vais querer seguir o seu projeto &quot;<a href="https://nowtrip.pt/">Nowtrip</a>&quot; com &quot;algumas sugestões de organizações de voluntariado&quot; e onde explora o &quot;tema de ser mulher e viajar sozinha: Solo Travel é para Miúdas&quot;. Segue também as aventuras da sua vida no <a href="https://www.instagram.com/anateresandre/">instagram</a>.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_b55932178a4049669de2ca1fa33b47af~mv2_d_2448_3264_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_171e6ef90ff84be2bfb4e77e2b5b8fe7~mv2_d_3264_2448_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_d534a0b9eedb4fdb82e61cbd25258c8c~mv2_d_4160_3120_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_3165bebf6e1946bbae033b13037fbdc0~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_c567205cfb8a49438b6a212f53580667~mv2_d_4000_6000_s_4_2.jpg"/></div><div>Lições de vida na primeira pessoa</div><div>-da Ana para nós-</div><div>1. Aprender a questionar a nossa realidade“ Descobrirá que muitas das verdades a que somos fiéis dependem muito do nosso ponto de vista. Quem é mais tolo? O tolo ou o tolo que o segue?&quot; Adágios de Obi-Wan Kenobi, A Guerra das Estrelas Está provado que herdamos e transmitimos comportamentos, emoções, crenças e religiões, não porque o decidimos fazer de forma racional mas sim pelo efeito de contágio. Crescemos envoltos numa realidade formada por “é assim que deve ser” e temos tendência em permanecer nela até ao fim, é mais confortável e seguro. Na verdade, achamos que não há outra solução.</div><div> Mas há. Há a possibilidade de questionar os nossos modelos de realidade, o porquê de agirmos de certa forma, e depois escolher o que faz ou não sentido para nós. Muitas das nossas regras e conceitos de realidade já estão ultrapassados, como afirmou Steve Jobs “tudo aquilo a que chamamos vida à nossa volta foi inventado por pessoas que não são mais inteligentes que nós. E podemos mudá-lo. Podemos influenciá-lo...assim que percebermos isto, nunca mais seremos os mesmos”. Descobri isto por experiência própria, não foi planeado e nem tinha realmente a noção que era possível questionar algumas coisas, como o percurso de vida clássico. Mas um dia senti-me profundamente infeliz num emprego das 9 às 18h e decidi por as poupanças a mexer e fui viajar. Depois deste dia, eu não tinha consciência que nunca mais seria a mesma pessoa.</div><div> Acredito que é a minha vontade consciente de questionar e procurar sempre o melhor, em tudo, que me vai permitir ter um caminho feliz.</div><div>2. Quando o homem acha que já não é capaz, ainda pode outro tanto Foi esta a mensagem que repeti para mim vezes sem conta enquanto fazia um trail muito difícil na Noruega. Li esta frase dois dias antes de me fazer aos 28km entre rochas, riachos, neve e montanhas, e nunca mais a esqueci! Foi uma viagem dura, foi uma superação pessoal, a vontade de dar meia volta de vez em quando vinha dar o ar de sua desgraça mas em cada uma dessas vezes eu só podia relembrar que ainda podia outro tanto, que era capaz de muito mais. Consegui acabar o trail, nunca me senti tão orgulhosa e tive a certeza que depois disto ia acreditar muito mais nas minhas capacidades (tanto físicas como psicológicas).</div><div>3. A incrível ação-reação“Be more kind, my friends, try to be more kind</div><div><div>You should know you're not alone And trouble comes, and trouble goes”</div> Be More Kind Frank Turner Em viagem ou em terra nacional há uma regra que é de ouro e que apesar de gostar de questionar regras, nunca a ponho em causa - tratar os outros como gosto que me tratem. Sou crente, adepta e fanática da simpatia, do estar bem, do positivismo, do ver o copo meio cheio, de dizer obrigada, por favor e desculpa. Penso que a simpatia gera simpatia, apesar de ser uma utopia estar sempre disponível, simpática e compreensiva, é certo que tentar não custa. Foi em viagem que tive contacto com pessoas genuinamente disponíveis para ajudar, para dar uma indicação, um colchão para dormir ou uma dica. Foi em viagem que também eu aprendi a ser assim, mais compreensiva, tolerante e Humana. Não guardemos estas características todas para os animais, promover a tolerância é mais do que romper estereótipos, é fomentar uma vida melhor para todos e em todos os sentidos.</div><div>4. Às vezes é melhor guardar a razão na mochila Admito que muitas vezes tenho atitudes de quem gosta de ter razão, que sempre adorei mostrar o meu ponto de vista mas tenho vindo aprender que nem sempre vale a pena, que perco mais do que ganho. Esta consciência de que não temos que levar sempre a nossa avante ajuda-nos a aguardar energia para coisas realmente importantes. Dale Carnegie disse, já em 1939, que a única forma de vencer numa discussão é evitá-la.</div><div> Andava pelo Vietname sozinha quando tive uma situação que me deixou irritada durante um dia inteiro, mas uma irritação absurda de quem achava que tinha o mundo todo contra si, uma estupidez. Eram 4 da manhã quando o meu autocarro chegou a Nha Trang, e em plena madrugada ainda me passou pela cabeça ir a pé para o hostel (a 1km de distância) mas achei que era arriscado. À saída do bus estão sempre homens a oferecer taxi e foi um deles que me enganou a valer. O sacana deu uma volta maior (eu tinha o mapa) e depois pediu-me um valor absurdo (18€). Fiquei chateada, refilei imenso porque sabia que um valor daqueles era absurdo. Só passado um bocado é que pensei melhor e achei que nada tinha a fazer, estava sozinha numa rua escura no Vietname com dois homens que se quisessem podiam fazer-me mal. Decidi aceitar a derrota (ainda que tenha negociado) mas essa situação esteve a remoer-me demasiado tempo, tinha sido enganada e não tinha gostado. Gastei um dia da minha vida, um dia da minha viagem espetacular a solo pela Ásia com más energias provocadas por mim, com um mal-estar sem sentido.</div><div> Não temos sempre que ter razão, e o que podemos ganhar com esse mindset é tremendamente melhor.</div><div>5. Viajar a solo é para miúdas</div><div> Acabei a faculdade e decidi fazer um interrail, o meu pai empurrava-me para o mundo, queria que eu soubesse que há mais mundo lá fora e que a vida tem infinitas possibilidades. Eu queria descobrir esse mundo mas achava que sozinha era arriscado, arranjei companhia e lá fui eu. Adorei mas hoje sei que me baseei numa crença limitadora criada e moldada pela realidade em que estava a viver. Eu tinha sido capaz de ir sozinha. Mais tarde quis viajar de novo e ter uma experiência mais longa no estrangeiro, decidi ir viver essa experiência sozinha. Convenci-me que era capaz, que o meu sentido de orientação e de alerta não me iam deixar ficar mal e apontei a seta para o desconhecido. Descobri que viajar sozinha é a liberdade e o receio no expoente máximo. Mas é uma sensação do caraças!</div><div> Viajar sozinha (o) é para todos! E devia ser uma experiência que toda a gente devia de ter pelo menos vez na vida.</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Solo Adventurers Joana &amp; Ana Teresa</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Sebastião, as lições de quem escuta com os olhos e vê mais</title><description><![CDATA[Há quem se escute melhor quando a vida assim obriga, o Sebastião aprendeu da forma mais difícil, por experiência própria. Qual seria o teu propósito se sentisses que tudo o que parece um dado adquirido para as outras pessoas fosse para ti uma bênção e significasse trabalho extra? Conseguirias reaprender a viver? Não te sentirias frustad@? E estarias dispost@ a colocar a tua vida ao serviço de ti e d@s outr@s? Usa o que tens e aprende a ser um(a) agente de mudança, esta história e lições vão<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_375b283219144484a1a442432a8e9d92%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurers Joana &amp;amp; Sebastião</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/07/11/Sebasti%C3%A3o-as-li%C3%A7%C3%B5es-de-quem-escuta-com-os-olhos-e-v%C3%AA-mais</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/07/11/Sebasti%C3%A3o-as-li%C3%A7%C3%B5es-de-quem-escuta-com-os-olhos-e-v%C3%AA-mais</guid><pubDate>Thu, 11 Jul 2019 07:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Há quem se escute melhor quando a vida assim obriga, o Sebastião aprendeu da forma mais difícil, por experiência própria. Qual seria o teu propósito se sentisses que tudo o que parece um dado adquirido para as outras pessoas fosse para ti uma bênção e significasse trabalho extra? Conseguirias reaprender a viver? Não te sentirias frustad@? E estarias dispost@ a colocar a tua vida ao serviço de ti e d@s outr@s? Usa o que tens e aprende a ser um(a) agente de mudança, esta história e lições vão mostrar-te como pode ser possível.</div><div>Sinopse de como nos conhecemos</div><div>O Sebastião candidatou-se em 2017 ao programa Spirit da <a href="http://wact.pt/">ONGD WACT - We Are Changing Together</a> onde eu estava na equipa de direção e na mentoria do projeto Incubação. Acompanhei o seu empenho e trabalho, mesmo que com alguma distância, desde esse momento. Recordo-me como fosse hoje da apresentação em jeito de pitch que fez do seu projeto <a href="https://wact.pt/spirit/spirit-17/bamu-da-mon-3/">Bámu Dá Mon</a> na FNAC do Centro Colombo antes de ir para terreno. Espetacular! Ainda mal eu sabia que o mais incrível ainda estava para vir...</div><div>Sinopse sobre o Sebastião Palha</div><div>O Sebastião Pereira Palha é como qualquer homem e jovem, mas tem algo um pouco mais desenvolvido do que algumas pessoas: a sua veia de agente de mudança. Tem como sonho &quot;ser changemaker todos os dias&quot;, acho que está a fazer um bom trabalho em ser <a href="http://www.sonhadorespraticantes.org">Sonhador Praticante</a><a href="http://www.sonhadorespraticantes.org">como aqui no Solo Adventures gostamos de apelidar.</a></div><div>Tem como inspiração a Madre Teresa de Calcutá e como mantra diário a seguinte oração: &quot;Concede-me, senhor, serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, coragem para mudar aquelas que posso e sabedoria para distinguir umas das outras&quot;. Na sua biblioteca encontrarias já gastos do uso e da preferência os livros &quot;<a href="https://www.wook.pt/livro/vem-se-a-minha-luz-madre-teresa-de-calcuta/200890?a_aid=5b31578a84612">Vem, sê a minha luz</a>&quot;, os escritos privados da «Santa de Calcutá» de Madre Teresa de Calcutá e &quot;<a href="https://www.wook.pt/livro/o-principezinho-antoine-de-saint-exupery/17422854?a_aid=5b31578a84612">O Principezinho</a>&quot; de Antoine de Saint-Exupéry.</div><div>Como passatempos tem o cenário ideal de um pôr-do-sol, amigos e uma cerveja. Tenta sempre não deixar esquecido&quot;ser gentil, pois todas as pessoas que encontramos estão a travar a sua própria batalha&quot; e que &quot;não somos super-heróis mas sim humanos&quot;, uma frase dita por uma amiga muito sábia, diz ele.</div><div>Nasceu com o talento da empatia e o defeito de &quot;ser insaciável em termos de objetivos para a vida. Quero fazer tudo ao mesmo tempo e para ontem! Surgem todos dias novas oportunidades e desafios que quero abraçar e é tão difícil de selecionar as nossas prioridades e gerir tudo&quot;. Eu sei Sebastião, também partilho desse &quot;defeito&quot;, mas acho que não é mau, requer só trabalho extra na gestão de feitio.</div><div>Outra grande característica é o bom humor e em particular o que tem em relação à sua surdez, &quot;sempre que posso, brinco com o facto de ser surdo! A deficiência não define uma pessoa, não deve ser associada a uma coisa má&quot;. Sobre este seu ponto o melhor é lermos da fonte como é crescer com surdez e como isso traçou o seu caminho:</div><div>&quot;A surdez é e será sempre o marco que mais teve e ainda tem impacto em mim. Digo isto porque foi e é através da surdez que aprendi e continuo a aprendo muitas das lições adquiridas ao longo da minha vida.</div><div>A maior lição que retirei da surdez foi a de nunca desistir, por mais difícil que fosse a luta. Cheguei muitas noites à cama, desmoralizado e frustrado. Porque é que isto acontecia? Chegava à escola e era sempre difícil de acompanhar as aulas, perceber as matérias. Tinha de chegar a casa todas as noites e estudar os manuais, de uma ponta à outra. Na faculdade, a mesma coisa. O que me difere dos outros? Acordar sempre com novas forças e acreditar que o dia será diferente, para melhor!</div><div>Outra lição que a surdez me deu foi a de aceitar que temos uma condição que nos limita em algumas vivências. E por conseguinte, ao aceitar uma limitação faz-nos perceber que, na verdade, somos capazes de tudo. Porque assim podemos saber até onde podemos ir.</div><div>Foi, também, devido à surdez que percebi que deveria encarar esta como um dom, uma oportunidade para ajudar outros que tenham a mesma (in)capacidade que a minha... Sou da opinião de que devemos usar a nossa experiência para melhorar a experiência dos outros.</div><div>Cheguei a ficar doente quase um ano inteiro com idas constantes aos hospitais, fui operado mais duas vezes, fiquei internado 3 vezes (sendo que a última vez obrigou-me a ficar um mês no hospital), tive que lutar contra uma bactéria hospitalar agressiva, estando em risco de não sobreviver e fui obrigado a pôr em standby a minha vida toda (académica, pois estava no último ano do mestrado, prestes a começar a tese, e profissional onde iria começar um estágio como psicólogo pela primeira vez). Foi um ano muito difícil em termos emocionais pois era uma pessoa com uma vida social muito ativa, com a faculdade por acabar, um estágio a começar e mais projetos de voluntariado em que me encontrava envolvido na altura. </div><div>Era uma pessoa que era capaz de sair de casa às 7h30 e só chegar a casa pelas 23h. Sempre ocupado! Devido à minha situação médica, fui bruscamente obrigado a ficar de repouso, de cama! Ao início, foi um pesadelo. Depois percebi que foi a melhor coisa que me aconteceu! Porque com demasiado tempo livre e com risco de não sobreviver, pus-me a fazer uma verdadeira introspeção sobre o que andava a fazer com a minha vida.</div><div>Compreendi que não estava ser verdadeiro comigo próprio, que não estava a fazer o que mais queria. Por exemplo, desde os 18 anos que queria fazer voluntariado internacional (era dos maiores sonhos que tinha) e já tinha quase 24 anos e ainda não tinha feito. Quando fiquei mesmo bem do quadro clínico, prometi a mim mesmo que não podia adiar mais o meu sonho! Candidatei-me logo à <a href="http://www.wact.pt">WACT</a> e foi aí que comecei realmente a não me conformar e a enfrentar o medo, realizando os meus sonhos. Portanto, uma situação que foi das piores coisas que me aconteceu, foi também a melhor coisa que me aconteceu! </div><div>Olho para trás e ainda bem que me aconteceu. Porque foi devido à situação que ganhei coragem para mudar a minha vida e ir atrás daquilo que quero alcançar, que quero para a minha vida. Podia ter ficado de braços cruzados mas não, percebi que aquela situação aconteceu por uma razão e decidi transformar uma situação negativa numa oportunidade para mudar o que acreditava que não estava bem na minha vida.</div><div>Todo o percurso que surgiu à complicada situação, percebi que a minha vida só ganha sentido/significado (adquire um propósito) se estiver a contribuir para melhorar, directa ou indirectamente, a qualidade de vida de outrem. É neste sentido que me considero um changemaker, ou melhor, um agente de mudança. Quero que em tudo o que eu faço tenha um impacto positivo nos outros. Acima de tudo, quero ser útil ao mundo! Ter o meu papel no mundo. Acredito que estamos neste mundo para servir os outros. Não é tarefa fácil mas não é impossível se realmente tentarmos!</div><div>Segundo a minha experiência pessoal e profissional, e como já dizia Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo. Esta frase não poderia ser mais verdade! Se queremos que as coisas mudem, temos de usar a educação como ferramenta! </div><div>Ao fazer o voluntariado pela <a href="http://www.wact.pt">WACT</a> em São Tomé rapidamente me apercebi o que queria fazer a seguir! A minha intuição disse-me que deveria voltar a São Tomé o mais rápido possível e tentar ajudar os surdos. Voltei a Portugal depois de acabar o voluntariado e decidi voltar a São Tomé ao fim de um mês e meio. Pus na cabeça que ia viver em São Tomé durante um ano para desenvolver um projeto que visou apoiar a associação de surdos de São Tomé e Príncipe que se encontrava com grandes dificuldades na educação de surdos e na sensibilização da sociedade para a inclusão deste grupo-alvo. Elaborei um projeto, preparei as malas e pedi financinamentos e voltei a São Tomé. Acabei por ficar lá quase 2 anos!</div><div>A experiência de São Tomé foi outro dos grandes marcos que tive na minha vida! A minha perspetiva do mundo mudou totalmente. Fui obrigado a crescer muito rápido para me ver adaptado a uma sociedade em vias de desenvolvimento, cultura e modo de vida santomense. Um país a 5 horas de avião mas tão diferente em tudo. Sempre que viajava para São Tomé, parecia que retrocedia uns quantos anos. Mostrava-se atrasado em muitas áreas tais como educação e saúde. Devido à minha morada em São Tomé, fui equipado com inúmeras soft skills que me serão fundamentais para o resto da vida! Nunca tinha vivido fora de casa, nem em Erasmus. E era a minha segunda experiência profissional a sério, tendo concluído o mestrado apenas 7 meses atrás pelo que tinha pouca prática profissional. Foi um inicio em vários sentidos mas que me tornaram mais resiliente, mais confiante e mais capacitado no que toca à resolução de problemas e de pensamento crítico devido a várias decisões e problemas que enfrentei ao longo de quase 2 anos em São Tomé.&quot;</div><div>Na versão Sebastião profissional vais encontrar muitos factos igualmente bons:</div><div>&quot;É psicólogo formado pelo <a href="http://www.ispa.pt/">ISPA</a> e desde 2013 que se dedica à intervenção escolar com crianças e jovens surdos, tendo iniciado o seu percurso profissional na Casa Pia – <a href="http://www.casapia.pt/centros_educacao_desenvolvimento.html">CED Jacob Rodrigues Pereira</a> no ano letivo de 2014/2015.</div><div>Em 2016, especializou-se em psicologia da educação, nomeadamente em educação de surdos, com a criação de um programa de intervenção capaz de promover a linguagem escrita em crianças surdas no Agrupamento de Escolas Quinta de Marrocos.</div><div>Em 2017, certificou-se em empreendedorismo e intervenção social ao desenvolver um projeto social na área de educação de surdos, no seio da formação Spirit proporcionada pela ONGD WACT. Foi assim que nasceu o <a href="https://www.facebook.com/projetobamudamon/">Bámu Dá Mon</a> (Vamos dar as mãos) que visa combater a exclusão social da pessoa surda através de atividades promotoras de uma cultura inclusiva em São Tomé e Príncipe.</div><div>Desde 2017 e até abril de 2019 encontrou-se em São Tomé a implementar o Bámu Dá Mon em parceria com a <a href="https://ics.lisboa.ucp.pt/news/novo-projeto-de-literacia-nos-jovens-surdos-em-s-tome-e-principe-5946">Associação de Surdos de São Tomé e Príncipe</a>, desempenhando atividades de formação e sensibilização do corpo docente, desenvolvimento de competências socioemocionais e para a Vida nos jovens surdos assim como o acompanhamento dos familiares de pessoas surdas.</div><div>Com o apoio do <a href="https://www.imvf.org/">Instituto Marquês de Valle Flôr</a> (IMVF), e em parceria com a <a href="https://www.unicef.org/infobycountry/stp_contact.html">UNICEF São Tomé e Príncipe</a>, coordenou um projeto de Educação Inclusiva Não Formal para Surdos – uma segunda etapa do <a href="https://www.imvf.org/project/sem-barreiras/">Projeto Sem Barreiras</a>, onde elaborou o <a href="http://ics.lisboa.ucp.pt/news/manual-de-portugues-para-surdos-em-s-tome-e-principe-recebido-pelo-presidente-da-republica-16101">Manual de Português para Surdos de São Tomé e Príncipe</a> em colaboração com a <a href="https://www.linkedin.com/in/ana-mineiro-98997436?originalSubdomain=pt">Professora Doutora Ana Mineiro</a>. Realizou ainda uma formação para professores com impacto nacional.</div><div>Em abril de 2019, voltou ao seu país de origem onde irá dedicar-se ao doutoramento na área de educação para surdos e simultaneamente continuará com o projeto em São Tomé. Mas isto não lhe chega, está atualmente à procura de novos desafios de cariz social em Portugal!&quot;</div><div>O que ficou por contar é que para além do doutoramento o Sebastião está a trabalhar num projeto de investigação na Universidade Católica Portuguesa &quot;que procura estudar, pela primeira vez em Portugal, a linguística da Língua Gestual Portuguesa&quot;! Trata-se de um passo fundamental na compreensão da estrutura da língua gestual portuguesa&quot; para que posteriormente se possa melhorar a educação de surdos, entre outros fins.</div><div>👏👏👏</div><div>Espreita a galeria de fotos e a descrição de cada uma, é mais um bocadinho do Sebastião para nós.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_e06b7d94f61f4dadb44ddb472f5f0028~mv2_d_3264_2448_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_6160aaa46cab47bfa5e79d127908c0fb~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_5888542e22344036924f7f596b6c9981~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_b5f5f010f3f040168806f2e29ca771e2~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_375b283219144484a1a442432a8e9d92~mv2.jpg"/></div><div>-Lições de vida na primeira pessoa-</div><div>-do Sebastião para nós-</div><div>1. Transformar acontecimentos difíceis em oportunidades para evoluir – já referido anteriormente, o exemplo do implante ou usar a surdez em meu favor.</div><div>2. É possível ser feliz com tão pouco – viver em são tome mostrou-me que não precisamos de muitos bens materiais para sermos realmente felizes. Parece que todos sabemos disso mas não o interiorizamos. Eu finalmente compreendi que de facto conseguimos viver com tão pouco e ficarmos felizes com coisas que nos pareciam serem tão insignificantes. Por exemplo, comecei a dar mais valor ao tempo que passava na praia. Se pensarmos bem, dar mergulhos no mar, sentir o sal na cara ou mesmo apanhar sol na pele são sensações incríveis e capazes de renovar toda a nossa energia. Isto vale muito mais do que ficarmos em casa a ver séries no computador, por exemplo.</div><div>3. Falhar/Errar ensina-nos muito mais – De acordo com as minha vivências, é a errar que conseguimos alcançar o sucesso. Na verdade, a forma como encaramos o erro/falhanço mostra como/quem somos enquanto pessoas! As aprendizagens que ficam, que são interiorizadas, são sempre aquelas que mais nos custaram a conseguir. Saber reconhecer que errámos mostra que somos pessoas dispostas a crescer, a evoluir para melhor. Demonstra que estamos dispostos a arriscar e que estamos conscientes que podemos recomeçar sempre que correr mal. Até porque é o erro que nos permitirá encontrar a solução para o que quer que seja. Já dizia o Carl Jung “Erros são, no final das contas, fundamentos da verdade. Se um homem não sabe o que uma coisa é, já é um avanço do conhecimento saber o que ela não é”.</div><div>A inclusão social é um conceito muito complexo, ainda mais em países como São Tomé, e para trabalhá-la tive que experimentar várias estratégias e metodologias para encontrar a melhor forma de promover a inclusão. O mesmo aconteceu com os professores com quem trabalhava todos os dias que não colaboravam comigo. Nunca, na minha vida, tive de tentar várias abordagens de comunicação, de liderança, de cooperação ou mesmo da minha forma de trabalhar para conseguir que eles colaborassem. Falhei tantas vezes que já perdi a conta. Estive para desistir inúmeras vezes mas no final encontrei uma forma de trabalhar com eles que se revelou eficaz! Se não tivesse tentado, nunca teria descoberto a melhor forma de os ajudar.</div><div>4. Na maioria das vezes, basta estarmos e sermos presentes para os outros. Ouvir e mostrar empatia pode mudar muita coisa ou mesmo ser tudo o que o outro precisa de nós – Nos últimos quase dois anos, estive a realizar um projeto social que procurava contribuir para uma maior inclusão dos santomenses surdos através da melhoria do processo de ensino-aprendizagem de surdos no Centro de Educação para Surdos existente na Cidade de São Tomé. Como metas, defini objetivos exequíveis mas desafiantes: optimizar a educação de surdos, elaborar um manual de português para surdos, formar os professores, desenvolver atividades inclusivas com pequenos grupos de surdos, etc. Naturalmente que tive muitas frustrações, obstáculos e pensei inúmeras vezes que não estava a conseguir ajudá-los nem a contribuir para um maior bem-estar das pessoas surdas.</div><div>Também por diversas vezes que acreditei que não estava a fazer um bom trabalho ou que andava a ser inútil. Pensei em muita ocasiões que o que andava a fazer não iria mudar nada, ficando tudo na mesma. Apeteceu-me desistir muitas vezes por achar que como não estava perto de atingir os objetivos ou pensar que nem iria conseguir cumprir os objetivos por mim propostos. Bem, como estava tão enganado a este respeito... Ao partilhar as minhas frustrações, dificuldades, etc., com outras pessoas que passavam por situações semelhantes, começaram a referir que o importante está nas pequenas coisas. Na altura, quando me disseram isto desvalorizei porque não me fez sentido. Entretanto, e ao longo do tempo, aprendi que de facto a grandeza encontra-se nas pequenas coisas!</div><div>Comecei a reparar que os miúdos surdos com quem trabalhava diariamente estavam muito mais felizes, mais satisfeitos, gostavam muito de mim. E eu não percebia o porquê de estarem assim se eu acreditava que não fiz assim tanto para melhorar a qualidade de vida deles. A nível macro, obviamente que não estava a ter o impacto desejado…Mas foi justamente a nível micro que percebi que estava a ter um impacto bastante significativo naqueles miúdos! Eles estavam felizes porque tinham alguém que acreditava neles, alguém que se importava com eles, alguém que comunicava com eles em língua gestual, sem haver barreiras, alguém que se preocupava com eles, alguém que olhava para eles como sendo iguais aos outros, alguém que os valorizava, alguém que estava sempre presente quando precisavam de ajuda.</div><div>Os surdos de São Tomé não têm estas demonstrações afetivas em casa e na sociedade em geral, que por sua vez, os excluía. Esta descoberta tornou-se óbvia quando montei uma exposição de fotografias em São Tomé cujo tema era “Surdez: devemos ouvir para sermos iguais?”. As fotografias retratavam as atividades e o dia-a-dia dos surdos santomenses que revelavam que eles eram iguais aos ouvintes! Que merecem ser reconhecidos como participantes ativos da sociedade. No dia da exposição, levei todos os surdos da escola a visitar a mesma. A cara deles foi o meu ponto alto de todo o projeto. Porquê? Porque eles estavam incrédulos e a tentar perceber porque é que estavam eles nas fotografias, vieram-me perguntar quando é que tinha tirado as fotografias, perguntaram-me o porquê de ter tirado fotografias a eles e não a outros, enfim estavam comovidos porque sentiram-se que eram alguém importante só porque apareciam nas fotografias! Foi aqui que finalmente aprendi que muitas vezes basta oferecermos o nosso tempo e estar presente para eles. Foi talvez a maior lição que retirei desta minha experiência… E quem a retrata tão bem é a Madre Teresa de Calcutá.</div><div>5.Saber pedir ajuda, aceitar ajuda. Esta lição foi aprendida com grande dificuldade… na verdade, foi quase imposta, aprendida a mal. Foi uma lição com qual me confrontei durante anos a fio até perceber que é uma lição que nos transforma. Devido à minha surdez, eu tinha de pedir muitas vezes ajuda aos meus familiares, amigos, desconhecidos. Para perceber uma conversa entre amigos, para acompanhar as aulas pois não ouvia quase nada que o professor dizia, para comunicar com os outros porque muitas vezes não me compreendiam ou eu não os compreendia e tinha de pedir a um terceiro elemento para servir de ponte, quando tinha dificuldades no estudo… Odiava ter que pedir ajuda e encarava o pedido de ajuda como um sinal de fraqueza. Dependi muitas vezes dos outros que só queria mostrar que consigo fazer tudo sozinho, que sou autónomo e independente. Mas aconteceu exatamente o oposto, piorei as coisas em vez de melhorá-las. Contudo, saber pedir ajuda é um grande ato de humildade, de força. É aceitar que não somos super-heróis nem perfeitos mas somos humanos. Estranhamente, e depois de interiorizar que pedir ajuda não é ser fraco, descobri que pedir ajuda faz-nos aproximar muito mais das pessoas. Porque ao expormos a nossa vulnerabilidade, estamos a abrir-nos ao outro. É uma sensação, que se for bem experienciada, enorme de bem-estar pessoal. Foi uma lição fundamental pois quero dedicar a minha vida a ajudar o próximo mas no fundo era algum hipócrita pois se eu não queria pedir ajudar como é que posso mostrar que aceitar ajuda não é um sinal de fraqueza?</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Solo Adventurers Joana &amp; Sebastião</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Qual é a tua missão?</title><description><![CDATA[Qual é a tua missão?Coloco esta questão internamente de tempos a tempos para me relembrar o que ando para aqui (no mundo) a fazer. Ao cruzar caminhos com outras pessoas que procuram a sua fui escutando outra versão desta mesma pergunta na forma de "qual é o teu propósito?".Eu vou achando o meu a cada passo que dou no sentido de ir mais ao encontro dos meus valores, do que na verdade defendo ser o certo contra o errado. A minha e provavelmente a tua missão não se encontra por acaso, mas muito<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_7ec7900304b944eca9085b7c99fecb60%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/07/07/Qual-e-a-tua-missao</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/07/07/Qual-e-a-tua-missao</guid><pubDate>Sun, 07 Jul 2019 10:54:03 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Qual é a tua missão?</div><div>Coloco esta questão internamente de tempos a tempos para me relembrar o que ando para aqui (no mundo) a fazer. Ao cruzar caminhos com outras pessoas que procuram a sua fui escutando outra versão desta mesma pergunta na forma de &quot;qual é o teu propósito?&quot;.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_7ec7900304b944eca9085b7c99fecb60~mv2.png"/><div>Eu vou achando o meu a cada passo que dou no sentido de ir mais ao encontro dos meus valores, do que na verdade defendo ser o certo contra o errado. A minha e provavelmente a tua missão não se encontra por acaso, mas muito provavelmente por uma série deles que mais tarde se vai descobrir que de acasos e coincidências tiveram pouco.</div><div>Já deves ter escutado mil vezes, ou então a partir de agora vais ouvir, que tu és o conjunto das tuas escolhas, dos teus &quot;ses&quot;, dos teus erros e claro, das tuas conquistas. Tu és tu e esse é o teu maior super poder.</div><div>A minha missão (ou parte dela) na vida é a de não viver com os olhos pregados no chão, com ouvidos tapados de cera ou de &quot;diz que disse&quot;, de pernas e mãos atadas pelo conformismo. O meu propósito com isto é poder colaborar com tod@s @s que se cruzam comigo de modo a tornarem-se mais e melhor, com isto em retorno eu aprendo a ser a minha melhor versão na mesma medida.</div><div>Foi por esta missão que trago no peito e no cérebro que tomei muitas opções: a de me envolver na atividade política como forma de participação cívica e de perceber como a sociedade se rege; a de estudar e viver fora do meu país durante um ano num país com cultura e tradições distintas, a Turquia; a de me desafiar a aprender com outr@s sobre empreendedorismo social e em conjunto fazer um <a href="http://bit.ly/2GUND5x">projeto para São Tomé</a>; a de continuar envolvida em associações sem fins lucrativos através do voluntariado, da <a href="https://www.linkedin.com/pulse/social-media-networks-third-sector-road-joana-gra%C3%A7a-feliciano">minha tese de mestrado</a> e até trabalhando profissionalmente com causas que focam diferentes problemáticas sociais e beneficiári@s distint@s (i.e. pessoas em situação de sem abrigo; jovens e adultos em contextos desfavorecidos; pessoas com necessidades educativas especiais; idos@s; capacitação de empreendedor@s sociais; abolição da pena de morte e defesa dos Direitos Humanos, etc). </div><div>Eu não pretendo salvar o mundo, ser uma super heroína e achar-me mais do que @s outr@s. O que eu ambiciono é que cada pessoa possa dar a oportunidade a si próprio de ver no outr@ um bocadinho de si e como tal sair da sua redoma e dignar-se a ser e fazer feliz o mundo. Não me chamem idealista, para mim isto é uma realidade, basta que façamos por isso. Eu estou a fazer a minha parte.</div><div>Posto isto e porque já deves estar fart@ desta minha visão inicial eis que revelo qual o meu próximo desafio e de como tenciono ir partilhando aqui numa espécie de diário de bordo mas tendo sempre como base que a &quot;mudança pode estar a uma história e lições de vida de distância&quot;:</div><div>🥁🥁🥁</div><div>Vou utilizar as minhas férias do trabalho para ir em missão sozinha para a Grécia fazer voluntariado com refugiados. Procurei pelas várias organizações sem fins lucrativos que ainda se encontram nos campos e revi-me na missão da associação norueguesa &quot; <a href="https://www.drapenihavet.no/en/history/">Dråpen i Havet</a>&quot; (i.e. Uma gota no oceano). Vou ficar no campo de <a href="http://www.ekathimerini.com/239576/article/ekathimerini/community/struggle-for-survival-at-skaramangas-refugee-camp">Skaramangas</a>em Atenas, perto do porto de Piraeus onde estão 2624 refugiados e migrantes de 28 países distintos (e.g. Síria, Iraque, Afeganistão, Irão, Kuwait, Líbano, Palestina, Argélia, Burundi, Congo, Egito, entre outros) que vivem em cerca de 403 contentores adaptados. Entre a população do campo estão 400 crianças.</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/v-qTgynOR6s"/><div>De acordo com dados oficiais do governo Grego existem 74,350 requerentes de asilo e refugiados no país, dos quais 59,350 estão no continente e os restantes nas ilhas o Egeu Oriental (e.g. Lesbos, Samos, Moria). Dos que estão no continente cerca de 25,000 estão em apartamentos, 6,400 em 56 pequenos hotéis em vários pontos do país e os restantes a viver num dos 26 campos (fonte: <a href="http://www.ekathimerini.com/239576/article/ekathimerini/community/struggle-for-survival-at-skaramangas-refugee-camp">ekathimerini.com</a>).</div><div>Mais detalhes sobre a minha viagem e missão vou partilhando a partir de Agosto aqui no site (subscreve a nossa <a href="https://www.facebook.com/soloadventuresofficial/app/100265896690345/">newsletter</a>), na nossa <a href="https://www.facebook.com/groups/SoloAdventuresNetworkChange/">comunidade online</a> e nas redes sociais (<a href="https://www.facebook.com/soloadventuresofficial/">Facebook</a>, <a href="https://www.instagram.com/soloadventuresofficial/">Instagram</a>, <a href="https://www.linkedin.com/company/28974794/">LinkedIn</a>). Sente-te à vontade para me seguires e ao Solo Adventures.</div><div>Boas Aventuras,</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Sonhadores Praticantes, partilhas que inspiram</title><description><![CDATA[O primeiro evento "Sonhadores Praticantes" do Solo Adventures foi na aldeia Vila Nova, concelho de Tomar e revelou ser um sucesso a contar pelo feedback de quem esteve presente! Mas como realmente correu? Dia 22 de junho ficou marcado no nosso calendário com especial carinho. O nosso primeiro grande teste foi superado! Conseguimos levar uma parte do nosso projeto para uma localidade mais pequena, uma aldeia. Nada temos contra a capital Lisboa (planeamos ter atividades em breve por lá!) mas que<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_81290ad6cd7646fdbe6c0f6e013f32f0%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/06/29/Sonhadores-Praticantes-partilhas-que-inspiram</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/06/29/Sonhadores-Praticantes-partilhas-que-inspiram</guid><pubDate>Sat, 29 Jun 2019 21:22:37 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>O primeiro evento &quot;<a href="http://sonhadorespraticantes.org/">Sonhadores Praticantes</a>&quot; do Solo Adventures foi na aldeia Vila Nova, concelho de Tomar e revelou ser um sucesso a contar pelo feedback de quem esteve presente! Mas como realmente correu? </div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_81290ad6cd7646fdbe6c0f6e013f32f0~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_35d49d2db51742bf9a47ceaad7e82b4e~mv2_d_4000_2666_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_2c07b13c677d4fa0a0a1b2c4d49e04b6~mv2_d_4000_2666_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_bbfd8b6212414e2da410e4c1f4bbbed4~mv2_d_4000_2666_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_d70bc7abb05b497d9479399f2a05b9a5~mv2_d_4000_2666_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_1c35f7b572f4491e8ea268c5ab13fea2~mv2_d_4000_2666_s_4_2.jpg"/></div><div>Dia 22 de junho ficou marcado no nosso calendário com especial carinho. O nosso primeiro grande teste foi superado! Conseguimos levar uma parte do nosso projeto para uma localidade mais pequena, uma aldeia. Nada temos contra a capital Lisboa (planeamos ter atividades em breve por lá!) mas que tal descentralizar? Sonhadores Praticantes e histórias de vida estão em todo o lado. Acreditem.</div><div>Com pouco se faz muito e em colaboração se faz muito mais. Resta-nos agradecer a amabilidade da <a href="https://www.facebook.com/sirdv.vilanovense">Sociedade Instrutiva Recreativa Desportiva Vilanovense</a> pela parceria com a cedência do espaço e mobiliário; aos oradores <a href="https://www.linkedin.com/in/lu%C3%ADs-ferreira-03052093/?originalSubdomain=pt">Luís Ferreira</a> do <a href="http://www.bonssons.com/">Festival Bons Sons</a> e <a href="https://www.instagram.com/to_alcobia/">António Alcobia</a> jovem humorista; ao músico <a href="http://gruporuifeliciano.weebly.com/">Rui Feliciano</a> pelo sistema audiovisual; e aos meios de comunicação que fizeram divulgação pré-evento, espreita algumas das notícias no <a href="https://tomarnarede.pt/sociedade/tres-sonhadores-mostram-como-se-concretizam-ideias/">Tomar na Rede,</a><a href="https://tomarnarede.pt/sociedade/tres-sonhadores-mostram-como-se-concretizam-ideias/"></a><a href="http://www.mediotejo.net/tomar-sonhadores-praticantes-inspiram-mudanca-com-historias-de-vida/">Médio Tejo</a><a href="http://www.mediotejo.net/tomar-sonhadores-praticantes-inspiram-mudanca-com-historias-de-vida/">,</a><a href="https://radiohertz.pt/tomar-solo-adventures-organiza-o-seu-primeiro-momento-de-partilha-presencial/">Rádio Hertz,</a><a href="https://radiohertz.pt/tomar-solo-adventures-organiza-o-seu-primeiro-momento-de-partilha-presencial/"></a><a href="https://www.facebook.com/municipiotomar/posts/1806760296124322">Município de Tomar</a><a href="https://radiohertz.pt/tomar-solo-adventures-organiza-o-seu-primeiro-momento-de-partilha-presencial/">.</a></div><div>Vê<a href="https://www.facebook.com/soloadventuresofficial/videos/909484549385578/">aqui a</a><a href="https://www.facebook.com/soloadventuresofficial/videos/909484549385578/">transmissão ao vivo do evento</a> e <a href="https://www.facebook.com/media/set/?set=a.575518339641876&amp;type=3">aqui todas as fotos</a>!</div><div>Fica a par dos próximos eventos e formações que estamos a preparar, para isso basta subscreveres <a href="https://www.facebook.com/soloadventuresofficial/app/100265896690345/">a nossa newsletter aqui</a>.</div><div>A transparência é muito importante para este projeto, por isso partilhamos contigo o que recebemos:</div><div>Com uma taxa de comparência de 80% em relação às inscrições recebidas ainda fomos surpreendidos por mais algumas pessoas curiosas que tiraram do seu valioso tempo de um sábado solarengo para se sentirem mais inspiradas. Contámos com uma audiência de cerca de meia centena, 51% feminina e 37% masculina, com idades compreendidas entre os 16 e os 77. Fomos avaliados com 100% de 5 estrelas, a pontuação máxima no questionário de satisfação do evento disponível online durante e após o evento.</div><div>Alguns testemunhos escritos:</div><div>&quot;Obrigada eu, foi uma novidade muito boa! Continuem!&quot; - Gila Barreiros</div><div>&quot;Acho que foi muito boa a partilha. Continuem. Grata.&quot; - Ana Paulino</div><div>&quot;Como jovem e como orgulhosa tomarense, acho incrível que um evento de genuína partilha como este aconteça aqui e que se crie espaço e vontade para que muitos mais aconteçam! Obrigado!&quot; - Joana Paulino Mendes</div><div>&quot;Foi uma tarde de partilha e de muita boa gargalhada! Obrigada! Continuem, por favor!&quot; - Márcia Lázaro</div><div>&quot;Sem dúvida alguma que foi uma tarde de sábado muito bem aproveitada. Desde o Luís a partilhar-nos um pouco mais acerca do projeto Bons Sonso - vem viver a aldeia, ao António a ultrapassar os seus limites da zona de conforto a entreter e a gargalhar toda a plateia que superou as expectativas...(...) Um dos meus sonhos é poder dar aquilo que recebi e recebo todos os dias(...)&quot; - Ana Beatriz Confraria</div><div>Boas Aventuras,</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Passatempo Ibis | Um dia entre o melhor de Tomar com vista para Londres</title><description><![CDATA[Se no Solo Adventures as viagens são as pessoas, hoje conto-te parte da minha através da cidade que me viu crescer: Tomar. Vota nesta história em estilo de roteiro e do nosso lado fica a promessa que partilharemos o prémio caso sejamos os vencedores! Descobre como podes também ganhar. Para nós o prometido é devido.Já dei à chave, o motor está a aquecer e guardei o lugar do pendura para ti. Não me faças agora a desfeita.Vamos arrancar para uma viagem que passa por locais que já tiveram grande<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_37d0484cd4bf4c1db38a57b75061ada9%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2018/11/10/Passatempo-Ibis---Um-dia-entre-o-melhor-de-Tomar-com-vista-para-Londres</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2018/11/10/Passatempo-Ibis---Um-dia-entre-o-melhor-de-Tomar-com-vista-para-Londres</guid><pubDate>Tue, 18 Jun 2019 15:50:10 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Se no Solo Adventures as viagens são as pessoas, hoje conto-te parte da minha através da cidade que me viu crescer: <a href="https://ibisdenorteasul.com/">Tomar</a>. <a href="https://ibisdenorteasul.com/">Vota</a> nesta história em estilo de roteiro e do nosso lado fica a promessa que partilharemos o prémio caso sejamos os vencedores! Descobre como podes também ganhar. Para nós o prometido é devido.</div><div>Já dei à chave, o motor está a aquecer e guardei o lugar do pendura para ti. Não me faças agora a desfeita.</div><div>Vamos arrancar para uma viagem que passa por locais que já tiveram grande parte da minha vida. Espero que te sirva como um mapa para que possas ir ao encontro deles também. <a href="https://ibis.accorhotels.com/pt/editorial/article/um-dia-entre-o-melhor-de-tomar-3-6093.shtml">Agarra-te que eu vou pregar a fundo!</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_37d0484cd4bf4c1db38a57b75061ada9~mv2.png"/><div>Um dia entre o melhor de Tomar  Lê tudo <a href="https://ibis.accorhotels.com/pt/editorial/article/um-dia-entre-o-melhor-de-tomar-3-6093.shtml">aqui.</a></div><div><div>Entre 18 de Junho e 5 de Julho o artigo do Solo Adventures e Tomar estão em votação no passatempo <a href="https://ibisdenorteasul.com/">Ibis de Norte a Sul</a>. O que está em jogo para o vencedor: ✈️ uma viagem ida e volta com alojamento com destino Londres para duas pessoas. </div><div>🏆 O que prometemos? Se o Solo Adventures ganhar, uma dessas pessoas a ir de viagem podes ser tu!</div></div><div>Apoia e vota neste projeto <a href="https://ibisdenorteasul.com/">aqui</a>.</div><div>Como podes ganhar?</div><div>Assim que sejam anunciados os resultados dia 5 de julho e caso sejamos os vencedores lançaremos a oportunidade aqui no Solo Adventures de te inscreveres para seres o/a escolhido/a para ir a Londres 🇬🇧 connosco.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_0bf64955e8ee4adeba1fe0fd0cf4e095~mv2.png"/><div>Obrigada pelo teu apoio!</div><div>Novidades: Ficámos entre os três artigos mais votados, mas não foi desta. Parabéns aos vencedores!</div><div><a href="https://ibis.accorhotels.com/pt/editorial/article/um-dia-entre-o-melhor-de-tomar-3-6093.shtml">Aqu</a>i fica o nosso artigo.</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Solo Adventurer Joana</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>365 dias de Solo Adventures</title><description><![CDATA[A 10 de junho celebramos Portugal e também o Solo Adventures, afinal foi nesse dia que este espaço abriu as portas e janelas para deixar entrar o sol, ou seja, a internet.O primeiro ano deste projeto foi um de crescimento que esteve à vista para quem o quis acompanhar. De um blog com partilha de histórias e lições de vida deu mais um passo para introduzir outros artigos de desenvolvimento pessoal/ profissional e uma cronica convidada residente "Flutuar sobre Ondas" da querida Ana Leitão (Lê a 1,<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_47104dde68a442c18a7ce68d4ce8097c%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/06/10/365-dias-de-Solo-Adventures</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/06/10/365-dias-de-Solo-Adventures</guid><pubDate>Wed, 12 Jun 2019 10:10:21 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A 10 de junho celebramos Portugal e também o Solo Adventures, afinal foi nesse dia que este espaço abriu as portas e janelas para deixar entrar o sol, ou seja, a internet.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_a0739a7ebe434360abb611586e311e57~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_3f8e4ce579f24a6a97ffc1a822ccb4a4~mv2.png"/><div>O primeiro ano deste projeto foi um de crescimento que esteve à vista para quem o quis acompanhar. De um blog com partilha de histórias e lições de vida deu mais um passo para introduzir outros artigos de desenvolvimento pessoal/ profissional e uma cronica convidada residente &quot;Flutuar sobre Ondas&quot; da querida Ana Leitão (Lê a <a href="https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/02/26/A-Simplicidade-Complexa-em-Apenas-Ser">1</a>, <a href="http://bit.ly/FizSemPensarJuro">2</a>,<a href="http://bit.ly/crónicaenergia">3</a>). Foi um ano de quantidade, mais precisamente de 53 artigos publicados dos quais 29 foram histórias de Solo Adventurers. Enviámos 34 newsletters a quem nos acompanha e fizemos mais de 685 publicações no <a href="https://www.instagram.com/soloadventuresofficial/">Instagram</a><a href="https://www.instagram.com/soloadventuresofficial/">e muitas outras no</a><a href="https://www.facebook.com/pg/soloadventuresofficial/">Facebook</a><a href="https://www.instagram.com/soloadventuresofficial/">.</a></div><div>Fizemos alguns km pelas paisagens e pessoas que partilhámos,<div> fomos convidados a conversar sobre <a href="http://bit.ly/voluntariadoArrudadosVinhos">voluntariado na Arruda dos Vinhos</a>, no &quot;<a href="http://bit.ly/conversasempreendedorismosocial">Podcast Conversa&quot; sobre Empreendedorismo Social</a> e em vários pontos de Lisboa (<a href="https://www.facebook.com/soloadventuresofficial/posts/539143293279381">BNI Sublime</a>, <a href="http://bit.ly/pontodepartidaevento">Ponto de Partida Lab</a>). </div>Saímos da timidez e fomos a eventos de networking na capital. <div>Criámos a <a href="https://www.facebook.com/groups/SoloAdventuresNetworkChange/">comunidade de Networking para a mudança</a></div>de modo a fomentar a partilha de inspiração através da publicação de projetos, eventos, notícias e questões de reflexão. Nela já se encontram mais de 335 pessoas de vários pontos do país. <div>Começámos a juntar uma <a href="https://www.facebook.com/soloadventuresofficial/posts/543458742847836">equipa</a></div> que acredita nesta missão de empoderamento, escuta activa e consciência social. <div>Lançámos a marca social &quot;<a href="http://www.sonhadorespraticantes.org">Sonhadores Praticantes</a>&quot;</div> que está a preparar o seu primeiro evento físico no <a href="http://bit.ly/sonhadorespraticantesevento">concelho de Tomar</a>.</div><div>Próximos planos?Estamos a preparar grandes sonhos e contamos praticar todos. Em breve levantaremos as cortinas das janelas, sacudiremos os tapetes e deixaremos o sol entrar ainda com mais força.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_47104dde68a442c18a7ce68d4ce8097c~mv2.jpg"/><div>Entretanto mantém-te connosco. Subscreve a nossa newsletter <a href="https://www.facebook.com/soloadventuresofficial/app/100265896690345/">aqui</a> (prometemos não ser chatos). Adere à nossa <a href="https://www.facebook.com/groups/SoloAdventuresNetworkChange/">comunidade</a>. Participa nos próximos eventos. Partilha a tua história de vida ou recomenda-nos outra pessoa, <a href="http://bit.ly/QueroPartilhar">conversa connosco</a>.</div><div>Boas aventuras,</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Carlos Coelho, o sem idade das ultras maratonas</title><description><![CDATA[Imagina-te quase na casa dos 60 anos - se já lá estás ou vais mais à frente esta tarefa vai ser fácil para ti. Agora pensa onde gostarias de estar, o que querias ter conquistado e o que ainda te faltaria alcançar. Já está? Então e, se todos dias, meses, anos tivesses novos caminhos para percorrer porque também te desafias a passar metas cada vez mais difíceis para o teu corpo e mente? Não consegues? Então tens mesmo de conhecer o Carlos. Depois disso ficas proibido/a de arranjar desculpas. Estás<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_0f1f63c05ced4b548962348b47f6a9c5%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana &amp;amp; Carlos</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/06/02/Carlos-Coelho-o-sem-idade-das-ultras</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/06/02/Carlos-Coelho-o-sem-idade-das-ultras</guid><pubDate>Tue, 04 Jun 2019 18:59:36 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Imagina-te quase na casa dos 60 anos - se já lá estás ou vais mais à frente esta tarefa vai ser fácil para ti. Agora pensa onde gostarias de estar, o que querias ter conquistado e o que ainda te faltaria alcançar. Já está? Então e, se todos dias, meses, anos tivesses novos caminhos para percorrer porque também te desafias a passar metas cada vez mais difíceis para o teu corpo e mente? Não consegues? Então tens mesmo de conhecer o Carlos. Depois disso ficas proibido/a de arranjar desculpas. Estás tramado/a. Vais ter mesmo que viver!</div><div>Sinopse de como nos conhecemos</div><div>Se não te lembras da <a href="http://bit.ly/XanaSoloAdventurer">Xana Magalhães</a> faz o favor a ti próprio de conhecer <a href="http://bit.ly/XanaSoloAdventurer">a sua história</a>, pois foi ela a culpada de eu chegar até ao Carlos. Este projeto só funciona se houver colaboração, networking e passa a palavra.</div><div>Sinopse sobre o Carlos Coelho</div><div>Muitas pessoas sofrem de &quot;desculpite&quot; como David J. Scwartz mencionava no seu livro &quot;A Magia de Pensar em Grande&quot;, usam desculpas de vários níveis como justificação à falta de iniciativa para arriscar nos seus sonhos. Uma das mais graves é a desculpite pela idade - ora se é demasiado jovem ou muito velho... Contudo, para o Carlos não existem desculpas, existe determinação.</div><div>Nasceu na cidade Luanda, a capital Angolana em 1960 e muitas voltas a vida deu porque hoje vive na zona de Cascais e leva de cada parte do mundo um pedaço na sola.</div><div>Atualmente é o osteopata no <a href="https://dramatico-cascais.pt/">Grupo Dramático e Sportivo de Cascais</a> onde trabalha com atletas e onde apostou numa criosauna (i.e. terapia com frio que chega aos -200º) para recuperação muscular, atenuação de dores - muito ao estilo do nosso Cristiano Ronaldo.</div><div>Mas para te contar a história de como o Carlos se tornou na pessoa que é hoje vais ter de recuar uns anos atrás. </div><div>Em 1986 abriu &quot;no Estoril a primeira pizzaria de entregas ao domicilio em Portugal&quot; o crescimento foi tomando conta da sua vida e abriu mais duas. Com a expansão veio o stress que lhe começou a prejudicar a saúde, de tal forma que a sua médica o aconselhou a fazer algo &quot;muito fácil&quot;. O remédio estava ao alcance do Carlos, mas a decisão assustava: tinha de mudar de vida.</div><div>Ele não se faz de forte ao reviver a história&quot;não foi fácil, com filhos pequenos, empréstimo de casa para pagar mas, não tive dúvidas em que era a altura certa de mudar. Aos 38 anos fiz uma reengenharia de vida e mudei radicalmente de profissão, vendi a empresa, voltei a estudar, diplomei-me 3 anos depois em Osteopatia&quot;.</div><div>Ora bem, tu que estás a ler...tens quantos anos?</div><div>Não interessa se ainda não chegaste aos 38, se já os tens ou vais mais à frente no caminho. A mudança está à distância da tua tomada de consciência, certeza e decisão. Ninguém muda de vida e/ou de hábitos se ficar pelo desejo e a deambular entre pensamentos de derrota e triunfo. Mas esta história não é minha, no entanto a lição da história do Carlos é clara e inegável.</div><div>Não te vás já embora porque não acabou. 38 anos, mudança de vida,filhos pequenos, voltar a estudar, começar do zero... bem, acharíamos que já era o suficiente, certo?</div><div>Claro que não. A sede de viver não se sacia de uma vez.</div><div>Por volta dos 30 anos a ideia de fazer maratonas começou a ser semeada: &quot;aos 30 e poucos anos a falar com um amigo, que me garantia que a partir dos 30 anos a barriguinha era inevitável, apostei que comigo não e que aos 50 anos havia de correr uma maratona&quot;. Os anos foram passando e aos &quot;49 só corria no máximo 7 km uma vez por outra mas, decidi que havia de vencer a aposta, fiz então aos cinquenta anos a minha primeira maratona. Escolhi a mais difícil, que é uma pequena ultra maratona de 43 km em areia da praia, de Melides a Tróia, convencido que a partir daí não haveria de correr mais nenhuma. Poucos meses depois ao ouvir falar da maratona <a href="http://fleed.pt/desporto/portugueses-superam-ultramaratona-do-deserto-do-sahara-com-ester-alves-a-alcancar-o-top-10/">Des Sables no deserto do Saara</a>, 250 km em 5 etapas em autonomia total, equivalente a perto de 6 maratonas seguidas. Fiquei fascinado e já com 53 anos consegui o 289 lugar entre 1300 atletas de mais de 40 países&quot;.</div><div>Algumas das suas aventuras:</div><div><a href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2334877703212821&amp;set=pcb.2334357576598167&amp;type=3&amp;__tn__=HH-R&amp;eid=ARAVTkiwPoXu5TjOu-ZFS45tFH1K0-A4k62GxYO_4GJyZYd7a6QJjOWsKJXsGvtYMcY3XQZdGYM8456D">(2019) Ultra Ice 230k na Lapônia, Circulo Polar Ártico</a></div><div><a href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2215581351809124&amp;set=pcb.2215591101808149&amp;type=3&amp;__tn__=HH-R&amp;eid=ARBZsq0-bLtUoz4slGcpaYYUCIsYRxeusxYAaJxO2erXWVSW6wMkxGsule3n7YdCLB8QDcRdc-P_dqvM">(2018) Ultra Cambodja - The Ancient Khmer Path - 220km</a></div><div><a href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1254943104539625&amp;set=ms.c.eJxF0NmNRTEIA9CORhgwS~%3B~_NjeAGvd8j40Cg9HaDOK1D~_YcPwgeYeOBwqASqDliT8MwHVM1KTY8HYQ0VdthBx4JcIjOnA7zSbkyHXinFZUHrILaUZgfVk0D2A~%3BRsSpcbUduE6CVMzWkV0IOyGVFcgsKsRN7qpHFGXOQg5vyyuE0j5jhve8cxkdNB4oC~_AD8onQ5wX6GUF7NYWQdt5lSK7KaEVM9Hm3yvENJaC5IfAAtaP8gAql3fCBSWxRDywHoS9l07ELGJexYmPgnt~_sBBBSqc8g9XIHTd.bps.a.1254942874539648&amp;type=3&amp;__tn__=HH-R&amp;eid=ARD0zP_hZpP9qAeXQnZSek2h4Xyf8FJPkRF-el_WgIDDWhamVoIlCDY07Xq09xn_IvzKF5FnpQ2tJ71L">(2016) Jungle Ultra Mmarathon Peru 230km</a></div><div>Não há como acharmos que o Carlos ficasse por ali: &quot;não parei, já fiz mais 11 ultras em autonomia em 4 continentes e em cenários muito diferentes: desertos, selvas, pântanos, fiordes, montanhas, lagos congelados, neve, etc&quot;. Partilhou o mesmo espaço que &quot;<a href="https://www.opraticante.pt/carlos-coelho-coragem-abandonar-prova/">piranhas, enguias eléctricas, cobras de água e crocodilos</a>&quot;, dormiu em redes montadas nas árvores e esteve na presença de uma onça que lhe meteu respeito&quot;sabia que tinha sido avistada uma onça naquele trilho poucas horas antes, senti o cheiro forte a urina e quando ouvi o rugido seco nas minhas costas, apesar de ter uma GoPro no peito, não tive coragem para me virar temendo que a onça ao olhar-me nos olhos visse que eu estava cheio de medo. Usei o que aprendi na formação sobre selva, berrei bem alto abri os braços para parecer maior e desatei a correu selva dentro. Portanto não enfrentei, apenas fugi com grande estilo&quot;.</div><div>Como não lhe bastasse a responsabilidade das missões que leva consigo também carrega causas socias, apadrinhando organizações sem fins lucrativos obtendo donativos por cada Km que faz, uma das últimas foi a <a href="https://www.opraticante.pt/correr-socorrer/">&quot;Correr &amp; Socorrer&quot;</a>na &quot;<a href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1254943104539625&amp;set=ms.c.eJxF0NmNRTEIA9CORhgwS~%3B~_NjeAGvd8j40Cg9HaDOK1D~_YcPwgeYeOBwqASqDliT8MwHVM1KTY8HYQ0VdthBx4JcIjOnA7zSbkyHXinFZUHrILaUZgfVk0D2A~%3BRsSpcbUduE6CVMzWkV0IOyGVFcgsKsRN7qpHFGXOQg5vyyuE0j5jhve8cxkdNB4oC~_AD8onQ5wX6GUF7NYWQdt5lSK7KaEVM9Hm3yvENJaC5IfAAtaP8gAql3fCBSWxRDywHoS9l07ELGJexYmPgnt~_sBBBSqc8g9XIHTd.bps.a.1254942874539648&amp;type=3&amp;__tn__=HH-R&amp;eid=ARD0zP_hZpP9qAeXQnZSek2h4Xyf8FJPkRF-el_WgIDDWhamVoIlCDY07Xq09xn_IvzKF5FnpQ2tJ71L">Ultra Jungle</a>&quot; de 230 km na selva amazónica do Peru.</div><div>Muitas conquistas aqui mencionadas, mas também muita coragem de se manter pelos seus valores. Abandonarias uma prova a meio porque não podes tolerar injustiças? Ainda existem pessoas para as quais a vitória não tem o mesmo sabor se não existir igualdade de oportunidades. <a href="https://www.opraticante.pt/carlos-coelho-coragem-abandonar-prova/">O Carlos é uma dessas pessoas.</a></div><div>Nada melhor do que viajares um pouco com o Carlos e pelas suas maratonas. Clica em cada foto e lê a sua partilha de experiência,a sua capacidade de mover montanhas físicas e mentais.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_0f1f63c05ced4b548962348b47f6a9c5~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_3c9653edcf2948209297f82eb26f5023~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_cf763ed44e7a4081b60345b33bc80478~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_78644d190e8740189346e6d1bba00216~mv2_d_2048_1365_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_43067e11df3d4826b996d80347f379aa~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_e65b08f9092b4ac29a6a3f087d51c1c0~mv2_d_2048_1365_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_3d8c1b747dd940bdafa8ecb43df4af62~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_4c9174b296c14800b15991b8f583b832~mv2.png"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_5bdbd25c41424badb020143d7fb28b93~mv2.jpg"/></div><div>Lições de Vida na primeira pessoa</div><div>-do Carlos para nós-</div><div>1. Nunca é tarde de mais, nem tão difícil como parece.</div><div>2. Nada na vida é eterno, tanto os momentos bons como os maus sempre passam. Nos maus resistimos, nos bons desfrutamos e avançamos... Acredito sempre nisto também nas provas.</div><div>3. Quanto mais viajas e conheces outros povos, outras culturas e realidades, mais a certeza tens que apesar de parecermos tão diferentes, somos todos iguais... Apenas seres humanos com sonhos por realizar, com uma grande necessidade de ser amado e um enorme desejo de amar. Queremos todos apenas ser felizes.</div><div>4.Quando era jovem quase que me sentia fraco por nunca conseguir odiar, felizmente a vida ensinou-me que só os fracos ficam agarradas ao ódio, os fortes seguem em frente.</div><div>5.Verdadeiramente nunca conheces as pessoas quando entram na tua vida, vais conhecendo durante mas, na realidade só conheces quando saem.</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Solo Adventurers Joana &amp; Carlos Coelho</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Qual é o teu ponto de partida?</title><description><![CDATA[O final de tarde de dia 29 de maio foi de calor e muita felicidade. Conheces aquela emoção de quando encontramos pessoas com quem temos muito em comum? O momento em que validamos mais um pouco a ideia de que não estamos sozinhos/as na nossa missão? Foi um momento desses e de muito mais.O convite veio do projeto Ponto de Partida Lab da Universidade de Lisboa e claro que o Solo Adventures e os seus Sonhadores Praticantes não podiam recusar. Para além de uma oportunidade de partilha sobre a nossa]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/05/30/Qual-%C3%A9-o-teu-ponto-de-partida</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/05/30/Qual-%C3%A9-o-teu-ponto-de-partida</guid><pubDate>Thu, 30 May 2019 19:26:54 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>O final de tarde de dia 29 de maio foi de calor e muita felicidade. Conheces aquela emoção de quando encontramos pessoas com quem temos muito em comum? O momento em que validamos mais um pouco a ideia de que não estamos sozinhos/as na nossa missão? Foi um momento desses e de muito mais.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_97131d9ad5034ae4a477974f06979dcd~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_3deadb71a9bb44e288e05c9e82048698~mv2_d_1638_2048_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_82912ee4d4884bf6b143f58a1fd3cf85~mv2.jpg"/></div><div>O convite veio do projeto <a href="https://www.facebook.com/PontodePartidaLab/?__tn__=K-R&amp;eid=ARAGGxtDKdoM0yTBW5OWnSJfzV6_pgc4jDyoKgIonwLKvsG2oceRsqGsNWVBPQWkWIa5eNWtU_zSmXXk&amp;fref=mentions&amp;__xts__[0]=68.ARDonzJ18bkgG2xtZBzAohA52MOVf--xRlLqRzlCBHQrUpdXdg-GGT5GXIsyuVgm_yP2NumuE7xLYD-93n_zMjPXs_81OA_teGNu9adTeSaG9yh8pz6P3yjgIKZpO7FHy8p30mhEIHMTrFD5y7pq8dxocswAATQS9NTn8mhVKqz34fvsmqFpkOcT5a7Sk01PIvAu9ZwFS9ivHHRk5MLi3PAr1k0p-8mp2BdKg9psBOSq2YHvwlBWar6t1Y2_lO_ze4-9riMLaz5KmK-3YZCifg3yzfB2nLVOh_C5RHve_XBcerSlN2d7vhhnFEdQOA5SouTMTDD8B19CEnatS80hmVI">Ponto de Partida Lab</a> da <a href="https://www.ulisboa.pt/">Universidade de Lisboa</a> e claro que o Solo Adventures e os seus Sonhadores Praticantes não podiam recusar. Para além de uma oportunidade de partilha sobre a nossa missão foi também de inspiração conjunta com a intervenção das pessoas que deram de si algo extremamente valioso: tempo.</div><div>Quem é o Ponto de Partida Lab?</div><div>&quot;Um projeto inclusivo de educação informal orientado para o desenvolvimento de soft skills dos estudantes da Universidade de Lisboa. Este projeto, associado ao ISCSP-Cidadania, prevê a realização de diversas atividades que promovem o desenvolvimento de competências em contexto social, na interação com os outros.</div><div>Com o objetivo de criar Experiências Educativas IN (INclusivas, INformais e INspiradoras), o projeto, coordenado por Cláudia Vaz, docente do ISCSP-ULisboa, está organizado em cinco laboratórios sociais (CESVLab, Storytelling Lab, Empathy Lab, City Lab e VUCA Lab), numa experiência tailor made, à medida de cada estudante.&quot;</div><div>Foram acumulados de minutos que se tornaram horas, onde se abordaram pontas soltas e como alguém se pode tornar num(a) sonhador(a) praticante, ou seja, um especialista das ideias à prática.</div><div>Fechamos este artigo como encerrámos parte da partilha num evento que foi rodeado de livros, com um poema:</div><div>Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.</div><div>Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.</div><div>Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.</div><div>Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.</div><div>Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os &quot;is&quot; em detrimento de um redemoinho de emoções justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.</div><div>Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.</div><div>Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.</div><div>Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.</div><div>Morre lentamente...</div><div>Pablo Neruda</div><div>Boas Aventuras,</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Sonhadores Praticantes, o evento</title><description><![CDATA[Quanto tempo falta para o primeiro grande evento powered by Solo Adventures?No dia 22 de junho a tua agenda já tem com que se ocupar.Às 15h30 aponta:"Sonhadores Praticantes | Partilhas powered by Solo Adventures" na Sociedade Instrutiva Recreativa Desportiva Vilanovense (R. António da Graça 2, 16).O evento tem como mote o nosso slogan já habitual “A mudança pode estar a uma história de vida de distância” e para isso contará com a presença em palco de Joana Feliciano – fundadora deste movimento<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_789d9493416747d1bb9b3b332c28461e%7Emv2.png/v1/fill/w_794%2Ch_1123/1fb9ef_789d9493416747d1bb9b3b332c28461e%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/05/27/Sonhadores-Praticantes-o-evento</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/05/27/Sonhadores-Praticantes-o-evento</guid><pubDate>Mon, 27 May 2019 18:31:41 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Quanto tempo falta para o primeiro grande evento powered by Solo Adventures?</div><iframe src="//static.usrfiles.com/html/73cb66_1e780859f6c26dd815faeca39e3b7ff8.html"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_789d9493416747d1bb9b3b332c28461e~mv2.png"/><div>No dia 22 de junho a tua agenda já tem com que se ocupar.</div><div>Às 15h30 aponta:<a href="http://www.sonhadorespraticantes.org">&quot;Sonhadores Praticantes | Partilhas powered by Solo Adventures&quot;</a>na <a href="https://goo.gl/maps/ZG744vtU7UWm25DE8">Sociedade Instrutiva Recreativa Desportiva Vilanovense</a> (R. António da Graça 2, 16).</div><div>O evento tem como mote o nosso slogan já habitual “A mudança pode estar a uma história de vida de distância” e para isso contará com a presença em palco de Joana Feliciano – fundadora deste movimento –, Luís Ferreira – Diretor Artístico do <a href="http://www.bonssons.com/">Festival Bons Sons</a> –, e António Alcobia – Engenheiro Eletrotécnico aspirante a humorista. O que têm os três em comum? A capacidade de sonhar e colocar as suas ideias e desejos em prática. </div><div>Durante duas horas, vão partilhar as suas histórias de vida, havendo ainda espaço para momentos de networking e outras dinâmicas interpessoais com o objetivo de inspirar o público.</div><div>EVENTO GRATUITO SUJEITO A INSCRIÇÃO 📅 22 JUNHO | 15H30 📍 VILA NOVA (TOMAR) Sociedade I R D Vilanovense R. António da Graça 2, 16 Mais detalhes e inscrições ⬇️<a href="http://www.sonhadorespraticantes.org">www.sonhadorespraticantes.org</a></div><div>COMO CHEGAR 🗺️ 🚂 COMBOIO Estação Apeadeiro &quot;Soudos-Vila Nova&quot; - paragem do comboio com origem Lisboa Santa Apolónia e destino Tomar. 🚗CARRO A 1h de Santarém ou Leiria A 1h20 de Lisboa A 20min. de Tomar, Entroncamento ou Torres Novas 🛰️ GPS Sociedade instrutiva recreativa desportiva vilanovense - sirdv R. António da Graça 2, 16</div><div><a href="http://bit.ly/EventoLocal">http://bit.ly/EventoLocal</a></div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_a145359754f44a54950744b69eb258c8~mv2.png"/><div>SOBRE NÓS Solo Adventures, um projeto de empreendedorismo social onde a mudança está a uma história e lições de vida de distância. Aqui constrói-se uma comunidade de sonhadores praticantes através de eventos, formações, coaching e do digital. Faz networking pela mudança e aprende a partilhar a tua inspiração! Adere a esta nossa/ tua comunidade <a href="https://www.facebook.com/groups/SoloAdventuresNetworkChange/">Solo Adventures | Network para a Mudança</a></div><div>Boas aventuras,</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Eu não sou o teu negro</title><description><![CDATA[Um extraordinário documentário produzido em 2017 sobre relações étnicas e a luta pelos direitos civis nos Estados Unidos da Américo que transmite com imagens e cruzamento de histórias reais de Medgar Evers, Malcom X e Martin Luther King Jr. baseado no manuscrito "Remember This House" de James Baldwin.“What white people have to do is try and find out in their own hearts why it is necessary to have a 'nigger' in the first place, because I'm not a nigger. I'm a man. But if you think I'm a nigger,<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_5879245c7dfb4dbd85891220fe9dcd92%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventures Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/05/18/Eu-n%C3%A3o-sou-o-teu-negro</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/05/18/Eu-n%C3%A3o-sou-o-teu-negro</guid><pubDate>Tue, 21 May 2019 06:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Um extraordinário documentário produzido em 2017 sobre relações étnicas e a luta pelos direitos civis nos Estados Unidos da Américo que transmite com imagens e cruzamento de histórias reais de Medgar Evers, Malcom X e Martin Luther King Jr. baseado no manuscrito &quot;Remember This House&quot; de James Baldwin.</div><div>“What white people have to do is try and find out in their own hearts why it is necessary to have a 'nigger' in the first place, because I'm not a nigger. I'm a man. But if you think I'm a nigger, it means you need it.” ― James Baldwin, I Am Not Your Negro</div><div>“The question is really a kind of apathy and ignorance, which is the price we pay for segregation. That’s what segregation means. You don’t know what’s happening on the other side of the wall, because you don’t want to know.” ― Raoul Peck, I Am Not Your Negro</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_5879245c7dfb4dbd85891220fe9dcd92~mv2.png"/><div>“The root of the black man's hatred is rage,  and he does not so much had the white man as simply as want the out of his way, and, more than that, out of his children's way.  The root of the white man's hatred is terror,  a bottomless and nameless terror,  which focuses on this dread figure,  an entity which lives only in his mind.” ― James Baldwin, I Am Not Your Negro</div><div>De onde vem o racismo e outras formas de segregação? Vêm de tentativas manipuladas para arranjar culpados, fomentar o terror e camuflar interesses. Tal como aconteceu com o nazismo que via na supremacia ariana a perfeição e exterminava os judeus metarmofando-os em criaturas não humanas com características que os distinguiam dos restantes. Assim como nos genocídios de Bangladesh (1971), o mediático do Ruanda baseado na distinção étnica de hutus contra tutsis (1994), o bósnio que ocorreu durante a guerra da Bósnia (1992-1995) e o ainda atual na ex-Birmânia contra a minoria muçulmana rohingya. Sem não esquecer a contemporânea crise humanitária de refugiados em que muitas pessoas percepcionam uma distinção entre &quot;eu&quot; e os &quot;outros&quot; fomentando a xenofobia no seio da sociedade que os acolhe.</div><div>Para mim é impensável pensar que existe superioridade ou inferioridade seja étnica, religiosa ou de outro tipo entre os humanos. Não obstante, não é por eu me recusar a ver o mundo a preto ou branco que conseguirei desaparecer com séculos de intolerância, racismo, xenofobia. Não vão desaparecer porque esquecer a história é um dos maiores erros para que esta seja repetida. Devemos relembrar o que mais dói para evitar erros.</div><div>Nas zonas onde cresci a maioria sempre foi branca, mas também já vivi como sendo eu a minoria noutros países. Posso sentir-me privilegiada por nunca ter sentido racismo contra a minha pele, mas enquanto mulher já senti a desigualdade. Agora basta imaginar o que seria sentir essa diferença todos os dias da minha vida mas misturada com violência e repúdio. Não quero e não aceito que alguém o aceite.Se tu ao imaginares isto não sentires um arrepio ou a vontade de mudar de pensamento para algo menos desconfortável, acho que deves obrigar-te a sair da tua zona de conforto e exercer empatia.</div><div>O paradoxo da tolerância de Karl Popper podia ser debatido neste ponto, mas deixo para outras núpcias não evitando de o mencionar e definir brevemente: </div><div>&quot;Tolerância ilimitada leva ao desaparecimento da tolerância. Se estendermos ilimitada tolerância mesmo aos intolerantes, se não estivermos preparados para defender a sociedade tolerante do assalto da intolerância, então, os tolerantes serão destruídos e a tolerância, com eles. — Nessa formulação, não insinuo, por exemplo, que devamos sempre suprimir a expressão de filosofias intolerantes; desde que possamos combatê-las com com argumentos racionais e mantê-las em cheque frente a opinião pública, suprimi-las seria, certamente, imprudente. Mas devemos nos reservar o direito de suprimi-las, se necessário, mesmo que pela força; pode ser que eles não estejam preparados para nos encontrar nos níveis dos argumentos racionais, mas comecemos por denunciar todos os argumentos; eles podem proibir seus seguidores de ouvir os argumentos racionais, porque são enganadores, e ensiná-los responder argumentos com punhos e pistolas. Devemos, então, nos reservar, em nome da tolerância, o direito de não tolerar o intolerante&quot;.</div><div>Informa-te, compreende, sê tolerante com medida e justo. Podes começar por ver este documentário que faz a ponte para realidades atuais que não ficaram nos anos 60 e que não deveriam existir em anos nenhuns.</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ahObxbv0f6k"/><div>Boas Aventuras,</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Neo Aventura, as lições de vida a dois</title><description><![CDATA[Quantas histórias de amor conheces? Quantas pessoas sonham largar tudo o que têm pela sede de viver? E mais importante, quantas dessas pessoas passam dos sonhos à realidade? Nem sempre as mesmas escolhas no percurso da vida vão dar ao mesmo sítio, mas das vezes em que dão o gosto pela aventura parece apurar. Esta história e lições de vida cruza duas personagens reais, a Andreia e o Kevin.-Sinopse de como nos conhecemos-Quando descobri o site Neo Aventura comecei a seguir, mas a minha vida já se]]></description><dc:creator>Solo Adventurers Joana &amp;amp; Andreia &amp;amp; Kevin</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/05/18/Neo-Aventura-as-licoes-de-vida-a-dois</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/05/18/Neo-Aventura-as-licoes-de-vida-a-dois</guid><pubDate>Sat, 18 May 2019 07:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Quantas histórias de amor conheces? Quantas pessoas sonham largar tudo o que têm pela sede de viver? E mais importante, quantas dessas pessoas passam dos sonhos à realidade? Nem sempre as mesmas escolhas no percurso da vida vão dar ao mesmo sítio, mas das vezes em que dão o gosto pela aventura parece apurar. Esta história e lições de vida cruza duas personagens reais, a Andreia e o Kevin.</div><div>-Sinopse de como nos conhecemos-</div><div>Quando descobri o site <a href="https://neoaventura.com/about/">Neo Aventura</a> comecei a seguir, mas a minha vida já se tinha cruzado com a autora Andreia. O palco tinha sido a organização não governamental para o desevolvimento<a href="http://www.wact.pt">WACT</a>, mas a verdade é que nunca tivemos muito contacto. Confesso que nunca tinha feito 1+1 para compreender o óbvio de que se tratava da mesma pessoa. Perdi a vergonha e contactei a Andreia e o Kevin. A resposta não podia ter sido mais simpática e disponível. Explorem agora comigo esta aventura.</div><div>-Sinopse sobre a Andreia e o Kevin-</div><div><div>A história da <a href="https://www.instagram.com/gotmypostcard/">Andreia Marques</a> e do <a href="https://www.instagram.com/kevin.barata/">Kevin Barata</a> começa em 2016 ao apagar das 17 velas de aniversário. Sim, é a história de um rapaz que conhece uma rapariga e vice-versa mas com algumas aventuras à mistura.</div> Tudo começou quando o rapaz mudou-se para a turma finalista de secundário da rapariga. Durante dois anos o rapaz e a rapariga namoraram. Depois de terminado o 12º ano da escola ele seguiu para Aveiro para estudar Fisioterapia na <a href="https://www.ua.pt/essua/">ESSUA</a> e ela para terapia da fala no <a href="https://www.ipp.pt/">Politécnico do Porto</a>.</div><div>Depois de 730 dias de namoro ambos decidiram terminar e ficaram 2190 dias (6 anos) sem ter contacto. Talvez a vida tenha tido algum motivo para eles. </div><div>O rapaz Kevin após terminar o curso rumou para um cruzeiro onde trabalhou no spa mas com o verdadeiro objetivo de poder “viajar o mundo”. Tal aconteceu só em parte. Não conseguiu ganhar muito dinheiro nem viajar como imaginava, por isso passados alguns meses de mar voltou para terra e focou-se na sua área profissional de fisioterapia. Trabalhou em Portugal durante dois anos e após isso decidiu vender tudo o que tinha para conseguir ir para os Estados Unidos da América (EUA) procurar o sonho americano de uma vida melhor com mais desafios. Já com os pés na terra do Tio Sam trabalhou numa empresa de assitência médica para conseguir a sua licença profisional e voltar a trabalhar como fisioterapeuta. Muitas voltas mais a vida deu e hoje vive dedicado aos projetos que tem nas redes sociais – o <a href="http://www.neoaventura.com/">Neo Aventura</a> e <a href="https://app.neofreedom.com/PT">Neo Freedom</a>.</div><div>A Andreia, a rapariga desta história, depois de terminar o curso trabalhou durante seis anos como terapeuta da fala quase sempre com crianças com necessidades educativas especiais. Pelo meio tirou uma pós-graduação em perturbações do desenvolvimento e em 2016 fez voluntariado em São Tomé através da <a href="http://www.wact.pt">WACT</a> onde desenvolveu e implementou o projeto “O UPI - Unidos pela Inclusão” para “apoiar crianças com incapacidade e em risco de exclusão social, entre os 3 e os 9 anos, no distrito de Lembá”. A rapariga teve nessa ilha do Atlântico uma das melhores experiências da sua vida e acredita que depois disso nunca mais voltou a ser a mesma: “a minha maneira de pensar e ver o mundo mudou e decidi arriscar mais e explorar mais. Senti que andava a perder demasiado tempo com coisas que não me faziam feliz. Tornei-me mais aventureira”.</div><div>Mas em que parte desta história o rapaz volta a encontrar a rapariga? Em 2015, com o Kevin já a viver nos EUA e a Andreia por Portugal, foi assim que o namoro voltou. Mesmo com a distância geriram-na durante dois anos “íamos encontrando-nos em diferentes partes do mundo (Portugal, Londres, EUA, Singapura e Malásia)”. Até que a rapariga decidiu pegar na vida, despedir-se do seu trabalho para começar do zero, encher as malas mesmo que acusa-se carga adicional no aeroporto e foi no voo de 1 de janeiro de 2018 Lisboa – Flórida. Aterrada na sua nova terra fez “voluntariado como professora assistente numa escola comunitária de inglês para adultos e num abrigo para animais”. Trabalhou entre animais e crianças, ora em petsitting, ora babysitting. Mas não ficou por aí. Começou a “investir nas áreas de fotografia, social media e escrita criativa”, concorreu “a um programa de lideres de viagem” – o <a href="https://www.thewanderlust.pt/en/tour-leaders/andreia-marques-2/">Wanderlust</a>, e foi escolhida “para liderar viagens nos EUA – parques nacionais”.</div><div><div>Em 2018 o rapaz e a rapariga criaram o <a href="https://blog.neoaventura.com/">blogue Neo Aventura</a></div>(ainda em inglês, mas brevemente terá conteúdo em português). O Kevin apostou ainda mais nessa paixão e “criou o projeto <a href="https://app.neofreedom.com/PT">Neo Freedom</a>com o objetivo de ensinar e fornecer todas a ferramentas para criar um negócio online através das redes sociais”. E para que serve tudo isto? O projeto pretende “ajudar aqueles que estão a começar do zero mas também os que já têm um negócio online mas que ainda não atingiram o patamar que desejam. A missão é tornar este sonho do nomadismo digital possível para todos aqueles que queiram!”. Disponível em português e inglês para os mais curiosos sobre esta história explorem o <a href="https://app.neofreedom.com/aulagratis">webinar gratuito</a>.</div><div>Este casal desde a criação do seu espaço digital tem colaborado com várias “marcas, hotéis e com companhias locais de turismo da Flórida”. Os dois têm “sido pagos para viajar e para publicitar marcas/empresas em troca de criação de conteúdo nas redes sociais”.</div><div>Como podemos ler nesta história, ainda muito longe do final, nem sempre as escolhas mais simples são as que nos satisfazem. Para esta rapariga e para este rapaz, o sentimento que vem associado com a palavra ‘casa’ permanece em Portugal, mesmo que continuem a viver nos Estados Unidos. O que os mantém pelo sonho americano são as oportunidades que têm agarrado e que dificilmente teriam na sua “casa” mãe. O futuro? Esse está deste lado do Atlântico, “o coração está em Portugal, junto dos amigos e família. Queremos voltar definitivamente (...) um dia, mas neste momento o plano é poder ter um trabalho remoto que nos permita viajar ou estar em qualquer parte do mundo, sem estarmos preso a lugar ou a um horário especifico”.</div><div>E muito mais ainda irá ser escrito sobre esta história. </div><div>Era uma vez um rapaz e uma rapariga que viviam em <a href="https://www.instagram.com/neoaventura/">Neo Aventuras</a>...</div><div>Redes sociais:</div><div>Site: <a href="http://www.neoaventura.com/">http://www.neoaventura.com/</a></div><div>Blog: <a href="https://blog.neoaventura.com/">https://blog.neoaventura.com/</a></div><div>Contas de Instagram:</div><div><a href="https://www.instagram.com/gotmypostcard/">https://www.instagram.com/gotmypostcard/</a></div><div><a href="https://www.instagram.com/kevin.barata/">https://www.instagram.com/kevin.barata/</a></div><div><a href="https://www.instagram.com/neoaventura/">https://www.instagram.com/neoaventura/</a></div><div><a href="https://www.instagram.com/neoaventura.pt/">https://www.instagram.com/neoaventura.pt/</a></div><div>Projeto Neofreedom:</div><div><a href="https://app.neofreedom.com/PT">https://app.neofreedom.com/PT</a></div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_10bfd41a2d95403a938ec6332c66182b~mv2_d_3153_3941_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_43045ce8934e499bb110881b1895ecfe~mv2_d_5184_3456_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_3af4940d8e514a24a00e6d4e33e8f876~mv2_d_3758_4894_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_e129332262a74ef087f77cddff16cba9~mv2_d_4000_6000_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_8ccb9e3048a3476fb49814b3bb7f5db7~mv2_d_3381_2584_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_1e6a24efac46476cab36bf83e5e6c429~mv2_d_2759_2759_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/0f965e_c299737e5b3249f5b8d5e5cef8e58962~mv2.jpg"/></div><div>-Lições de Vida na primeira pessoa-</div><div>- da Andreia e do Kevin para Nós -</div><div>1. Se nunca falhaste, é porque talvez nunca tentaste a sério.</div><div>Durante este percurso já fomos fazendo diferentes trabalhos, fomos investindo em diferentes áreas, tentando diferentes projetos e vivendo em sítios diferentes. Alguns destes percursos não correram como planeado, mas a persistência é nunca desistimos. Nem sempre é um caminho fácil. No entanto, há que ter em mente que não há problema em tentar as vezes que sejam necessárias até encontrares o caminho certo!</div><div>2. Sai da tua zona de conforto!</div><div>Quando não estás bem com a tua vida, tens que arriscar, mudar e fazer as coisas acontecer! Se nunca saíres da tua zona de conforto, dificilmente conseguirás ver uma mudança na tua vida e alcançares os teus sonhos!</div><div>3. Arrisca.</div><div>Não resistas à mudança, está disponível às oportunidades que te vão surgindo pelo caminho, mesmo aqueles que achas que nunca irás alcançar.</div><div>4. Experiência a vida!</div><div>A vida é feita de experiências. São as pessoas que conheces, os sítios que visitaste e o que sentes em diferentes momentos que te fazem sentir realmente vivo.</div><div>5. Procura fazer aquilo que gostas e rodeia-te de quem te faz bem.</div><div>Não fiques preso a algo que não gostes, a um trabalho que não te sentes realizado ou a uma vida que não se enquadra à tua personalidade. Não percas tempo com o que não interessa ou que não te faz feliz.</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Solo Adventurers Joana &amp; Andreia &amp; Kevin</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Crónica &quot;Flutuar Sobre Ondas&quot; |  O que é isso da energia? É contagioso?</title><description><![CDATA[Altamente contagioso! Trata-se da origem de todos os estragos e de todas as expansões no universo. É tudo o que é, visível e invisível. É tudo o que fomos, somos e seremos, tudo o que achamos que temos, que vemos, que comemos, que sentimos, que tocamos, que respiramos, que imaginamos, e podia ficar aqui eternamente a descrever o que envolve energia, e seria a minha desgraça porque não faria mais nada na vida. O importante a transmitir neste estágio é que já deu para salientar que a energia está<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_8b696774b01f4cdbb339dc306fe5b391%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Ana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/05/16/Cr%C3%B3nica-Flutuar-Sobre-Ondas-O-que-%C3%A9-isso-da-energia-%C3%89-contagioso</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/05/16/Cr%C3%B3nica-Flutuar-Sobre-Ondas-O-que-%C3%A9-isso-da-energia-%C3%89-contagioso</guid><pubDate>Thu, 16 May 2019 06:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Altamente contagioso! Trata-se da origem de todos os estragos e de todas as expansões no universo. É tudo o que é, visível e invisível. É tudo o que fomos, somos e seremos, tudo o que achamos que temos, que vemos, que comemos, que sentimos, que tocamos, que respiramos, que imaginamos, e podia ficar aqui eternamente a descrever o que envolve energia, e seria a minha desgraça porque não faria mais nada na vida. O importante a transmitir neste estágio é que já deu para salientar que a energia está e é tudo o que existe.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_8b696774b01f4cdbb339dc306fe5b391~mv2.png"/><div>Na minha opinião, desde a infância que nos devia ser transmitida a importância da energia e o impacto que esta tem na nossa vida e na de todos os que nos rodeiam, já para não falar da influência que nós temos sobre o meio envolvente e este sobre nós. A energia é a base e a explicação de tudo o que acontece, mas não dá muito jeito que seja abordada porque traz a si agregada o princípio da responsabilidade individual, que chata e maçadora que ela é, bolas! </div><div>No momento em que todos tomarem consciência que são energia 24h por dia, digo sem qualquer receio que O MUNDO MUDA. A nossa vibração altera para frequências mais altas e todo o nosso universo interior e exterior altera igualmente, contagiamos o ar com as denominadas “good vibes”, mas atenção…o contrário tem o mesmo peso e efeito nefasto no nosso ambiente.</div><div>Quando tomamos consciência da construção da nossa composição física (corpo biológico) e estado emocional (corpo mental), cai finalmente a ficha e temos nesse instante a plena noção de que somos os autores directos e indirectos de praticamente tudo o que reflecte a nossa experiência de vida. Deixa de fazer sentido apontar o dedo, julgar os outros e principalmente culpá-los dos nossos infortúnios, e mesmo quando estes não existem, ainda sobra para o maior desgraçado de todos os tempos, Deus. </div><div>Como já referi num “Flutuar sobre Ondas” anterior, a maior dificuldade é a convivência entre seres com níveis de consciência diferentes. Quando falo em consciência, não me refiro ao nível de conhecimento, caso contrário o mundo estaria hiper harmonioso e em paz entre todos, não, a maioria do conhecimento fornecido não serve para grande expansão das consciências, serve sim para entupi-las com mais medo, frustração, distanciamento, separação, competição, guerras por direitos e valores ainda mais restritivos.</div><div>Qualquer tipo de conhecimento será benéfico ou destruidor dependendo sempre do nível de consciência de quem o adquire, pode também não servir de absolutamente nada, muitas das vezes entra e desvanece ainda mais rápido (não apresenta substância porque não passa de teoria que muitas das vezes não se enquadra na realidade física em que estamos).</div><div>Outro pormenor interessante, a informação vai passar sempre pelos nossos filtros, camadas e camadas de crenças e percepções que distorcem toda e qualquer tentativa de bem maior, basta observarem as inúmeras discussões que fazem sobre um único assunto, cada um de nós apresenta uma linguagem e interpretação única, e isso não está errado, é a diversidade, basta apenas aceitar as diferenças e deixar de marrar, é o ego que quer ganhar, a consciência apenas quer ser.</div><div>Quando tomamos consciência dos acontecimentos na nossa vida como seres energéticos, tudo o que antes era o nosso propósito de vida deixa de fazer sentido, numa fase inicial é deveras triste e frustrante, observarmos todo o tempo gasto e principalmente energia com coisas, pessoas, acontecimentos ao qual estávamos apegados por medo do desconhecido, por crermos que tinha de ser assim, afinal de contas todos o fazem, todos o têm, todos acham que são, será assim mesmo? Bem lá no fundo sentes mesmo isso? Então explica-me o motivo de tanto vazio no peito, tanta insatisfação na alma?</div><div>Não respondas, sente, toma apenas consciência destas ou de outras coisas, deixa-te ir com as ondas, elas levam-te sempre para onde terás de ir, poderá é não ser aquilo que idealizaste toda a vida, ou que te venderam como sendo o mais acertado para ti. Mas queres viver a tua vida ou queres continuar a viver as vidas dos outros? Tudo é uma escolha, só precisas de respirar fundo e tomar a decisão…a onda faz o resto.</div><div>Este processo não é nada fácil, são muitos anos a alimentar e a construir um ego que achamos ser quem nós somos, são muitos anos a fazer comparações sistemáticas com tudo o que mexe e respira à nossa volta, são muitos anos a acreditar em valores e verdades nebulosas passadas de geração em geração na sua maioria pelas pessoas ao qual daríamos a nossa própria vida, são muitos anos distraídos com coisas e assuntos que não servem para nada, apenas para nos ocupar a mente em vez de a utilizarmos para a nossa expansão e abundância a todos os níveis.</div><div>Com alguma indignação da minha parte, constato que não temos a noção da preciosidade de que somos feitos e constituídos, caso contrário andava tudo com um sorriso nos lábios, garanto-vos! Não seria relevante a invenção e fomento de religiões e ademais ideologias, não seria indispensável a criação de partidos políticos que servem apenas para criar ainda mais separação entre os cidadãos, não seria essencial a concepção de fronteiras e nações, e por adiante. Quanto maior o nível de consciência, maior o nível vibracional do ser, sendo as vibrações mais altas as associadas ao amor, abundância, alegria, criatividade, maior integridade individual e pelo colectivo, não seriam necessárias tantas regras de controlo porque deixaria de haver ameaça derivada das vibrações de medo.</div><div>A maior epidemia manifesta-se pelas trocas energéticas transferidas constantemente entre humanos. Somos corpos magnéticos emissores e receptores de energia ou informação, estamos inseridos num campo unificado constituído por ondas, tudo vibra em nós e fora do nosso corpo, a principal fonte de comunicação entre todas as coisas neste sistema é através da vibração, no caso dos humanos foi criada posteriormente as palavras e dialectos para um diálogo mais composto e possivelmente com o objectivo de camuflar emoções entre pares para quem quer crer que o consegue.</div><div>Ao longo dos tempos fomos criando através das cordas vocais uma forma de nos expressarmos, foi realmente incrível, cada som codificado por palavras tem em si uma tremenda carga energética apenas nossa, trata-se de mais uma ferramenta fantástica que detemos. Mas também criámos a capacidade de nos prejudicar através da palavra, é tanto o medo que nos especializámos em emitir sons que transmitem apenas ao nível fonético exactamente o contrário daquilo que sentimos na maioria das vezes, até ai tudo certo, para o outro que recebe a mensagem não tem grande impacto em si, quem recebe a maioria da carga energética totalmente desequilibrada é o emissor.</div><div>Neste ponto gostaria de ressaltar a importância do corpo energético de cada um de nós e como o nosso estado vibracional interior influência a nossa realidade, a forma como sentimos e percepcionamos o exterior e principalmente a nossa capacidade de influenciar a realidade dos outros seres e espaços físicos. Muitas pessoas sempre tiveram noção desta capacidade, contudo utilizam-na de formas pouco construtivas, pelo contrário, têm aplicado de forma a condicionar cada vez mais as mentes distraídas através de manipulação e controlo psicológico, com formatos tão subtis que a grande maioria nem se apercebe que tem vindo a viver em estado zombie e a tomar exactamente as decisões que os outros imperceptivelmente sugerem.</div><div>Todos temos as mesmas capacidades energéticas, e já temos tudo o que precisamos para sermos a nossa melhor versão, sei que estou sempre a repetir estas cenas mas é de propósito, a repetição neste sentido tem um efeito de quebrar algumas ligações sinápticas em desuso e substituir por novas mais produtivas para os momentos presentes. Atenção, nada do que foi dito é novo, há milhares de anos que várias alminhas têm atravessado todo o planeta, de áreas e épocas distintas, tem mencionado grandes conhecimentos sobre o campo energético que somos e em que estamos inseridos como um todo, e não precisaram de tirar um curso para obter uma certificação (papel que não garante que a pessoa sabe o que está a fazer ou dizer, só para salientar) ou pesquisar o Google.</div><div>Hoje temos tudo à nossa disposição, já estamos salvos há dois mil anos!!! Não é de loucos o que temos vindo a sentir? Vamos aproveitar esta oportunidade para ganhar mais consciência, conhecer o nosso corpo físico e energético, substituir valores por princípios (que tenham uma função prática na vida), elevar a nossa vibração, criar experiências que nos façam expandir, aproveitar todas as coisas boas da vida, vamos agora apenas observar o momento presente e aplicar o seguinte princípio de tamanha simplicidade e sabedoria do querido Dalai Lama que todos conhecem, ora aqui vai: “Disciplina interior, identificar os factores que levam à felicidade e os que levam ao sofrimento. Começar a eliminar os que levam ao sofrimento e cultivar os que levam à felicidade. É esse o caminho.”</div><div>Basta para isso tomar a decisão.</div><div>Finalmente nos voltamos a encontrar,</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_ba49d35ba7a84d5fa9fcca8edebd5682~mv2.jpg"/><div>*texto escrito ao abrigo do antigo acordo ortográfico</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Teresa, as lições depois dos sonhos concretizados</title><description><![CDATA[A menina Teresa desde pequena carregava três sonhos e a vida concedeu-lhe cada um deles. Contudo, ao crescer a mulher Teresa percebeu que os sonhos por vezes são duras realidades. Será que nesta história as lições foram difíceis? A simplicidade da visão ajuda o caminho, vem daí.-Sinopse de como nos conhecemos-Fui convidada a escrever um artigo no "Ontem é só memória" - o blogue da Teresa, e a partir daí o meu convite para que ela partilhasse a sua história foi imediato. A resposta foi positiva]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana &amp;amp;amp; Teresa</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/05/12/Teresa-as-li%C3%A7%C3%B5es-depois-dos-sonhos-concretizados</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/05/12/Teresa-as-li%C3%A7%C3%B5es-depois-dos-sonhos-concretizados</guid><pubDate>Sun, 12 May 2019 18:12:30 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A menina Teresa desde pequena carregava três sonhos e a vida concedeu-lhe cada um deles. Contudo, ao crescer a mulher Teresa percebeu que os sonhos por vezes são duras realidades. Será que nesta história as lições foram difíceis? A simplicidade da visão ajuda o caminho, vem daí.</div><div>-Sinopse de como nos conhecemos-</div><div>Fui convidada a escrever <a href="http://bit.ly/ImportânciaHistóriadeVida">um artigo</a> no &quot;Ontem é só memória&quot; - o blogue da Teresa, e a partir daí o meu convite para que ela partilhasse a sua história foi imediato. A resposta foi positiva mas misturada com o receio de a sua história não ser tão inspiradora como as outras. Eu respondi-lhe como acredito: todas as histórias são importantes e de valor. Cada história pode mexer apenas com um determinado tipo de pessoa, isso relaciona-se com a personalidade, gosto e sonhos de quem lê. Cada pessoa tem a capacidade de ser imensuravelmente inspiradora, mesmo nos atos que à primeira vista são banais.</div><div>-Sinopse sobre a Teresa-</div><div>Teresa Isabel (Isy) Silva - tal como se apresenta por escrito no seu espaço digital, é uma aquariana teimosa de 30 anos nascidos e criados no Porto. Autora de uma trilogia publicada (&quot;<a href="https://worldartfriends.com/store/931-teresa-isabel-silva-linha-desfalecida.html">Linha Desfalecida</a>&quot;) tem a escrita como uma bonita parte das suas paixões.</div><div>Licenciada em Ciências da Comunicação no <a href="https://www.ismai.pt/pt">ISMAI</a> sempre trabalhou e estudou simultaneamente, tempo do qual confessa ter saudades. Desde 2008 que é blogger e técnica administrativa numa empresa de segurança. De gostos tem as viagens e a novidade da descoberta dos locais, principalmente se forem dos que ficaram marcados pela História.</div><div>Esta história de vida vai ser contada de uma forma diferente. Por cada lição vais ler um bocadinho da vida contada pela própria Teresa. Ninguém conta melhor a história de uma vida do que a pessoa a quem a vida pertence.</div><div>Desliza para baixo.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_7672f5784f994c07aef104f0d81f3c62~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_79f630663d9946709f0b4ac2fefffdb2~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_6e2a5316acfb42c19815edad986eb739~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_258645d4761048fd8f60f2b6a5c3fbe8~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_58dc306807be4a61b8221c254c93d5f4~mv2.jpg"/></div><div>- Lições de vida na primeira pessoa-</div><div>-Da Teresa para nós-1. Nem sempre alcançar os nossos sonhos nos leva à felicidade  Dizem que o sonho comanda a vida. Isso é uma grande verdade, porém quantos de nós passaram anos a lutar por um sonho e depois de o alcançarem pensaram &quot;não era bem isto que eu queria&quot;?  Posso vos dizer que desde criança tinha três grandes sonhos de vida: Editar um livro, licenciar-me e casar.  Fui uma sortuda, antes de 25 anos já tinha realizado os meus sonhos, e acreditem estava orgulhosa de mim por o ter feito. Tinha em mim aquela sensação de missão cumprida, porém e apesar de ter ficado feliz com as realizações, percebi que elas não me iam fazer feliz. Editei três livros, e posso dizer que foi das maiores desilusões da minha vida, tudo o que podia correr mal, correu, por isso acabei por colocar a escrita de lado, escrever livros em Portugal com qualidade é fácil, difícil é encontrar uma editora e um mercado recetivos.  Com a licenciatura foi mais ou menos parecido, sinto-me feliz por ter o meu curso, mas durante muitos anos (cerca de 5 anos) trabalhei em call-centers porque não arranjava emprego na minha área, pensava que a realização deste sonho me ia levar a um futuro melhor, mas acabou por não ser nada disso.  Já o casamento, foi um sonho que realizei, mas que com o divórcio me serviu para perceber que prefiro estar sozinha.  Existe uma lição a tirar disto que estive a dizer, lutar pelos sonhos é bom, eu diria mesmo que é algo que todos devemos fazer por nós, mas não devemos acreditar que depois de os atingirmos chegamos a algo melhor. Como o nome indica são sonhos e não realidades. 2. Não criar expectativas nas coisas e nas pessoas  É importante manter o pensamento positivo, mas é um erro criar ideias erradas sobre algo ou alguém. Durante muitos anos acreditava no melhor das pessoas e das coisas, mas com o passar dos anos, aprendi a pensar de forma fria e calculada.  Não vou achar que um amor ou amizade é eterna, ou não vou achar que aquilo não me vai acontecer. As coisas mudam, nós mudamos, as circunstâncias mudam e o mesmo acontece com as pessoas que nos rodeiam. Saber que as pessoas podem mudar para pior ajudou-me a aceitar que as realidades em que vivo podem mudar e a não ficar triste ou desiludida com o que aconteceu. Simplesmente é assim e ponto final. 3. Simplificar  As pessoas são por natureza seres complicados, mas é preciso relativizar as coisas e viver com pensamentos simples. Habitualmente digo em tom de brincadeira que o meu mantra é &quot;keep it simple and stupid&quot;, e acreditem que é bem verdade, não compliquem, as soluções mais simples e por vezes aparentemente estúpidas são as melhores. </div><div>4. Amar um animal é compreender uma maneira diferente de amar  No outro dia li algo como &quot;só quem amou um animal é que consegue compreender que existem várias formas de amor&quot;. Esta é das mais puras verdades, se tirarmos por dia cinco ou dez minutos para estarmos com os nossos animais de estimação, vamos perceber que temos muito a aprender com eles. Primeiro porque eles nos amam de uma forma incondicional, para eles somos tudo, eles dependem de nós e sabem retribuir, e se pensarmos bem, nós dependemos deles, seja pelos momentos de lazer, seja pelo carinho, seja porque são especiais para nós. Amar um animal é uma das formas amor mais puras, correspondidas e simples que existe. 5. Não viver para agradar a ninguém  Quando a Joana me convidou para este desafio, eu fiquei um tanto ou quanto assustada, não me considero uma pessoa inspiradora. Tenho uma visão muito fria e simples das coisas que me rodeiam, nunca fiz voluntariado, cuidei de crianças, ou participei em petições. Não faz parte da minha maneira de ser, e não me sinto confortável nesses ambientes. Gosto de reciclar, de dizer olá às pessoas de manhã quando entro no café, e tento ser sempre educada com todos, mas não me considero um exemplo, porque as pequenas coisas que faço todos os dias, e que considero positivas, não as faço para agradar a ninguém. Faço porque me deixam satisfeita. cada um deve encontrar as pequenas coisas quem tornam o dia melhor e não apenas fazer porque parece o cenário ideal. </div><div>Boas Aventuras,</div><div>Solo Adventurers Joana &amp; Teresa</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Sem medos</title><description><![CDATA[Uma das coisas mais difíceis da vida completa-se com o verbo ultrapassar. Dar aquele passo seguro em frente, ter os nossos 20 segundos de coragem, decidir e acatar com todo um novo rumo que nos enche de medo por não sabermos o que traz consigo mas que aspiramos ser o melhor. A decisão perfeita no momento exato. Ultrapassar: medos, (des)amores, perdas de vidas, ciclos viciosos, rotinas sorumbáticas, trabalhos esgotantes e todos os motivos que nos impossibilitam de sermos reais connosco e<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_5b4f6e6e89274bfca09b086fdf2fb232%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/04/30/Sem-medos</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/04/30/Sem-medos</guid><pubDate>Tue, 30 Apr 2019 06:30:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Uma das coisas mais difíceis da vida completa-se com o verbo ultrapassar. Dar aquele passo seguro em frente, ter os nossos 20 segundos de coragem, decidir e acatar com todo um novo rumo que nos enche de medo por não sabermos o que traz consigo mas que aspiramos ser o melhor. A decisão perfeita no momento exato. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_5b4f6e6e89274bfca09b086fdf2fb232~mv2.png"/><div>Ultrapassar: medos, (des)amores, perdas de vidas, ciclos viciosos, rotinas sorumbáticas, trabalhos esgotantes e todos os motivos que nos impossibilitam de sermos reais connosco e deixarmo-nos ser felizes por e para nós.</div><div>Dizem que são precisos exactamente 20 segundos de coragem para mudar mundos. Essa suspensão de tempo que guarda um forte arcaboiço mental, um inspirar profundo e uma nova visão para os milhões de segundos que vão proceder a esses.</div><div>Ultrapassar é para fortes, ou para os que pelo menos fazem o esforço de se armarem como tal. Todos os que já conjugaram este verbo ou se preparam para o fazer guardam em si uma coragem que os surpreende e desafia.</div><div>Todos somos aventureiros no exercício do ultrapassar.</div><div>Por vezes ultrapassamos por força das circunstâncias, das impossibilidades da vida e outras conseguimos por nós, com a ajuda de amigos ou fontes mais externas do nosso círculo.</div><div>Acredito que todos nascem com a capacidade de o fazer. O caminho até descobrir o como e alcançar a meta é que é difícil, mas não o é esse ultrapassar. Só desgasta o percurso, depois disso a vida ganha outro gosto, humildade de visão e relatividade. Depois desse momento de sucesso as possibilidades são infinitas porque aprendemos a não cair no erro de depositar tudo numa só gaveta da vida. Aprendemos a viver com outras ferramentas, muitas vezes sem conseguirmos esquecer.</div><div>Ultrapassem e vão sem medos. Eu tento, e a vida pode ser tão melhor quando aprendemos a existir sem pressões, mesmo que as nossas. Tudo a seu tempo.</div><div>Boas aventuras,</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Solo Adventures no BNI</title><description><![CDATA[No dia 23 de abril a manhã iniciou às 6h30 com o BNI Sublime no SANA Metropolitan Hotel em Lisboa a convite da Helena Mourão da editora Discurso Padrão e fundadora da revista Exklusiva. Mas quem no seu perfeito juízo acorda às 5h da manhã numa terça feira? O gosto pela missão é mais forte do que dormir! Durante a reunião tive a oportunidade de partilhar com um grupo de 50 empresários e empreendedores um pedaço da minha história, a qual deu origem ao Solo Adventures. Todos mostraram ter as fibras]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/04/23/Solo-Adventures-no-BNI</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/04/23/Solo-Adventures-no-BNI</guid><pubDate>Tue, 23 Apr 2019 15:50:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>No dia 23 de abril a manhã iniciou às 6h30 com o <a href="http://bnilisboa.com/bni-lisbon-bni-lisboa-sublime/pt/index">BNI Sublime</a> no SANA Metropolitan Hotel em Lisboa a convite da Helena Mourão da editora <a href="http://www.discursopadrao.com/">Discurso Padrão</a><a href="http://www.discursopadrao.com/">e fundadora da</a><a href="https://24.sapo.pt/jornais/nacional/10093/arquivo">revista Exklusiva</a>. Mas quem no seu perfeito juízo acorda às 5h da manhã numa terça feira? O gosto pela missão é mais forte do que dormir! </div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_6b71e4b6800d4c0b8d87fed665f8ccee~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_99c6c58cba4c4241b7bfa3ff716cd7ea~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_19846acf7abd4e749856d2d2cdf7d341~mv2.jpg"/></div><div>Durante a reunião tive a oportunidade de partilhar com um grupo de 50 empresários e empreendedores um pedaço da minha história, a qual deu origem ao Solo Adventures. Todos mostraram ter as fibras das quais são feitos os negócios e os portugueses!</div><div>O que é o <a href="http://bnilisboa.com/pt/index">BNI</a>?</div><div>A maior organização profissional de negócios e referenciação do Mundo , Business Network International. Fundada nos Estados Unidos em 1985 por Ivan Misner está &quot;em mais de 73 países e tem mais de 230 mil empresários e profissionais liberais. O principio básico da organização assenta na construção de relações de confiança em ambiente estruturado e profissional, promovendo a criação de negócios entre todos os seus membros&quot;.</div><div>Parabéns BNI Sublime Business Meeting 144! 👏👏</div><div>Boas Aventuras,</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Sem expectativas</title><description><![CDATA[Sem expectativas. Mais vale esperar (quase) nada, do que esperar demais. Devia ser este o mote para muitas das coisas com que nos preocupamos, que nos mordem por dentro. Eu confesso que sou das que tem muitas destas mordidelas, mas faço por sarar com base na relativização.Não nego que umas quantas expectativas não sejam bem-vindas e que até possam conduzir a caminhos desejados, mas na sua maioria as expectativas acabam por pesar e complicar. Não me venham unicamente com a história de “que quem<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_fdfdffca86764256b00ee732aae3a02f%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/04/23/Sem-expectativas</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/04/23/Sem-expectativas</guid><pubDate>Tue, 23 Apr 2019 06:30:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Sem expectativas. Mais vale esperar (quase) nada, do que esperar demais. Devia ser este o mote para muitas das coisas com que nos preocupamos, que nos mordem por dentro. Eu confesso que sou das que tem muitas destas mordidelas, mas faço por sarar com base na relativização.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_fdfdffca86764256b00ee732aae3a02f~mv2.png"/><div>Não nego que umas quantas expectativas não sejam bem-vindas e que até possam conduzir a caminhos desejados, mas na sua maioria as expectativas acabam por pesar e complicar. Não me venham unicamente com a história de “que quem espera sempre alcança”, porque eu sei também “que quem espera desespera”. E é de facto isto que acontece na maior parte das vezes. Quando implantada uma expectativa no quer que seja ela automaticamente parece que se procria, multiplica e larga-nos num mundo de “Ses”. E “se” aquilo acontece, e “se” aquilo não acontece. E “se” vale o esforço, e “se”, e “se”…! Basta.Umas quantas expectativas saudáveis não quebram ninguém, mas também há que saber onde as depositar. Sejam coerentes nas vossas escolhas. Expectativas coloquem nas ações que dependem de vocês, porque caso não corra como esperado acabarão por se desiludir e gastar valiosos &quot;pauzinhos&quot; da vossa bateria emocional. Quando as expectativas que depositamos trazem resultados que não se demonstram por ser os que aguardávamos isso deixa-nos num caminho de terra batida misturada com arrependimento e deceções.</div><div>Expectativas depositadas em terceiros dependem muito mais desses terceiros do que de nós, por isso mais vale continuarmos no nosso caminho e não esperar demasiado de ninguém (salvo algumas boas excepções), pois todas as pessoas têm a opção de ir ou não de encontro às expectativas mas a verdade é que nem elas sabem quais as que guardavámos para elas. Não pesem demasiado as vossas costas, mas façam o que está ao vosso alcance.</div><div>Boas Aventuras,</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Frases que podem (tentar) mudar vidas</title><description><![CDATA[Quem gosta de frases feitas e de citações sobre imagens profundas? Se gostas este artigo é para ti, se não gostas experimenta. As citações existem porque nos trazem um sentido de unicidade porque revemos nas palavras de outras pessoas a nossa verdade e um reforço às nossa emoções, bem como às fases da vida pelas quais passamos. Algumas servem de motivação sendo pontos de foco que auxiliam o empoderamento individual. Outras validam o que muitas vezes já sabíamos mas que por vezes esquecemos.Tenta<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_5dce66d4fc454a24b20c12e804e3ecf8%7Emv2.png/v1/fill/w_927%2Ch_522/1fb9ef_5dce66d4fc454a24b20c12e804e3ecf8%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/02/25/Frases-que-podem-tentar-mudar-vidas</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/02/25/Frases-que-podem-tentar-mudar-vidas</guid><pubDate>Tue, 16 Apr 2019 06:30:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Quem gosta de frases feitas e de citações sobre imagens profundas? Se gostas este artigo é para ti, se não gostas experimenta. As citações existem porque nos trazem um sentido de unicidade porque revemos nas palavras de outras pessoas a nossa verdade e um reforço às nossa emoções, bem como às fases da vida pelas quais passamos. Algumas servem de motivação sendo pontos de foco que auxiliam o empoderamento individual. Outras validam o que muitas vezes já sabíamos mas que por vezes esquecemos.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_5dce66d4fc454a24b20c12e804e3ecf8~mv2.png"/><div>Tenta mudar a tua vida, para o que melhor quiseres dela. Deixo aqui algumas frases que ajudam nessa concentração. Lê, aceita ou não, interioriza e se quiseres comenta com quem te rodeia. Pode ser que te surpreendas.</div><div>1. Nunca compares as tuas fraquezas com os pontos fortes das outras pessoas.2. Sê o/a dono/a da tua vida, ou alguém vai ser o/a dono/a dela por ti.3. Não podemos mudar as cartas que recebemos, apenas como as jogamos.4. Escala montanhas não para que o mundo te possa ver, mas para que tu possas ver o mundo.5. Se aceitares a tua limitação, vais conseguir ir para além dela.6. O conforto é o inimigo da conquista.7. Não importa que alguém te diga, tu não precisas de jantar com eles/elas, morar com eles/elas ou ir para a cama com eles/elas.8. Se não arriscares nada, arriscas tudo.9. Não dês aos outros o poder de controlar as tuas emoções. Essas são apenas tuas e são apenas para tu manipulares.10. A vitória introduz-te ao mundo, mas a derrota introduz o mundo a ti.11. Se você não fizeres coisas estúpidas enquanto fores jovem, não terás nada para sorrir quando fores velho.12. Não desperdices o teu tempo com explicações, as pessoas só ouvem o que elas querem ouvir.13. Não descanses após a tua primeira vitória, porque se falhares na segunda vez, mais lábios vão estar à espera para dizer que a tua primeira vitória foi apenas sorte.14. Todas as pessoas pensam mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo.15. A pessoa com a qual irás passará mais tempo na tua vida és mesmo tu, por isso é melhor tentares tornar-te o mais interessante possível.</div><div>Fonte: a listagem de citações foram retiradas de diversos autores, os direitos não pertencem ao Solo Adventures.</div><div>Boas Aventuras,</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Tânia, as lições de quem vê o copo cheio quase a transbordar</title><description><![CDATA[Quem é a Tânia? É um sorriso de olhos, uma cabeça de sonhos, duas mãos de fazer acontecer e ouvidos de escuta pela tolerância. Sabe muito bem cuidar daquilo que cativa e lutar por aquilo que defende. A sua vida está marcada pela aldeia, o associativismo, a liderança, as crianças, o amor e a educação. Ela tem muito que guarda, mas ao mesmo nível também tem muito que partilha.-Sinopse de uma amizade-A amizade da Tânia veio num daqueles pacotes "inscreve-te e leva mais do que imaginas". Não foi uma<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_b5cbbf91a3e64b68ae2ef5da27b10cea%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurer Joana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/04/13/T%C3%A2nia-as-li%C3%A7%C3%B5es-de-quem-v%C3%AA-o-copo-cheio-quase-a-transbordar</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/04/13/T%C3%A2nia-as-li%C3%A7%C3%B5es-de-quem-v%C3%AA-o-copo-cheio-quase-a-transbordar</guid><pubDate>Sat, 13 Apr 2019 07:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Quem é a Tânia? É um sorriso de olhos, uma cabeça de sonhos, duas mãos de fazer acontecer e ouvidos de escuta pela tolerância. Sabe muito bem cuidar daquilo que cativa e lutar por aquilo que defende. A sua vida está marcada pela aldeia, o associativismo, a liderança, as crianças, o amor e a educação. Ela tem muito que guarda, mas ao mesmo nível também tem muito que partilha.</div><div>-Sinopse de uma amizade-</div><div>A amizade da Tânia veio num daqueles pacotes &quot;inscreve-te e leva mais do que imaginas&quot;. Não foi uma promoção, um descontozinho ou cupão. Esta amizade foi construída e não comprada no decorrer da <a href="http://bit.ly/Ubuntu-eusouporquetués">Academia de Líderes Ubuntu</a>, a qual já por aqui falei algumas vezes pelas melhores razões. Tenho muito carinho pela Tânia e respeito pela pessoa que é e o que representa. Sei que amizades a longa distância requerem pingos de investimento e sol de abraços, espero que a nossa cresça e perdure. Enquanto isso havemos nos de cruzar a meio caminho. Onde eu estiver terás sempre mais uma casa.</div><div>-Sinopse sobre a Tânia-</div><div><div>O ano de 1987 trouxe entre muitas das <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Nascidos_em_1988">personalidades ao mundo</a></div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Nascidos_em_1988">a Tânia Martins como uma brisa naquele verão de julho. Filha do norte de Portugal desde 2016 vive em Braga. A sua infância foi feita numa aldeia, algo que para ela tem grande significado: &quot;s</a>into, hoje, que faz a diferença este ter uma aldeia na história. Fui habituada a conhecer toda a gente pelo nome, a saudar cada um com quem me cruzava na estrada. Fui habituada a ir a pé para a escola e para a catequese, a ser surpreendida com as alfaces, as couves e os frutos que os vizinhos tiravam do campo e nos deixavam à porta como um presente, a participar nos passeios convívio e nas festas da freguesia, a cantar as janeiras, a encontrar as portas de casas abertas, mesmo que não anunciasse a visita e a percorrer as casas com o compasso, por alturas da Páscoa. A Capela (nome da aldeia, em Penafiel) deu-me os princípios, os valores e as bases para que pudesse ganhar asas e voar, mantendo sempre algo de mim por lá e mantendo muito da aldeia em mim&quot;.</div><div>A sua adolescência teve ares de cidade. Da aldeia saltou para o Porto aos 16 anos e foi aí que seguiu o seu percurso académico formando-se em Psicologia, no ramo de Intervenção Psicológica, Educação e Desenvolvimento Humano.</div><div>A sua vida foi preenchida por muito associativismo e é essa a palavra chave do crescimento - tanto o seu como de quem a rodeou.  A sua primeira experiência de voluntariado foi aos 12 anos, no <a href="https://pelanossasaude.wordpress.com/sobre-o-clube/">Clube Caça Cigarros</a>, um projeto da <a href="https://www.ligacontracancro.pt/">Liga Portuguesa Contra o Cancro</a>, e, desde então, tem estado sempre envolvida em projetos nesse regime.</div><div>Esta vontade de fazer por si e para os outros passou por várias estruturas como a Associação de Estudantes da <a href="https://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagina?p_pagina=fpceup">Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação</a> da Universidade do Porto e a <a href="https://www.fap.pt/">Federação Académica do Porto (FAP)</a>.</div><div>Foi no âmbito do seu trabalho na Federação e &quot;da ideia de que as Federações/Associações Académicas não são apenas organizadoras de festas e eventos académicos, têm também uma forte preocupação de responsabilidade social&quot; que surgiu &quot;dos estudantes da academia do Porto terem um espaço onde pudessem colocar em prática as competências da sua área em ações de voluntariado num bairro da cidade do Porto&quot;. </div><div>A <a href="https://www.facebook.com/FAPnoBairro/">FAP no Bairro</a> foi criada como um &quot;centro comunitário, gerido e dinamizado por estudantes, que colocam os seus conhecimentos em prol da comunidade. Iniciou no bairro do Carriçal e já abriu, entretanto um outro espaço, no bairro Pinheiro Torres. Neste espaço, crianças, jovens e adultos começaram por ter acesso a computadores e internet. Os mais pequenos faziam os seus trabalhos de casa na FAPno Bairro, auxiliados por estudantes universitários, e esse apoio pedagógico refletiu-se, desde cedo, na melhoria significativa dos resultados escolares. Além disso, dá-lhes referências/ exemplos, constituindo-se muitas vezes os estudantes como modelos de referência. Hoje, já é muito mais que isso: tem proporcionado às comunidades onde se insere experiências únicas, na maioria das vezes, em parceria com as Associações de Estudantes&quot;.</div><div>A Tânia fez muito dentro das salas de aula mas fora delas também aprendeu: &quot;<div>passei por vários cargos de Direção, tive que gerir conflitos e tive o privilégio de contactar com o melhor e o menos bom da sociedade e da política. Assumi como minhas causas que defendi em muitas instâncias. Aprendi a lidar com diferentes tipos de público. e conheci a sensação de concretizar sonhos! De ver no terreno ideias que nasceram na cabeça de equipas que me ensinaram a fazer acontecer</div>&quot;.</div><div>Esta vontade de querer ajudar o mundo carregando-o nos braços veio de muito cedo e naturalmente passou para a sua profissão:&quot;iniciei a minha carreira num centro de acolhimento temporário, onde conheci o amor à profissão. Trabalhei com famílias desestruturadas e acompanhei crianças acolhidas, individualmente ou em grupo. Acompanhei visitas de famílias biológicas e processos de adoção. Desenhei projetos de vida e senti o peso dessa responsabilidade. Aprendi a ouvir todos os lados de uma história e percebi que, por muito feia que a realidade seja, há sempre uma história que poderá não justificar alguns comportamentos, mas que nos ajudam a compreendê-los. Com as crianças aprendi o poder do abraço e de um sorriso. Em 2012 iniciei o trabalho no local onde estou agora, na <a href="https://www.santamariasaude.pt/">Escola Superior de Saúde de Santa Maria</a>, onde trabalho, essencialmente com estudantes de ensino superior, mas também com projetos na comunidade, uma vez que, entre outras funções, sou responsável pelo programa de voluntariado da Escola.</div><div>O ano de 2018 foi muito especial para a Tânia por três marcos: fez a <a href="http://bit.ly/Ubuntu-eusouporquetués">Academia de Líderes Ubuntu</a>, o caminho de Santiago de Compostela a pé (o português) e casou-se.</div><div>Acredito que queiras conhecer mais sobre a pessoa em si e não tanto sobre os seus feitos. Esta mulher partilha de um dos grandes problemas de parte da humanidade (eu incluída): saber como dizer não, mas tal como muitos de nós está a trabalhar para contrariar isso. Sobre essa importância do 'não' já <a href="http://bit.ly/poderdizernão">por aqui foi escrito</a> qualquer coisa.</div><div>E do que ela gosta? De barrigada de risos, desafios para se superar, viajar e de estar com os seus amigos para mimar aqueles de quem gosta. Sabem-lhe bem os (re)encontros, as surpresas, o cinema e a música - seja só para ouvir ou para dançar.</div><div>Os seus cenários preferidos são na natureza e/ou perto do mar. Adora crianças, de brincar e de adultos que continuam a ser crianças. Gosta do cheiro a canela ou de bolo a sair do forno. É das que recebe o Natal efusivamente e é sem vergonhas e com orgulho uma otimista.</div><div>Se gosta de tanta coisa alguma deve estar do outro lado para equilibrar, certo? Correcto.</div><div>Não gosta de mentiras e se pudesse destruía muros. Que as más disposições fiquem longe dela, assim como o cheiro de fumo. A sensação de tempo perdido dá-lhe comichões (temos muito em comum) e atrasos não são toleráveis na sua agenda. Faz-lhe confusão não saber para onde ir e de quando está indecisa Não lhe apraz entrar e ver salas vazias em eventos culturais. As despedidas são para ela ingratas e as injustiças intoleráveis. A discriminação e as desigualdades são palavras que significam algo muito grande e nada feliz para a Tânia. </div><div>O que fica em falta? Conhecer o que podemos aprender mais com ela. Desliza o ecrã e descobre as suas lições de vida.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_b5cbbf91a3e64b68ae2ef5da27b10cea~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_ba307b079e8c4fa18853546ae70bec44~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_a6940fdfeb664fdc9ee117e62ab29905~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_77867b8d200243ccb30b6e646ebcf288~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_2b5e071cf5c94de1abba65b5bcfaed92~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_5c3884bd856e45ba8c3d2542648c7fa3~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_6de20823a02642548c282ca779387ea4~mv2.jpg"/></div><div>-Lições de Vida na primeira pessoa-</div><div>- da Tânia para Nós -</div><div>1. Somos responsáveis pelo que cativamos</div><div>Foi-me trazida pelo , livro que visito muitas vezes e no qual consigo encontrar, sempre, algo de novo. Acredito que, quando criamos uma ligação, seja de amizade ou de amor, somos responsáveis por ela. Temos o dever de a alimentar, de a regar, para que floresça. No fundo, o clico de vida das relações com aqueles que nos cativam e que cativamos é muito semelhante ao das plantas: necessita de ser regado e acarinhado para que cresça, floresça e suporte eventuais intempéries que possam surgir.</div><div>2. Todos somos capazes de construir pontes</div><div>Esta lição foi-me sendo ensinada ao longo do caminho e assumiu a sua expressão máxima durante o percurso que fiz num projeto chamado Academia de Líderes Ubuntu. Construir pontes ao invés de muros é a única forma, no meu ponto de vista, de sermos plenamente felizes. Estas pontes devem ser construídas connosco próprios, numa aceitação de quem somos, e com os outros, em relações de colaboração e cooperação. Chegamos sempre mais longe quando não estamos sozinhos.</div><div>3. Agradecer e desfrutar o hoje</div><div>Aprendi que devemos ser gratos por todas as pessoas e experiências que temos na vida. Mesmo por aquelas que não são tão boas e nos trazem desafios maiores: são sinónimo de aprendizagem. O “deixar para amanhã o que podemos fazer hoje” corre o sério risco de não se fazer por não haver amanhã. Diziam-me há pouco tempo que “são os ses que nos deixam doentes”. eu tivesse marcado aquele café. eu tivesse feito aquele telefonema. eu tivesse estado presente… Dar o melhor de nós e sentir que fazemos tudo o que podemos fazer por algo ou alguém é a melhor forma de evitar estes que poderão ser um obstáculo à nossa tranquilidade e paz interior.</div><div>4. A educação é a arma mais poderosa do Mundo</div><div>Uma aprendizagem que nos chega de Mandela e na qual acredito veemente. A educação, através da capacitação, dá-nos a liberdade de agir, com a convicção de que somos capazes de ver além da nossa janela. Mandela dizia que “Uma boa mente e um bom coração são sempre uma combinação formidável. Mas quando se adiciona a isso um idioma bem falado ou uma caneta, então temos uma coisa realmente especial”. É das maiores verdades que tenho constatado ao longo do meu percurso. A educação faz-nos ver mais e mais longe, faz-nos perceber que, num mundo de diferenças, é muito mais o que nos aproxima e nos torna iguais do que aquilo que nos separa, o que nos dá a responsabilidade individual de sermos mais e melhores, a cada dia, contribuindo, desta forma, para o bem comum.</div><div>5. O Amor é a resposta, independentemente de qual seja a pergunta</div><div>O amor, por nós próprios e pelos outros, eleva-nos a um patamar em que somos capazes de assumir os nossos defeitos, esforçar-nos por os melhorar e aceitar o outro. Por vezes, é mais fácil julgar e apontar o dedo, mas é muito mais compensador reconhecer que quando apontamos o dedo, temos quatro apontados para nós mesmos. Ser capaz de vislumbrar o melhor lado de cada um, através da empatia, fazendo um esforço de compreensão de todas as suas vivências e experiências poderá ser a chave para construir as tais pontes que nos fazem avançar e nos impelem a realizar os nossos próprios sonhos e a alcançar um estado a que chamamos de felicidade. E pessoas felizes fazem um mundo melhor!</div><div>Boas aventuras,</div><div>Solo Adventurers Joana &amp; Tânia Martins</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Xana, as lições de um shot de energia em pessoa</title><description><![CDATA[Hoje trago-te um shot. Não gostas? Este é um fit e vem com música. Não estás a perceber? Achas que já escrevi melhor? Pega no copo e se for com a mão direita é penalti. Vais mesmo ter de beber esta história de vida até ao fim porque os efeitos secundários são extremos: resiliência, capacidade de se inovar e energia extra. O shot vem de uma garrafeira de topo, tentámos envelhecê-lo como o vinho mas tendo em conta do que se trata é impossível. O rótulo diz Xana Magalhães, já ouviste<img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_be72ec0404a24e7ebd0e3cc161b9526a%7Emv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Solo Adventurers Joana &amp;amp; Xana</dc:creator><link>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/03/24/Xana-as-licoes-de-um-shot-de-energia-em-pessoa</link><guid>https://www.soloadventures.org/post-unico/2019/03/24/Xana-as-licoes-de-um-shot-de-energia-em-pessoa</guid><pubDate>Sat, 06 Apr 2019 06:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Hoje trago-te um shot. Não gostas? Este é um fit e vem com música. Não estás a perceber? Achas que já escrevi melhor? Pega no copo e se for com a mão direita é penalti. Vais mesmo ter de beber esta história de vida até ao fim porque os efeitos secundários são extremos: resiliência, capacidade de se inovar e energia extra. O shot vem de uma garrafeira de topo, tentámos envelhecê-lo como o vinho mas tendo em conta do que se trata é impossível. O rótulo diz Xana Magalhães, já ouviste cantar?</div><div>-Sinopse de como nos conhecemos-</div><div>Sabes qual é a melhor forma de conhecer uma pessoa pela primeira vez e de lhe fazer um convite para partilhar a sua história de vida, da qual não se tem conhecimento? Isso mesmo, no final de uma aula de ginásio a pingar de suor e sem fôlego. No nosso melhor e mais apresentável. Foi mesmo assim que eu me introduzi à Xana e lhe fiz o convite. O que me fez arriscar de levar um valente não de uma pessoa que eu só conhecia por me mandar fazer agachamentos e subir para uma passadeira a correr pela vida? Na verdade foi tudo isso. Pensei que uma pessoa com toda aquela energia e boa disposição seria certamente inspiradora. Não me enganei. Agradeço-lhe por não me achar maluca (pelo menos por não o ter dito verbalmenete) e ter aceite este desafio.</div><div>-Sinopse sobre a Xana-</div><div>A Xana Magalhães não tem esse nome certamente no cartão de cidadão, mas é a sua carta de apresentação. Confessou estar um pouco em pânico sobre o que contaria sobre si e o seu percurso, porque diz que não se acha &quot;diferente do resto do mundo&quot;. E ela de facto não é diferente em forma humana, mas tem um carácter especial.</div><div>Nasceu a 28 de outubro de 1965, facilitando-te as contas tem 53 anos de &quot;muitas subidas à montanha e descansos no planato&quot;, tal como nos confidencia. Desde que tem recordação de ser gente sempre desejou ser cantora e foi esse tenro sonho que a levou aos 6 anos cantar no palco do Coliseu dos Recreios de Lisboa.</div><div>Esta história escalou cedo, não achas? Aos seis anos estava eu ainda a aprender escrever e a soletrar, ela já cantava e bem! Voltando para o junto da Xana de 6 anos...</div><div>Diz que se saiu bem mas os seus &quot;pais acharam que era nova demais para ser artista&quot;. Mais 5 anos passaram, aos seus 11 começou a aprender guitarra e daí passou para as missas das 12h dos <a href="http://www.estoril.salesianos.pt/">Salesianos do Estoril</a>onde tocou os seus primeiros acordes. Outros 5 anos passaram e já com 16 recebeu o seu primeiro cachet por tocar e cantar em bares.</div><div>Teve várias bandas de covers, cantou em casinos, cruzeiros. Foi compositora de vários genéricos e trilhas sonoras para teatro radiofónico da Atena 2 e muito mais fica por contar, por isso melhor do que ler em termos de música será sempre melhor ouvir:</div><div>Em 1996 no Big Show Sic com o João Baião</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/7lb3Y6LSTss"/><div>Em 1999 na Chuva de estrelas na Sic</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WBI5ZzMUi7U"/><div>No talkshow Outra face da lua na RTP2 com o Júlio Isidro</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/O1AHdEzfMIU"/><div> Em 2002 no Passeio dos Alegres da RTP com uma música original sua</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/oESL7JJHQ-g"/><div>A carreira mais recente deixo para tu descobrires nos meandros da internet.</div><div>A par do seu percurso profissional os estudos tiveram duas casas: a<a href="https://www.academiaam.com/">Academia dos Amadores de Musica de Lisboa</a><a href="https://www.academiaam.com/">para a sua aprendizagem musical e o</a><a href="https://www.iade.europeia.pt/">IADE</a> onde se licenciou em Marketing e Publicidade. Agora vamos retroceder um pouco. Como te disse eu conheci a Xana enquanto esta dava uma aula de ginásio, por isso onde é que o fitness entra nesta história?</div><div>O fitness entrou na sua história &quot;contra tudo e contra todos&quot;. Porquê? Decidiu entrar aos 34 anos e como tal todos os que a rodeavam diziam que ela não tinha idade para isso pois a ideia é que &quot; ou se começa cedo ou não se tem capacidade física&quot;. Disseram-lhe para ganhar juízo e assim fez. Com todo o seu perfeito juízo decidiu avançar. Acho que por este andar das estórias já percebeste uma coisa, à Xana não lhe falta vontade própria e ninguém lhe pode dizer o que é ou não capaz de fazer quando é algo que ela deseja e quer muito. E assim reza esta história.</div><div>Com a garra que lhe é característica foi frequentar a sua primeira formação em Body Combat. O que achas que aconteceu? Poucas semanas de estar a fazer a formação deu &quot;cabo do joelho direito&quot; e como ela diz lá foi &quot;fazer uma artroscopia e adeus meniscos. Depois disto é caso para pensar: Desistiu da ideia, certo? Não, nada disso&quot;. Passaram 6 meses até que estivesse recuperada para voltar à formação. Será que é desta? Não. Escorregou numa barra de Body Pump e foi a vez do pé sair lesionado, o que lhe deu direito a mais de um mês e meio de muletas. Achas que foi aí que ela desistiu? Achas?</div><div>Quando se chega à segunda tentativa, sabendo que a terceira é de vez claro que muitas vozes amigas lhe encheram os ouvidos de preocupação:“ Xana se isto esta a acontecer, é para não ires por aí…”. Claro que não desistiu, mas contornou. Seguiu em frente e fez várias formações, especializações e mais duas Pós Graduações na área do Fitness .</div><div>Passaram quase 20 anos e a Xana continua sem desitir. Vive apaixonada pelo que faz e diz que se entrega &quot;a cada projeto e a cada aula&quot;, e eu juntamente com os meus músculos doloridos posso comprovar que não mente.</div><div>As estórias da Xana vêm da música e do fitness, deram-lhe muitas oportunidades de abrir ainda mais os olhos e ouvidos para o &quot;mundo, pessoas e culturas diferentes&quot;. <div>Os desafios parecem peanuts para ela! Trabalhou como Personal trainer e Instrutora de fitness em Angola durante 2 anos e com isso sentiu o que é estar fora da bolha de conforto e o que significa ser emigrante.</div></div><div>Deixo-te com umas palavras da própria e com as suas lições:</div><div>&quot;O que posso deixar disto tudo quando falo em fitness ou música, é que nada disto se consegue fazer sem paixão. É impossível transmitir energia se não a sentirmos cá dentro. Nada destes dois caminhos são fáceis ou em linha recta, mas são feitos com paixão. Não será de admirar se um dia destes voltar a mudar o rumo da minha vida, e não estranhes se me encontrares numa roulotte a vender comida de rua, ou a explorar uma tasquinha de petiscos! ;)&quot;</div><div>Se a quiseres conhecer pessoalmente é fácil:</div><div>Segue e contacta a Xana no seu <div><a href="https://www.instagram.com/xanamagalhaescoach/?hl=pt">Instagram</a> profissional</div> para perceberes por onde anda. Eu encontrei-a pelo <a href="http://www.thecode.pt/">The Code</a>. Descobre também o projeto <a href="http://www.fiquemforma.com">Fique em Forma</a><a href="http://www.fiquemforma.com">- onde é feito um match entre o Personal Trainer e quem quer treinar mediante as suas características. Têm personal trainer, treino em casa,outdoor e online. A Xana está por lá.</a></div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_be72ec0404a24e7ebd0e3cc161b9526a~mv2_d_5312_2988_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_ece6bd0a40874d75826064fbeb49292d~mv2_d_2250_3000_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_b5ebf837b7c9449bb9669d1b28695411~mv2_d_1944_2592_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_e5650cd142394632941678f701fa1f75~mv2_d_2988_5312_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_144b25cef68141128bf632c9e4628cd3~mv2_d_4730_2660_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_eb5c995c7d304becbfa3930c508ae7df~mv2_d_1687_3000_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_125d68d7025e4833a81688b2e2e8d4e6~mv2_d_2138_2580_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_35e38850df4a4ef6ba9a89ffce58e501~mv2.jpg"/></div><div>-Lições de Vida na primeira pessoa-</div><div> da Xana para Nós-</div><div>1. Acreditar que o impossível é só um “possível” com um ”im” antes.</div><div>2. Somos muito mais influenciadores e responsáveis pelo que nos rodeia do que julgamos.</div><div>3. O medo é parte integrante do sucesso e da mudança, aguçando a nossa capacidade de concretização e perfeição.</div><div>4. Definitivamente , nada é garantido, e por tudo isso vamos descomplicar.</div><div>5. O nosso bem mais precioso , são tão simplesmente pessoas ( os pré pessoas de 4 patas também estão incluídos) ...pessoas que amamos e que nos amam. E a realidade é essa, são os afectos que nos tocam, nos transformam e nos tornam mais “Pessoas”.</div><div>Boas Aventuras,</div><div>Solo Adventurers Joana &amp; Xana</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/1fb9ef_22863b8f3e274765a61efd93a8d44d11~mv2.jpg"/><iframe src="//static.usrfiles.com/html/73cb66_8df5c16664342d8d78675e09df59c9cf.html"/></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>