Daniela Matinho, uma das garotas pelo mundo

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Daniela Matinho, uma das garotas pelo mundo

A Daniela Matinho nasceu em Pombal em 1991, mas desde os seus 14 anos começou a mexer-se pelo mundo. Conta com mais de 40 países visitados e 4 vividos: Portugal, França, Austrália e por agora pousa nos Estados Unidos da América. Criou o grupo “Garotas pelo Mundo”, não fosse ela uma das que anda a desbravar caminho por este globo. Sejas homem ou mulher esta história e lições de vida são para ti.

 

 

Sinopse de como nos conhecemos

 

Temos pelo menos uma pessoa em comum, a querida Jessica Jaishil  que entre conversas me deu a conhecer o grupo "Garotas pelo Mundo" e a sua fundadora Daniela.

 

Sinopse sobre a Daniela

 

Aos 15 anos juntou-se a uma escola de teatro, aos 16 participou no seu primeiro programa de intercâmbio que lhe possibilitou uma semana na Grécia. Aos 17 veio para Lisboa estudar Comunicação Social, aos 18 foi aos Estados Unidos da América (EUA) fazer um programa imersivo para melhorar o seu inglês. Em 2011 com os seus 20 anos foi de Erasmus para Paris durante 4 meses que acabaram por se transformar em 5 anos por onde se especializou em Marketing Digital. Sem saber muito de francês e mesmo por vezes sentido-se desamparada tomou as rédeas e não desistiu. Conseguiu formar-se, arranjar um trabalho na área e viver sozinha! Depois disso seguiram-se 8 meses de mochila às costas pela América do Sul, uma vida nova na Austália misturada com alguns episódios de ansiedade, uma outra experiência que lhe mudou as voltas na Indonésia e (por agora) a ida para os EUA.

 

Uma das curiosidades sobre a Daniela: num espaço de 3 anos foi recebida gratuitamente em 30 locais que lhe deram estadia. A razão? Quando se é uma “people person” - uma pessoa dada às pessoas, fazer amig@s é uma consequência natural.

 

Melhor mesmo é leres a história contada por quem a viveu e vive:

 

"Menina irrequieta desde pequena. Lembro-me da minha mãe quase rezar para eu ficar doente para ela poder ter descanso. Sempre tive muita vida mas nunca imaginei que um dia toda essa energia se converteria em desbravar o mundo sozinha ou mudar de país como quem muda de casa.

 

Comecei a viajar com os meus 14 anos: primeiro com a escola, depois com amigos e mais tarde sozinha. Costumo dizer que fui muito afortunada por ter uns pais que sempre me deram carta branca para as minhas loucuras.

Aos 15 já sabia que um dia viveria nos Estados Unidos e aos 18, já ninguém me calava porque o que eu queria mesmo era estudar e trabalhar fora de Portugal. Um ano depois parti para um semestre de estudos em Paris mas os quatros meses iniciais converteram-se em cinco anos.

 

A cultura francesa é daquelas que primeiro se estranha mas depois se entrenha. Estudar em Francês não foi fácil mas quando chegou a hora de procurar trabalho, o mundo pareceu desabar em cima de mim. Procurar o primeiro trabalho por si só não é fácil, mas fazê-lo fora do nosso país é ainda mais complicado. Foram meses de muita angústia, de muitos tostões contados mas também de muita aprendizagem. Em 2013, consegui um trabalho à séria, ou seja: algo que gostava mesmo e completamente relacionado com aquilo que tinha estudado (Sou formada em Comunicação pela Universidade de Lisboa e em Marketing Digital pela Ecole de Management de Paris). A minha vida continuou bem tranquila até que em 2016 decidi que estava na hora de explorar outros continentes.

 

Aos 24 anos sentia-me fechada numa vida rotineira e pouco desafiadora. Larguei o que tinha de mais precioso: o meu trabalho, o meu apartamento e os meus amigos e saí com um bilhete de ida até ao Brasil. Há anos que desejava explorar a América Latina.

 

Durante quase um ano dediquei-me exclusivamente àquele continente. Hoje quando penso naquela viagem de tantos meses, tantas caminhadas, tantas cidades, tantas pessoas, parece que foi noutra vida.  Voltei outra Daniela: mais perdida, com mais questões e com uma ânsia de viajar ainda maior .

 

Bastaram-me 2 meses na Europa para voltar querer a fazer as malas e aquele Verão de 2017 rumei à Austrália. Nem nos meus melhores sonhos imaginei que um dia viveria num apartamento à beira mar em Sidney e teria a oportunidade de ver a Casa da Ópera todos os dias. Mas parece que há mesmo - sonhos que se tornam realidade.  Em Outubro comecei a trabalhar a tempo inteiro numa universidade em Sidney e durante um ano tive uma vida de princesa: poucas horas de trabalho, ordenado elevado e praia todos os dias. Royal! Mas como tudo o que é bom tem tendência a terminar rápido, numa viagem a Bali, um acidente de mota empurrou-me gentilmente até solo europeu (ATENÇÂO: desaconselho completamente todas as atividades relacionadas com motas nas estradas da Indonésia).

 

Regressei a Paris no final de 2018: completamente perdida, sem trabalho, sem planos e com um pé/ perna a funcionar a 60%. Valeram-me os amigos para me reconfortar o coração e a internet para ocupar os meus dias. Foi também neste período que decidi tirar da gaveta um velho sonho que tinha de estudar nos Estados Unidos. Preparei-me para os exames, enviei candidaturas para cinco universidades e em Fevereiro de 2019 mudei-me para Chicago (isto assim parece tão fácil mas na época foram tantas semanas de tanto stress).

 

Para os mais curiosos, estou a fazer um mestrado em Data Science na Universidade de Chicago e no meu blog www.danielamatinho.com partilho muito sobre a minha vida atual como estudante nos EUA. Hoje viajo muito menos porque há sempre muito para estudar mas Chicago é uma cidade fantástica, cheia de vida e de oportunidades".

 

Reconheces esta história? Talvez já a tenhas visto aqui no programa "Juntos à tarde" da SIC.

 

Gostavas de conhecer mais sobre a Daniela e o seu projeto "Garotas pelo Mundo"? Dia 1 de Agosto tens a oportunidade! Junta-te a nós (sim, eu também estarei por lá) no 1ºPicNic no Parque Eduardo VII em Lisboa.

 

 

 

 

Lições de vida na primeira pessoa

-da Daniela para nós-

 

1. Lá no fundo nós sabemos sempre o que queremos.

 

2. Se a escola me tivesse ensinado a gostar de mim tanto como me ensinou de matemática ou história, teria poupado uns bons anos vida e uns bons litros de lágrimas.

 

3. Saber ouvir-me foi a melhor aprendizagem que tirei das minhas viagens.

 

4. Deixar de me comparar com os outros – esta frase repito todos os dias desde que me mudei para os EUA.

 

5. Agradecer constantemente à vida foi o mais recente e poderoso hábito que implementei. Desde então a minha percepção da vida mudou complemente.

 

Se estas não te chegaram tens aqui mais 26 lições. Aproveita!

 

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Boas Aventuras,

Solo Adventurers Joana & Daniela

 

 

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