Sandra Bernardo, quando é possível Sentir+

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Sandra Bernardo, quando é possível Sentir+

A Sandra usou-se como cobaia para a felicidade e o autoconhecimento. Enquanto psicóloga e pessoa sentiu que só vendo resultados da psicologia positiva e da inteligência emocional que exerce poderia aplicar aos que a rodeiam. Para se testar tem avançado com a vida via projetos e novas paragens. Tem dado a si licença para sentir  mais.

 

Sinopse de como nos conhecemos

Foi num dos encontros do seu projeto Sentir+, a fazer o que a Sandra faz melhor, que a conheci. Curiosamente ambas fizemos a Academia Ubuntu contudo em anos diferentes mas não foi por isso que o destino nos privou de cruzar caminhos.

 

Sinopse sobre a Sandra

Nasceu em pleno verão, 20 de agosto, na cidade da Figueira da Foz província da Beira Litoral distrito de Coimbra "mesmo à beira da praia". Ainda em pequena mudou-se para a Margem Sul por onde diz que teve "contacto com diversas realidades e culturas". Por lá cresceu e estudou na Escola Secundária Alfredo dos Reis Silveira na Torre da Marinha (Setúbal).

 

A sua mãe nasceu na Guiné-Bissau e justifica o seu "encanto pelo mundo e outras formas de viver" em parte por essa razão."Filha única, teimosa que decidiu procurar a sua liberdade e começar a trabalhar aos 16 anos". Aos 21 entrou em psicologia e dentro de Portugal mudou-se novamente, o destino foi Faro no Algarve. "Mudei-me mesmo, no primeiro ano estudava lá e trabalhava aos fins-de-semana no Seixal mas acabei por procurar outras formas de passar os verões na independência recentemente conquistada e fui procurando trabalhos pontuais para conciliar com as férias de verão". Voltou a desafiar-se e a mudar de casa quando decidiu ter uma experiência estrangeira na Universidade Federal de Santa Catarina,"optei pelo Brasil pela facilidade da língua mas acabei por rapidamente perceber que havia muito mais e sempre tive um fascínio pelo seu povo de sorriso fácil". Depois do Brasil apostou na sua formação em Portugal nas vertentes de psicologia da educação, forense e positiva.

 

Voluntária na Associação Fazer Avançar (AFA) desde 2013 uma associação juvenil criada em Leiria onde se "acredita que os jovens podem ser potenciadores de soluções sustentáveis para problemas sociais". Um dos projetos mais conhecidos é o SPEAK  criado pela AFA e com um primeiro financiamento da Fundação EDP.

 

Em modo voluntariado passou também pela Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental - APPACDM e pela Renovar a Mouraria dando apoio escolar.  Fez a Academia de Líderes Ubuntu do IPAV onde depois rumou até África do Sul para conhecer os caminhos que Nelson Mandela percorreu e foi estagiária da Associação Nacional de Intervenção Precoce (ANIP).

 

Em 2017 fundou o projeto Sentir+ "que pretende sensibilizar as pessoas para o otimismo, promover uma melhor gestão de emoções e torná-las + felizes" onde se acredita "que as competências são desenvolvidas desde cedo" e por isso dedicam-se a "um programa educativo para crianças, assim como outras atividades para a população em geral".

 

Segue a Sandra nos seus canais:

https://www.facebook.com/sentirmais.org/

https://www.sentirmais.pt/

https://www.linkedin.com/in/sandra-bernardo/

 

Agora vamos às suas lições para conheceres um pouco mais sobre da história...

 

Lições de vida na primeira pessoa

-da Sandra para nós-

 

1. A vida pode mudar num minuto e tu tens muito mais força do que julgas: foi numa manhã que com 16 anos a vida mudou. Tive um acidente que me deixou numa cama de hospital e alguns meses em médicos e recuperação. Pouco me lembro de lamentar, tive que ser forte por aqueles que me viam. Mostrar que estava bem obrigou-me a ficar bem. Hoje sei que nada acontece por acaso, percebi que a vida é preciosa e que deve ser vivida por inteiro. Atualmente penso bem onde e com quem gasto o meu tempo. A vida é algo incrível que deve ser valorizada.

 

2. Segue o coração e vai onde te guia: desde cedo que tinha uma certeza, se fosse para  a universidade teria que ser uma experiência que me fizesse sair da zona de conforto. Tive a sorte de entrar na Universidade do Algarve mas sabia que precisava de mais, assim comecei a procurar programas de intercâmbio numa altura em que não era assim tão comum. O coração dizia Brasil, embora me acha-se incapaz de partir sozinha para o outro lado do mundo. Ao mesmo tempo havia um fascínio nesse país tão familiar e distante. Tratei de todo o processo a dizer a mim mesma “no dia logo decido”. E assim consegui uma bolsa, comprei a viagem, fiz as malas… Recordo-me que na véspera chovia e trovejava e eu pensava se estiver assim amanhã simplesmente não vou. Pois bem o dia amanheceu com um sol radiante e lá fui eu. Larguei o controlo e entreguei-me à experiência, conheci gente incrível, conheci um sistema de ensino diferente mais focado no aluno onde a opinião e pensamento crítico foram valorizados.  Tive contacto com mindfulness, yoga e outras práticas que hoje são fundamentais no meu dia-a-dia tanto pessoalmente como profissionalmente. Na mesma altura fiz o mochilão pelo Brasil - Argentina - Bolívia e Chile e deparei-me com tantas realidades, tantas formas de viver a vida.

 

3. De volta às raízes que nem sabia que tinha: tive a oportunidade de fazer a Academia de Líderes Ubuntu. Cresci com as raízes africanas da minha mãe, sempre tive um fascínio de ir à terra dela e de viver as histórias que me contava da sua infância. Para mim é importante viver em comunidade, crescer com o outro, e foi encantador conhecer tantas histórias de resiliência, tantas pessoas especiais. Neste projeto tive ainda oportunidade de ir a África do Sul conhecer a prisão onde esteve Mandela e ter mais uma certeza, a maior das prisões está na tua mente…

 

4. Aprender a ver o melhor da vida: desde cedo que não me identifico com os modelos rígidos do sistema. Sempre senti uma enorme necessidade de me afastar do que seria normal, esperado e com isso veio uma sensação de ser diferente e de pertencer a lado nenhum e ao mesmo tempo a todo o lado. Com a psicologia foi o mesmo, entrei no único curso que queria, sou apaixonada pelas pessoas e empática mas o modelo tradicional não me fazia sentido. Considero que é importante a pessoa perceber o que acontece mas não é por saber que tem uma perturbação de ansiedade ou depressão que a vai deixar de ter por isso senti sempre necessidade de ir mais longe. Tive o privilégio de conhecer alguém durante o meu estágio da Ordem dos Psicólogos com a mesma visão que eu que me apresentou a psicologia positiva, a inteligência emocional e tantas outras ferramentas que começam agora a serem conhecidas. Decidi aplicar em mim, só vendo os resultados posso aplicar aos meus clientes e descobri uma nova forma de ver a vida. Mais do que a situação é a forma como lidamos com a situação e isso podemos aprender a mudar. Não ocorre de um dia para o outro, aliás desenvolvimento humano é para o longo da vida mas com as ferramentas certas a vida pode ser muito melhor!

 

5.Vive na tua essência: vivemos numa sociedade que em muitos momentos nos diz como viver. Parece que o correto é tirar aquele curso, ter aquele relacionamento, aquele emprego das 9h às 17h e, por vezes,  lamentar ao domingo pelo início de uma nova semana. Acredito que cada um de nós é único e pode trazer muito a este mundo. Para isso é necessário autoconhecimento, lidar com as emoções e superar desafios. Nem sempre foi fácil este caminho, muitas vezes não o é confesso. Tive que aprender a ter amor por mim, sair da zona de conforto diversas vezes, substituir o “tenho medo” pelo “vamos ver no que vou aprender” mas vale a pena. Hoje sinto-me melhor na minha pele, defino melhor o que quero para mim, lido melhor com os desafios e sou mais feliz. Agora percebo que foi neste ponto que nasceu o Sentir +, acredito que está ao alcance de todos sermos mais felizes. É tempo de olharmos para a saúde mental e para a qualidade de vida e bem-estar como partes fundamentais da nossa vida.

 

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Boas aventuras,

Solo Adventurers Joana & Sandra

 

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