Uma surpresa de pessoa em forma de Ana

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SONHADORES PRATICANTES

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Uma surpresa de pessoa em forma de Ana

E se nos déssemos ao gosto de conhecer as pessoas que estão do lado de lá da nossa secretária do trabalho? Aposto que ficaríamos espantados como por vezes tão pequenos espaços e ambientes distintos podem guardar pessoas com uma vontade enorme de serem mais e sonhos que têm de ficar à porta. Hoje trago até ti a Ana. Eu sei que Anas há muitas, mas esta é muito especial para mim. Abre, como eu, bem os teus olhos e a cabeça com esta história e lições que te vamos contar por aqui.

 

 

 

-Sinopse de uma amizade-

Conheci a Ana parece que com hora e local marcado, mas nenhuma de nós sabia...e não é tão bom quando tal nos acontece? Numa das minhas aventuras profissionais calhei no gabinete ao lado dela e foi assim juntando à mistura a sua simpatia, sorriso doce, boa disposição e energias positivas que eu de tímida fui me perdendo nas nossas conversas de pausas ora de manhã, almoço ou tarde. Hoje já não partilho aquele gabinete ao lado dela e tenho um sexto sentido que me diz que aquelas quatro paredes que guardam a nossa Ana um dia destes vão ser demasiadas pequenas e banais para uma tão grande pessoa... e ela vai aperceber-se disso. O que faz, fá-lo bem. Mas há mil segredos e sonhos para além das folhas do excel que lhe passam diariamente pela vista. Fiquem atentos porque essa mudança que pressentem já começou...

 

 

-Sinopse sobre a Ana-

 

Se eu te disser quem é a Ana listando os seus marcos profissionais ficarás por pouco. Mas se tu insistires mesmo com a pergunta sobre quem é a Ana... então vou ter de te fazer sentar. Vou contar-te sobre como ela é uma mulher com força interior porque aprendeu com todos os recuos e balanços que a vida lhe tem proporcionado. Ela está desperta para temas para lá dos financeiros, administrativos, gestores e outros que tais. Nos seus tempos livres estuda sobre programação neuro-linguística, inteligência emocional, neuro-ciência, terapia com taças tibetanas e uma pilha de temas que nos deixam inquietos pela curiosidade. Ela não é das que se conforma com a existência quotidiana, ela gosta de escutar, tem sonhos e é dona de uma empatia incrível. Eu sei que ela um dia vai escrever um livro (e eu vou querer ser uma das primeiras a lê-lo)!  A Ana emana bem-estar e deixa-te ser sem vergonhas de como vens ou quem és de verdade. Ela tem um coração tão grande como a sua boa vontade. Se um dia a conheceres vai sentir como é ter uma pessoa que é entusiasta pelas tuas conquistas. Ai, é mesmo bom encontrar pessoas no nosso caminho que nos fazem bem. Não achas?


Não tens de ler tudo de uma vez, podes guardar pequenos momentos do teu dia para consumir inspiração.

 

Agora deixo-te aqui a história da Ana contada por ela própria:

 

A miúda do “está tudo bem” e do “porquê?”, sonhadora e muito curiosa, mas ao mesmo tempo reservada tornei-me numa observadora. Apaixonada por todo o tipo de ambientes naturais, com especial tendência para a praia. Gulosa por natureza, ainda hoje fico surpreendida com os doces que devorava em pequena às escondidas debaixo da cama e pela quantidade de tabletes de chocolate e rebuçados que a minha irmã nem sonhou que existiram e que eu teria de partilhar, mas neste assunto já assumi e estou perdoada!
 

Andar nos escuteiros foi sem dúvida uma prática que influenciou bastante a minha vida, foi lá que tive de aprender a desenrascar-me no meio do mato, desenvolver o espírito de equipa e a cozinhar, pois é…esparguete à bolonhesa com formigas não deu cólicas a ninguém.
 

Foi também durante estes anos que tive de frequentar a catequese como consequência de querer ser baptizada, tirando as vezes que fui convidada a abandonar as sessões por questionar o motivo de algumas afirmações e desmaiar a meio da missa, esta fase até que passou de forma bastante tranquila embora preenchida de dúvidas.
 

Aprendi a ler rápido, e isso devo à minha querida irmã quando ao ler se ria ao pé de mim e me deixava cheia de nervos por querer saber qual a piada, mas eu ainda não sabia ler! Esforcei-me tanto que hoje ler é como ter de ir à casa de banho, tornou-se uma necessidade e onde encontro muitas vezes informação que me permite testá-la em mim, dar saltos quânticos e partilhar…
 

Como a grande maioria das pessoas também brinquei, estudei, tive aqueles dramas existenciais tão característicos da adolescência, festas e noitadas a jogar às cartas, universidade, trabalho e viagens. Acho que já todos estão fartos de saber as coisas fantásticas que podemos fazer ou ter para mostrar que também somos ou temos… mas será isso que nos coloca num estado de consciência de pura aceitação, felicidade e amor incondicional durante os 365 dias do ano? Será que é só isso o que nos define? Será só isso o que nos marca e transforma realmente por dentro? Talvez…quem sabe?
 

Ao longo dos últimos anos tenho dedicado alguma da minha atenção sobre um tema que ainda provoca muitas indigestões por ai. Fico fascinada com os possíveis impactos no corpo físico provocados pelos nossos pensamentos, sentimentos e sistema de crenças, levando muitas das vezes ao surgimento de doenças ao nível físico e mental ou por outro lado, ao aumento de bem-estar físico, mental e emocional. Na maioria dos casos é diagnosticada como causa os nossos genes, e assim denominadas de doenças hereditárias ou para os casos favoráveis “agradece a genética que os teus pais te deram”. Então quer dizer que já todos sabemos como vamos morrer, pronto assunto encerrado! Será mesmo assim que funciona?
 

Este interesse acompanha-me desde sempre, pela forma como já em pequena lidava com as situações de dor, mas foi já em adulta que depois de anos com um problema de pele bastante incomodativo e entre médicos, terapeutas, medicamentos e mesinhas que não funcionavam, e me informaram que não tinha cura…(uma chamada de atenção bastante importante neste ponto, sou a favor de todos os métodos utilizados com o intuito de proporcionar o bem estar, a medicina convencional ou não convencional é sem dúvida muito importante, apenas pretendo com a minha experiência demonstrar que existem muitos casos que podem ser evitados ou até mesmo tratados individualmente, sem recurso a mais nada além de nós mesmo, e com isto permitir a todas as áreas envolvidas na saúde que possam concentrar os seus esforços nos casos realmente urgentes e proporcionarem um serviço mais eficaz e eficiente) eu tive de ir em busca da verdadeira causa, e ao longo da procura posso dizer que passei pelas experiências mais alucinantes, que me levaram a ter acesso a um conhecimento, a uma sabedoria que ultrapassa a minha simples existência.
 

Conclusão? Além de tudo ter sido ultrapassado com sucesso e sem qualquer recurso a químicos, aprendi imensas coisas sobre a máquina fantástica que é o nosso corpo e respectiva composição biológica ao ponto de transformar a minha percepção de olhar para a vida. Quanto mais procuro dentro mais simples fica o ambiente exterior para mim e hoje sou a mesma miúda do “está tudo bem, mas… pode ficar ainda melhor!”. Esta sim, tem sido a minha grande viagem apenas com bilhete de ida, é impossível regressar.
 

Porque é que sei que hoje sou feliz?

Porque já fui infeliz no passado… eu sei que irão surgir momentos desconfortáveis no futuro, mas cabe a cada um de nós lidar com eles de forma a transformá-los em oportunidades para sermos ainda mais felizes, não vai servir de nada ficar a remoer e culpar os santos e anjos do céu por todos os desafios que a vida nos brinda para evoluirmos.
 

Um sonho?

- Que as pessoas descubram o quanto são especiais ao ponto de se apaixonarem perdidamente por si próprias. Consequência? Serão capazes de amar toda a humanidade, é inevitável.

 

 

-Lições de Vida na primeira pessoa-

da Ana para nós

 

Algumas das lições que retirei ao longo das experiências que tive:

 

  • Lamento informar mas…tu és o ser mais importante na tua vida!! E isso não invalida o facto de amares e respeitares tudo o resto, muito pelo contrário. Quando nos amamos somos incapazes de nos magoar e inevitavelmente magoar o outro. Deste modo, o primeiro passo é deixares de te julgar, experimenta fazê-lo apenas 24h, irás ficar surpreendido com a forma como te tens vindo a tratar.
     

  • Nós tornamo-nos no que acreditamos. É espantoso quando descobrimos que o que nos caracteriza no presente (agora) não é nada mais, nada menos que o acumular de crenças incutidas por pessoas ou experiências ao longo do nosso processo de vida, mas da mesma forma que ficou gravado podemos igualmente alterar essas mesmas crenças limitantes por novas mais elevadas. Já alguma vez te disseram que eras parecida(o) com algum familiar teu, no qual te irritaste com essa observação? E questionaste-te do porquê de teres os mesmos comportamentos ao teu nível inconsciente?
     

  • O objectivo é alcançar o coração. Mas primeiro terás de enfrentar e educar os selvagens que habitam a mente.
     

  • Onde existe amor não há crítica…
     

  • Não permitam que as escolhas do passado condicionem o vosso presente provocando assim um futuro previsível…lembrem-se que damos sempre o nosso melhor em todos os momentos. Todos os dias, horas, minutos e em cada segundo podemos começar de novo, basta treino e sê paciente contigo próprio.
     

  • Tudo o que achamos que precisamos esteve sempre dentro. Muda apenas a direcção do foco por favor!
     

  • Só conseguimos partilhar aquilo que temos.
     

  • Coloca tudo em causa, põe em prática e tira as tuas próprias suposições.
     

  • Tudo é uma questão de percepção e escolha.
     

  • Quando sentimos falta de algo é porque esse algo existe, cabe a cada um de nós encontrá-lo ou simplesmente criá-lo.
     

  • Se desejas que o teu ambiente (exterior) seja diferente, terás de mudar-te a ti primeiro.
     

  • Tenta ter presente em todos os momentos o sentido de humor, é um antídoto eficaz em muitos dos dramas existenciais da vida. Ri de ti próprio nos piores momentos, nem imaginas a carga que retiras de cima das costas.
     

  • Um truque que me ajuda bastante no dia-a-dia, em qualquer situação faz a seguinte questão a ti próprio: “Posso fazer alguma coisa relativamente a este evento?”. Se sim, avança com a frequência mais alta que o teu coração emanar. Se não… aceita a impotência, chora (muito importante) e deixa ir sem culpa, existem coisas que não podemos interferir ou criar resistência.
     

  • Na maioria das vezes percebemos tudo ao contrário, devíamos sentir mais e analisar menos.
     

  • Abraça a mudança. Não me recordo quem escreveu uma frase que acho incrível: a mudança é a única coisa constante na vida!
     

  • Muitas vezes complicamos as coisas simples e simplificamos factos desnecessários e sem qualquer importância.
     

  • É no desconhecido que os milagres acontecem.
     

  • Aprende coisas novas todos os dias, usa a imaginação para estimular o lobo frontal do cérebro e cria novas ligações sinápticas.
     

  • Não existe certo ou errado, apenas pontos de vista diferentes.
     

  • Nunca é tarde demais para começar.
     

  • Experimenta aceitar a riqueza da diversidade, aprende e acolhe para ti o que mais se enquadrar. Quem rejeita o que a si lhe parece antagónico é possivelmente por medo de ainda não saber quem é, porque quando sabes o que és dás-te por inteiro sem te misturares.
     

  • Quando finalmente percebemos e sentimos que somos nós os responsáveis pelas escolhas que fazemos (aqui insere-se o que escolhemos fazer e não fazer) e temos a capacidade de assumir a autoria pelas consequências advindas, é o momento a que gosto de comparar ao primeiro voo da cria de pássaro, sentes um misto de alívio e liberdade ao aceitares que só tem poder sobre ti a quem tu o concedes, e que a partir desse instante a vida vai de encontro ao tamanho da tua capacidade de sonhar. Existe uma infinidade de práticas e exercícios disponíveis para todo o tipo de gostos, não é necessário ir para um mosteiro no Tibete para nos tornarmos na nossa melhor versão. Vai ao Tibete ou a qualquer outro lugar porque queres e podes, sem expectativas.

 

"Parece-me que só sente e tem medo da solidão quem ainda acredita que é incompleto" - AL

 

 

Boas Aventuras,

Solo Adventurers Joana & Ana

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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