Não é isto que quero para a minha vida

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Não é isto que quero para a minha vida

October 31, 2019

Ouvimos falar muito da geração "X", dos millennials, da "Z", da "à rasca" e afinal em que frasco com rótulo devemos entrar? Será o conceito de tempo igual para qualquer geração?

 

 

 

Grandes especialistas categorizam a geração "X" dos que vieram depois do baby boom pós-Segunda Guerra Mundial e a"millennial" dos que nasceram entre janeiro de 1984 até dezembro de 1994. A "Gen Z" veio logo a seguir com o janeiro de 1995 e enfrascam nesta tod@s os que deram o primeiro choro no mundo até dezembro de 1999. Neste momento a geração em crescimento ainda está por rotular mas já é alvo de estudos por observação.

 

Eu sou millenial, e o que quer dizer isto? Sou da geração Y que nasceu entre os desenvolvimentos tecnológicos e a prosperidade económica. De acordo com o estudo 2018 Deloitte Millennial Survey a minha geração sofre de "prioridades incompatíveis" em termos profissionais. Olhamos para os negócios para além do factor "L" (i.e. lucro) e parece que não somos só nós, a geração Z vem reforçar essa posição. Reconhecemos que o pilim é importante, mas procuramos organizações que primem pelo balanço entre esse objetivo e outros: "ter um positivo impacto na sociedade e no ambiente","aposte em ideias, produtos e serviços inovadores", "criação de emprego, crescimento na carreira e melhoria da vida das pessoas", "inclusão e diversidade no espaço de trabalho".

 

Tu concordas com estes pilares? E estás tu numa organização que os reconheça, respeite e vá de encontro aos teus valores?

 

Por experiência própria confesso que parte da minha automotivação para trabalhar numa determinada função advém do sentimento genuíno de "vestir a camisola" da organização onde esteja. Tenho de sentir orgulho em estar dentro dela e em prescindir do meu tempo de vida neste planeta para algo que é maior do que eu devido ao impacto positivo que tem na vida de outras pessoas e organizações.

 

Um amigo meu uma vez disse-me umas palavras muito sensatas e simples que faço sempre por recordar quando não me sinto bem em qualquer situação por ter de fazer algo que não seja evidente à luz dos meus princípios: "o que tens de mais valioso é o tempo. Mais do que darmos dinheiro, tirarmos do nosso tempo para ajudar, participar e/ou trabalhar em algo é o que mais de precioso podemos dar. Por que se pensarmos bem estamos a dar tempo de vida, algo que nunca mais vamos recuperar".

 

Dito isto, sabes o que queres ou não para ti? Onde é mais valioso aplicar o teu tempo (de vida)?

 

Por hoje fico-me por aqui. Acho que a reflexão do tempo e do que não queremos para a nossa vida devem ser bem mastigadas e digeridas por cada um de nós. Estarei eu a fazer o que não quero para a minha vida ou estarei a dar do meu tempo às causas certas?


Outras sugestões:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Millennials...you've got us all wrong | Ian Abston | TEDxFargo

 

 

 

 

 

 

What do we know about the generation after millennials? | Jason Dorsey | TEDxHouston


 

 

 

 

Boas Aventuras,

Joana Feliciano

 

 

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